Milagre o Testemunho da Verdade

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

OITO COISAS SOBRE O SENHOR JESUS CRISTO PRESENTES NO ALCORÃO


Em seu livro “Encontrei a Cristo no Alcorão”, recentemente publicado em espanhol, Mario Joseph, que foi imã muçulmano na Índia e hoje é católico, explica, exatamente, o que o Alcorão diz sobre Jesus Cristo e o que o levou a fé cristã. (…)
Os muçulmanos, inclusive os poucos letrados, acreditam conhecer Jesus o suficiente, eles o tem integrado em sua cosmovisão, como um profeta a mais. Mario acredita que o Alcorão não leva muito mais muçulmanos ao cristianismo é porque muitos muçulmanos não conhecem com detalhes o Alcorão e não fazem perguntas sobre isso.
O muçulmano comum conhece e professa Jesus, segundo o Alcorão foi um grande profeta antes de Maomé, que Deus milagrosamente o  gerou em Maria sem contacto masculino, que fez milagres, etc. A chave que perturbou a Mario Joseph é que até que ponto Jesus é grande, sobretudo quando se compara com o que o Alcorão diz de Maomé. Usar o Alcorão para comprovar as diferenças de Jesus e Maomé é algo que esta começando a se espalhar. No âmbito cristão protestante, o teólogo e apologista evangélico Norman L. Geisler, observa em 6 pontos a comparação entre ambos ‘profetas’, segundo o Alcorão.
Libanês mostra Alcorão Gigante
1) O Alcorão reconhece que Jesus nasceu de uma mulher virgem, enquanto Maomé não (a tradição islâmica conhece bem os pais de Maomé, Abdulá e Amina).
2) O Alcorão reconhece que Jesus não pecou, não tinha pecado nele, enquanto reconhece que Maomé era um pecador.
3) No Alcorão, Jesus é chamado de ‘Messias’, isto é, o Ungido, um titulo muito alto que Maomé não recebeu.
4) No Alcorão Jesus é chamado de “a Palavra de Deus’, um titulo poderoso e elevado, que Maomé também não recebeu.
5) No Alcorão é afirmado várias vezes que Jesus fazia milagres, enquanto neste livro Maomé nada fez.
6) Jesus no Alcorão ascende ao céu com seu corpo; coisa que o Alcorão não reconhece sobre Maomé.
Mario Joseph, quando ainda era um imã muçulmano e se chamava Suleimán, sem conhecer nada sobre Geisler e sua exposição, já havia notado esses aspectos que os perturbavam.
E quando perguntava aos seus mestres, se isso não significava que Jesus era maior que Maomé, talvez muito maior, eles não sabiam responder com razões. Mas Mario Joseph aponta alguns detalhes interessantes.
7) O nome de Maomé aparece no Alcorão apenas 4 vezes, sob dois nomes: Ahmed e Mohammed. No entanto Jesus é mencionado no Alcorão com 4 títulos poderosos: Kalimathullahi (Palavra de Deus), Ruhullahi (Espírito de Deus), Isá al-Masih (Jesus o Messias) e finalmente, Ibnu Mariam (filho de Maria, titulo poderoso porque Maria é a mais excelentes das mulheres, protegida de Deus, um exemplo para todos, etc…)
8) O capitulo 19 do Alcorão, intitulado ‘Maria”, canta louvores surpreendentes a Jesus que Mario não via atribuídas em Maomé a saber:
– Jesus é a Palavra de Deus
– Jesus é o Espírito de Deus
– Deu vida a pássaros de barro (a história Corão leva o Evangelho apócrifo de Tomé, ou os Filhos do segundo século ) .
– Ele curou doenças incuráveis
– Ele deu vida aos mortos
– É Omnisciente
– “Ele revelou todos os segredos ”
– “Subiu ao céu ”
– “Todavia esta vivo”
– “Cristo voltará ”

Como encaixar tudo isso com a suposta autoridade de Maomé?
E isso se refere somente o que se encontra registado no Alcorão: e nos Hadith e outras fontes de tradição islâmica, se vê claramente por exemplo, que os demónios não se aproximavam de Jesus e Maria, devido a sua pureza e santidade, enquanto hostilizavam a Maomé. Não faz de Jesus, com isso, alguém muito superior?
Maomé peca, Jesus não.
Maomé tem que pedir perdão por suas faltas
Embora os clérigos muçulmanos e lideres religiosos islâmicos falem maravilhas de Maomé, no Alcorão é visto, por exemplo, como na Sura 47, que diz ao ‘profeta’: “Sabe, portanto, que não há mais divindade, além de Deus e implora o perdão das tuas faltas” e mais adiante, “Para que Deus perdoe as tuas faltas, passadas e futuras, agraciando-te e guiando-te pela senda reta.” (em 48,2)
Em vez disso, Jesus, nem no Corão ou no Evangelho nunca pede perdão a Deus, Ele que insiste sobre a humildade, nunca reconheceu ter pecado. Nem cristãos nem muçulmanos atribuem pecado para Jesus.
Maomé é somente um apóstolo, Jesus é Ungido
E o título de “Messias” (Ungido) de Jesus, pode soar muito mais forte do que o de Maomé, que para o Alcorão é somente um ‘enviado’ (ou seja, ‘apóstolo’ em grego), o profeta (embora o Alcorão o chama de “o apostolo de Deus e o selo dos profetas” em 33,45).
Além disso,o título de que Jesus é a Palavra de Deus ressoa com força, já que Maomé não é nunca chamado assim. Um cristão fala com um muçulmano e insiste em que Jesus é Logos, a Palavra, algo eterno que está eternamente unido a Deus, não um mero homem, poderá avançar o bastante.
O corpo de Maomé está em Meca; e o de Jesus, no céu
SURATA AL FATIHA
Por outro lado, os muçulmanos não duvidam que o corpo de Maomé está enterrado em Meca, onde peregrinam. Também peregrinam nos túmulos de muitos outro profetas e homens santos e milagreiros. Mas sabem que não há um tumulo de Jesus, e que o corpo de Jesus não está enterrado, e que o Santo Sepulcro não tem nenhum de seus restos mortais, como sabem também os cristãos. O Alcorão mesmo diz que Deus elevou a Jesus acima no céu. E acrescenta assim que “não o mataram nem o crucificaram, embora isso lhe pareça para eles” (Sura 4:157-158)
“E por dizerem: Matamos o Messias, Jesus, filho de Maria, o Mensageiro de Deus, embora não sendo, na realidade, certo que o mataram, nem o crucificaram, senão que isso lhes foi simulado. E aqueles que discordam, quanto a isso, estão na dúvida, porque não possuem conhecimento algum, abstraindo-se tão-somente em conjecturas; porém, o fato é que não o mataram.
Outrossim, Deus fê-lo ascender até Ele, porque é Poderoso, Prudentíssimo.” (Sura 4:157-158).
Para entender Alá, passe pela Bíblia
Em seu emocionante testemunho, Mario conta que orou a Alá pedindo orientação sobre como deveria entender e tratar a Jesus; depois foi ao Alcorão e leu: “Porém, se estás em dúvida sobre o que te temos revelado, consulta aqueles que leram o Livro antes de ti. Sem dúvida que te chegou a verdade do teu Senhor; não sejas, pois, dos que estão em dúvida.” (Sura 10, Jonás, verso 94). Mario entendeu assombrado, que qualquer que tenha duvida sobre o Alcorão é referido pelo mesmo Alcorão ao que liam as escrituras anteriores, cristãos e judeus! Ou seja, para obter a perfeição do Alcorão, deve obter-se na Bíblia.
Em seu depoimento (leia aqui) Mario conta como isso o levou, sendo um jovem Imã, a perguntar a uma monja em uma parada de ônibus, e como ela lhe encaminhou para a Divine Retreat Centre, Muringoor, onde hoje ele é um pregador católico, não sem passar por duras provas que explica em seu livro.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

“Por que Céus, um judeu como você, haveria de se tornar Católico?” – Um judeu demonstra porque ser Católico




Extraído das cartas de Goldstein, por David Goldstein (um judeu convertido ao Catolicismo).
Caro Sr. Salomão,
As mentes dos homens têm sido retratadas, “como uma folha de papel, onde de fato  as impressões que recebem com mais freqüência, e mantém por mais tempo, são as mais obscuras.” Isso se aplica a você, meu caro senhor, bem como a outros judeus, que não conseguem ver a Igreja Católica como ela é, o cumprimento de tudo que é grande e glorioso no Judaísmo Antigo Testamento. Infelizmente, a impressão mental  ”obscura” deixada em você pela história da Inquisição espanhola, tal como interpretada pela Judaria, anuvia a visão. 
Sua pergunta apaixonada: – “Por que Céus,  um judeu como você,  haveria de se tornar Católico?” Poderia ser respondida em uma palavra: -O Messias, o judeu de judeus, Jesus Cristo, agora a reinar nos “Céus”. Essa terça resposta  à sua consulta incorpora tudo o que pode ser dito para justificar a graduação do judaísmo ao catolicismo. Mas eu não vou descartar a sua consulta de forma tão abrupta, considerando que eu vou publicar as razões para me tornar Católico no ‘The Pilot’. Assim, que minha resposta seja susceptível de ser lida não só por você, mas por outros judeus que também “vierem a ler o The Pilot agora e, em seguida, na Biblioteca Pública.”
Sua segunda consulta: – “Como pode um judeu se tornar um membro de uma Igreja que perseguia os judeus na Espanha?” Será tratada após a resposta à sua primeira consulta aparecer publicada. Basta dizer, neste momento, que os judeus se tornam os católicos de hoje, pelas mesmas razões que levaram os judeus a tornarem-se católicos por mais de 15 séculos antes da Inquisição espanhola.
A Igreja Católica, que poderia ser chamada de  Igreja Judaica Glorificada, é uma Igreja de convertidos, e dos descendentes dos convertidos. Primeiro veio Cristo, o judeu de judeus, depois vieram os apóstolos, todos os judeus e, depois, veio os milhares de primeiros membros da Igreja Católica, todos judeus, depois entraram os convertidos dentre os gentios ou pagãos. Na verdade, não teria havido uma Igreja Católica, se não fosse pelos judeus. Assim, ao me tornar  Católico, a  ser incorporado no Corpo Místico de Cristo, eu me tornei um membro da Sociedade Espiritual a qual originalmente pertenciam, em sua totalidade, aos filhos de Israel.


Por que me tornei CATÓLICO?
 

Porque eu acreditava em Deus, um Deus pessoal monoteísta, o Deus de Abraão, Isaac e Jacob.
Porque eu acreditava no Antigo Testamento; firmemente convicto de que os princípios e as previsões de Moisés e os profetas aí contidos, são revelações de Deus, como fizeram os meus antepassados ​​judeus.
 
Porque eu acreditava que o Novo Testamento é um registro Divino aperfeiçoado, elevadas manifestações de princípios do Velho Testamento, um registro do cumprimento das profecias do Velho Testamento.

Porque eu acreditava que Deus, o Criador, fez Adão e Eva, os primeiros pais da raça humana, de quem o homem recebeu a sua natureza humana: Que Adão, pelo pecado, trouxe um sofrimento para si e seus descendentes, causados ​​a nascer com a mancha deste “Pecado Original” em suas almas: Que esse pecado de Adão fechou as portas do céu para o homem (Gen. 3).
Porque eu acreditava que o Deus todo-misericordioso prometeu enviar um Salvador, um Messias (Gen. 3:15), para reparar o pecado de Adão, portanto, para reabrir as portas do Céu que foram fechadas ao homem. Também que o Messias havia de nascer, de uma virgem (a Virgem Maria), no clã que está na família de um descendente do Rei Davi, na Cidade de Davi.
Porque eu acreditava que a existência do único Deus verdadeiro, significa a existência de uma só religião verdadeira, uma  Verdadeira Igreja de Deus.
Porque eu acreditava que essa religião, essa Igreja de Deus, foi a religião e a Igreja dos judeus. Ela veio de Deus, através de Moisés, aos filhos de Israel.
Porque eu acreditava que essa religião seria uma  religião  orgânica, visível, sacerdotal, de autoridade e sacrifício, como uma religião feita por Deus deve ser. Que seu sacerdócio era do sacerdócio de Deus; seu templo era o templo de Deus, que continha a um, e único altar sobre o qual os sacrifícios que Deus mandou (A Sagrada Eucaristia), registrado nos Livros de Moisés, foram e poderiam ser oferecidos ao Único e Verdadeiro Deus (Êxodo 20:24-26). 
Porque eu acreditava que a autoridade da religião de Israel veio de Deus e foi centrada no sumo sacerdote (Dt 17:9-11), o único que é comissionado na Lei Mosaica para oferecer sacrifícios (Levit. capítulos 1-7, inc.). O primeiro sumo sacerdote foi Aarão, irmão de Moisés, ordenado por Moisés (Êxodo 28), que após a morte foi seguido por um descendente do clã e da família de Aarão. O sumo sacerdote era “a suprema autoridade da Igreja e representante-chefe de Israel diante de Deus”, como a Enciclopédia Judaica Vallentine diz (p. 284). Uma lista de 82 sucessivos sumos sacerdotes, de Aaron até a época da destruição do Templo, esta registrada na Enciclopédia Judaica (Vol. VI, p. 391). Phineas, filho de Samuel, foi o último sumo sacerdote judeu (67-70 aC). Ele é citado na Enciclopédia judaica como “um homem indigno” (Vol. 1, p. 381), porque, como a Enciclopédia do Conhecimento judaica diz que ele foi escolhido como o resultado de intrigas políticas. Ele não era da linhagem do sumo sacerdote, nem foi descrito de forma alguma como digno do cargo “(p. 428). (Isto é cumprido nos de 2000 anos de sucessão apostólica da RCC).
Porque eu acreditava que, com o fim do sacerdócio Aarônico, a destruição do Templo, que acabou com a oferta dos sacrifícios mosaica, o judaísmo do Antigo Testamento, do judaísmo de Deus, chegou ao fim. Por isso os judeus não tinham um mediador com Deus delegado divinamente, um juiz, um intérprete da lei divina, moral e religiosa, uma Igreja de Deus, como é chamada no livro de Deuteronômio (17:8-12), por cerca de dezenove séculos. Foi-se para sempre o judaísmo, que, como a Enciclopédia Judaica diz, permitiu aos judeus  verem “no santuário a manifestação da presença de Deus entre o Seu povo, e o sacerdote, o veículo da graça divina, o mediador, através do ministério do qual os pecados  tanto da comunidade como dos indivíduos, podiam ser expiados”(Vol. 4, p. 125). Daí porque ninguém no judaísmo atual atua com autoridade divina,  como os sacerdotes nos tempos pré-cristãos.
Porque eu não acredito que Deus deixou o homem sem um guia espiritual, um mediador divinamente autorizado, sem um intérprete de sua vontade, tão necessário para ajudar o homem na batalha da vida, para uma eternidade de felicidade.
Porque eu acreditava na vinda de um Messias pessoal, como acreditavam os santos em Israel, como o fazem os judeus ortodoxos de hoje que, infelizmente, são como pessoas esperando pelo barco no qual velejar, mas que já está a caminho de seu destino sem elas  a bordo. Eles não percebem que Ele veio na pessoa de Jesus, que Ele é “o próprio Deus:” Quem Isaías, mais expressivo profeta messiânico de Israel, disse que “virá vos salvar” (35:4).

Razões adicionais

Caro Sr. Salomão: Eis aqui outros motivos apresentados em resposta à sua consulta: – “Por que  Céus você, um judeu, havia de se tornar Católico?”
1- Porque eu acreditava que Jesus provou ser o Messias que afirmava ser, em resposta à demanda apaixonada do Sumo Sacerdote Caifás no julgamento perante o tribunal judaico, quando o sinistro fez com que fosse condenado por blasfêmia (St. Matt. 26:63 ).
2- Porque eu acreditava que Jesus provou ser o Messias por seus ensinamentos, obras, vida, morte, ressurreição e no cumprimento de suas profecias.
3- Porque eu acreditava que Jesus fosse o personagem como Isaías disse, que o Messias seria o “Emanuel, Deus conosco” (7:14): “Deus, o Poderoso, o Pai do mundo vindouro, o Príncipe da Paz” (cap. 9). O “preexistência da (breve) Messias antes da criação” e “depois da criação do mundo”, a Enciclopédia Judaica afirma ser ensinamentos judaicos (Vol. 10, p. 183).
4- Porque eu acreditava no “Deus conosco”, o Messias preexistente, que Maria, o Lírio de Israel, trouxe ao mundo, como o verdadeiro Deus, assim como verdadeiro homem, a segunda pessoa do Deus Uno e Trino. Isso significa para os Católicos, e, portanto, para mim, que Deus é uma substância em três Pessoas distintas: Pai, o Criador, o Redentor Filho e do Espírito Santo, o Santificador. Este conceito plural do Único e Verdadeiro Deus, eu acreditava ter estado na mente de Moisés, quando, no livro de Gênesis, ele registrou que “Deus disse deixe NOS (Elohim) fazer o homem à NOSSA imagem e semelhança.” Este nome plural de Deus aparece 2.570 vezes na Bíblia, enquanto que o singular (Eloah) é rara.
5- Porque eu acreditava nas seguintes passagens do Antigo Testamento, que devem ser aceitas como vindas de Deus para alguém ser um judeu no sentido religioso do termo. Elas são as “escrituras” das quais Jesus falou aos judeus de Jerusalém, dando “testemunho” que Ele é o Messias (João 5:39).
6- Porque eu acreditava na descrição de Velho Testamento sobre a vinda do Messias Jesus montado, e Ele só. Ele nasceu em Belém, a Cidade de Davi (Michaes 5:2), sob a estrela de Jacó (Nm 24:17); da família de David (Paril. 17]: 1-14), na tribo de Judá (Gênesis 49:10), no momento exato predisse a vinda do Ungido, no capítulo 9 de Daniel. Jesus estava para ser adorado por Reis, que viriam trazendo presentes (Sl 71:10), Ele foi saudado com hosanas ao montar em um jumento (Zach. 9:9); falsamente acusado (Sl 108:2-3) ; traído (Sl 40), flagelado e cuspido (Is. 50:6); fel e vinagre dado a beber (Sl 68:22); levado como ovelha para o abate (Sl 40:10); Suas mãos e os pés seriam perfurados (Sl 21:17); e crucificado (Sl 21:14-17). No entanto, seu túmulo foi glorioso, pois, como disse Isaías, Ele ressuscitou dentre os mortos (Isaías 11:10), como Ele fez.
7- “Por que Céus eu, um judeu, me tornei Católico?”: Deus é a resposta; Aquele que, falando através de Moisés, chamou a mim, a você, e a todos os outros israelitas em todo o mundo, para “escutarem o profeta da Nação (Israel), “que seria” semelhante a mim “(Dt 18:15). Esse profeta é Cristo, que provou ser mais semelhante a Moisés do que qualquer outra pessoa na história de Israel. Ambos expuseram princípios religiosos básicos, ambos foram os legisladores, ambos operaram milagres, ambos eram mediadores entre o homem e Deus, o Pai do Céu, ambos foram rejeitados pelo seu povo, e ambos terminaram suas vidas em aparente fracasso.

No entanto, Jesus era maior do que Moisés, em que muito ensinado por Moisés era de natureza temporária, sendo obrigatório apenas até o seu cumprimento pelo profeta vinda, Cristo. Moisés ensinou aos pobres os não farás; Cristo ensinou as bem-aventurancas, [um contraste que] pode ser chamado de negativos e positivos dos ensinamentos divinos. Moisés falou com Deus Pai em uma nuvem; Cristo viu O cara a cara. Moisés revelou a natureza de Deus, o “Eu Sou Quem Sou:” Considerando que Cristo reivindicou ser o “EU SOU”, e provou-o pelos ensinamentos de Sua vida e obra. Moisés declarou os terrores do pecado, Cristo salvou do pecado; Moisés pecou, Cristo não tinha pecado, Moisés ofereceu o sangue de animais para sacrifício, Cristo ofereceu seu próprio sangue para sacrifício; Moisés selecionou 12 espias (Nm 13); que Cristo selecionados 12 apóstolos, Moisés selecionou Josué como seu sucessor e  Cristo designou Pedro como seu Embaixador Plenipotenciário.
Moisés fez uma aliança com Deus obtida no Monte Sinai para os filhos de Israel, e que Cristo, o “Um só pastor” quem Ezequiel disse que viria para pastorear o rebanho de todas as partes da terra (34:23), instituiu a nova aliança anunciada por Jeremias, uma aliança universal (31) .
Esta nova aliança, que veio para suceder a aliança mosaica, encarna uma Igreja de caráter universal, que é a Igreja Católica que Cristo estabeleceu. Ele tomou o lugar da Igreja, de um povo exclusivo, os filhos de Israel. Cristo instituiu o sacerdócio para a Sua Igreja, o sacerdócio predito para estar de acordo com a Ordem de Melquisedec (Sl 109). Era para ser e é um sacerdócio, sem levar em conta a linhagem dos seus membros. Este sacerdócio foi substituiu por Cristo o sacerdócio genealógico de Arão, o poder e a autoridade do sacrifício, que terminou quando o véu azul, púrpura e escarlate, pendurado no Santo dos Santos, ou no lugar Santo, foi providencialmente rasgado de cima para baixo (Êx 26; St. Matt. 28:51).
Proponho, meu caro Sr. Salomão, que um estudo imparcial da longa resposta a sua consulta: “Por que Céus você, um judeu, haveria de se tornar Católico?” Deveria convencê-lo que é a crença no Antigo Testamento Judaísmo e não repúdio do judaísmo. É o amor da fé de Moisés e dos profetas, que é a base intelectual e moral para se formar na Sinagoga da Igreja. O assunto apresentado em anexo, tiradas em grande parte a partir de fontes judaicas da ordem mais elevada, deve convencê-lo de anomalia de restantes ovelhas perdidas de Israel, ao invés de serem incorporados ao redil místico, a Igreja Católica, em que tudo o que é grande e gloriosa no Antigo Testamento judaísmo, em princípio e de previsão, se manifesta em sua plenitude.
Traduzido por Helen Walker – Ecclesia Militans

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Um Milagre Eucarístico que ficou oculto 12 anos!



Milagre Eucarítico existe mesmo ?
Ou é Invensão da Igreja Católica ? 

Agimos como São Tomé quando duvidamos e queremos por o dedo na ferida aberta ao lado de Jesus.

Sacrário e pintura na igreja Sto. Antônio  por vandevoern.

Leia o Testemunho abaixo:

Um casal com problemas de relacionamento conjugal procurou Pe. Eli, quando ele era apenas um neo-sacerdote, via-se a principio ser um caso difícil tamanha era as diferenças entre os dois a começar por trinta anos na diferença de idade.

http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/eucaristia.jpg?w=130&h=120Depois de um longo dialogo e vários conselhos, pareceu-lhe que tudo ficaria bem entre o casal.

Foi quando a mulher pediu para lhe falar um outro assunto em particular.

Pensou Ele: Lá vem mais bomba !

Ela disse: Sabe Padre eu não sou Católica, sempre fui evangélica desde criança, mas tenho o costume de vir a missa de vez em quando, assim, só para ver como é!

Tenho uma dúvida, sempre quando passo em frente daquele sacrário eu sinto algo estranho,“ela sabia o nome, mais não sabia o que era”, sinto uma coisa dentro de mim que não sei explicar.

Então Padre Eli lhe deu, assim posso dizer, uma pequena aula de catequese, dizendo que ali estava o SACRAMENTO VIVO, Jesus Cristo presente em corpo, alma e divindade. E os detalhes que todo bom Católico deveria saber.

Ela ouviu e compreendeu o que estava sentindo em seu Coração, Era a Presença de Jesus Vivo.

Disse ela ainda: Padre tenho outra coisa a dizer;

Uma Lembrança que eu não consigo esquecer.

Sim Minha Filha.

Lembro-me quando tinha uns doze anos de idade, estávamos em uma casa reunidos quando chegou um jovem com uma rodinha branca nas mãos ”OSTIA”, dizendo, veja aqui, eu fui a uma missa, entrei na fila da Comunhão e fingindo ser Católico, peguei a Óstia e ao invés de coloca-la na boca, coloquei no bolso e trouxe até aqui este pedaço de pão, e vou lhes mostrar hoje, aqui e agora a grande mentira, a falsidade desta Igreja Católica que inventou este tal de corpo de Cristo e fica enganando a todos os católicos que lá participam.

O jovem pegou um martelo grande, colocou o pedaço de pão em cima de uma mesa, e numa só batida acertou-a de tal forma que a dissolveu por completo, vi também, que as pessoas próximas a ele, principalmente ele mesmo ficou todo respingado de vermelho côr de sangue, até a parede branca ficou toda marcada de vermelho.

O jovem não ficou bem, não estava normal, ficou totalmente fora de si e teve que ser internado num hospital. Não sei o que houve com ele, e nunca mais o vi, ninguém nunca mais tocou no assunto e não falavam sobre isso, e eu não sei até hoje o que aconteceu naquele dia.

Para Padre Eli isto também foi uma grande surpresa, vendo que um Testemunho como esse, um milagre Eucarístico ocorrido entre os evangélicos permaneceu tanto tempo escondido, logicamente não há provas nem estudos científicos nem nomes serão divulgados, pois o que ocorreu foi o contrário, não foi proposto preservar as provas que simplesmente foram apagadas, e estudar ou divulgar os fatos nem pensar, mas na memória de uma criancinha jamais foi esquecido e ficou gravado cada detalhe como num filme.

MILAGRE DE LANCIANOHá um Milagre Eucarístico recente como o de Lanciano ocorrido em 2003 na Itália, que apesar dos testemunhos e estudos terem comprovado a sua veracidade ainda não foi divulgado e nem declarado como um Milagre Verídico pela Igreja.

Após Padre Eli ter lhe explicado o que houvera acontecido.

Ela então lhe fez uma ultima pergunta;

O que é preciso para fazer a Primeira Comunhão?

eucaristia.jpg

Deus Sempre fez e faz Milagres diariamente em nossas vidas, nós é que fazemos questão de não vê-los e outras vezes, como neste caso, até mesmo de OCULTÁ-LOS tendo esquecê-los por completo.

Diz um bom ditado, o pior cego é aquele que não quer ver, refletindo o interrogatório dos fariseus ao cego curado por Jesus.

(São João 9)

26 – Perguntaram-lhe ainda uma vez: Que foi que ele te fez? Como te abriu os olhos?

27 – Respondeu-lhes: Eu já vo-lo disse e não me destes ouvidos. Por que quereis tornar a ouvir?

Muitos duvidam como São Tomé e querem colocar o dedo na ferida de Jesus para comprovar a Verdade e Acreditar que Ele está Vivo realmente.

Acreditar naquilo que se vê, não é Fé, Fé é crer naquilo que não se pode ver. (Hebreus Cap 11)

Já a muito tempo Deus tem falado em particular também aos irmãos separados a respeito dos Sacramentos que não são vividos lá, tentado aproxima-los novamente de sua Mãe a Virgem Maria, isto sem propor uma troca de religião, mas sim um acolhimento destas Verdades.

Quando o Padre Eli contou este testemunho, veio me claramente uma cena do filme a Paixão de Cristo do Mel Gibson, quando o soldado Levanta o Martelo e bate no Cravo nas mãos de Jesus ocorre exatamente o que foi testemunhado acima, cena que, não foi vista pela jovem mulher, uma vez que, o testemunho é anterior à gravação do filme.

Esta cena está na foto e no Trailer Abaixo:

APRECIE UMA MUSICA

DE REFLEXÃO.


Paixão de Cristo musica Getsemani



INOVAÇÕES ROMANISTAS - SEGUNDA "INOVAÇÃO" - AS IMAGENS

EVANGÉLICO - Mas não poderá negar que ao menos o culto das imagens é uma inovação; é um paganização do cristianismo.

CATÓLICO - Não é inovação nem paganização; é simplesmente obediência à lei de Deus, o qual mandou honrar seus servos fiéis.

- Aos servos fiéis, sim, mas às imagens, não.

- Se eu honro a um amigo, eu lhe venero também o retrato; uma coisa tem relação com a outra.

- Mas Deus proibiu todas as imagens.

- Se fosse assim, teria proibido também os retratos que também são imagens.

- Mas é que os retratos não se adoram; e os católicos adoram as imagens. São idólatras.

- O Sr. pecou e merece o inferno.

- Por que?

- Porque Jesus disse: "quem disser a seu irmão 'ímpio' merece o fogo do inferno", e o Sr. disse pior, disse que os católicos são idólatras.

- Mas eles se ajoelham diante de uma imagem; e isso é idolatria.

-  Ajoelhar-se ainda não é adorar. Adoração é um ato interno: é reconhecer alguma coisa como Deus. E isso não fazem os católicos.

- Eles adoram um pau, uma pedra; e rezam aos mesmos.

- O que fazem é venerar, não o pau, ou a pedra em si mesmos, e sim pelo que representam.



- Mas eles dizem "este é Santo Antônio, aquela é Santa Terezinha".

-Dizem isso figuradamente, assim como o Sr. diz diante de uma retrato de seu pai "este é meu pai". O sentido é "este representa meu pai", pois não é?

- Deixo de saber. O que sei é que ouço muitos católicos: "Eu adoro os santos".

- Mas não com o sentido de adorar, como se adora a Deus.

- Deixo de saber. Adorar é adorar, e só se adora a Deus.

- Então em português uma palavra só poder ter uma significação? Meu caro, há muito palavras que têm muitos sentidos. Por exemplo, há no campo certo animal a que chamamos burro. E o mesmo nome damos a certa classe de gente...

- Adorar é adorar.

- Olhe que a teimosia tem parentesco com a ignorância.

- Lá sei eu! Só sei que adorar é adorar.

- Escute, os pais são Deus?

- Não, Sr.

- As noivas são Deus?

- Não.

- E, no entanto, os filhos e os noivos, quando escrevem aos pais ou às noivas, dizem: meus adorados pais ou minha adorado Fulana... É ou não é?

- Mas, embora os católicos não adorem as imagens, Deus proibiu que se fizessem imagens.

- Isso é que não.

- Sim, Sr. - Disse Deus: (Êxodo 20,4). Não farás para ti imagem de escultura, nem figura alguma de tudo o que há em cima no Céu, e do que há debaixo na terra". 

Está aí a condenação do romanismo idólatra. Esta eu ganhei.


- Eis um exemplo de má interpretação de um texto bíblico. Nenhum texto deve ser separado do resto da Bíblia nem deve excluir a história e as circunstâncias em que se deu e nem, muito menos, o contexto. E tudo isso excluiu o protestantismo, para condenar o odiado 

"Romanismo" para a pecha de idolatria. O Cordeiro deve desaparecer; por isso deve ser idólatra.

Mas vejamos o que o protestantismo omitiu, por desfaçatez ou ignorância. Reconstruamos os fatos, olhemos o contexto e os textos referentes ao caso. Diga-me: quantos anos faz que o elemento italiano entrou no Brasil?

- Pouco mais de 70; não chegam a 100.

- E não há italianos completamente abrasileirados, com língua, usos e costumes nossos?

- Conheço muito assim.

- Imagine: em 70 anos, o povo perdeu o uso da língua hebraica, aprendendo  a língua dos assírios, o aramaico. A prova está que quando voltaram a Jerusalém, um velho, Esdras, foi obrigado a traduzir os livros sagrados do hebraico para o aramaico, para que o povo os entendesse.

- A que vem essas tiradas. Isso são voltas...

- Não me interrompa. Ouça.Quantos judeus entraram no Egito e quantos anos ficaram lá?

- Entraram Jacó, seus doze filhos e a criadagem. ao todo eram uma 70 pessoas. Ficaram no Egito 400 anos.

- E eram livres ou escravos?

- Escravos, pois consta que ele fizeram algumas das pirâmides do Egito, a que se chamava Terra da Servidão (Ex 20,1).

- Pois agora vem a conclusão. Se o povo italiano, livre e independente modificou-se por influências mesológica em um pouco mais de 50 anos, se os próprios hebreus em 70 anos, tornaram-se assírios perfeitos, e os judeus escravos ficando no Egito por 400 anos, tornaram-se, logicamente, egípcios perfeitos. Não acha?

- É lógico. E daí?

- Daí se deduz que eles adotaram também os costumes egípcios.

- É de se supor, pois era um povo abandonado.

- Pois bem. Narram-nos a história e a arqueologia que no Egito quase todas as criaturas eram tidas como deuses. Havia e deus sol, a deusa luz, o deus Nilo, o Deus Leviatan (jacaré), o deus Ibis (um pássaro), o deus Isis, o deus Ápís (boi), o deus gato, e uma infinidade de outros deuses. Só não conheciam o Deus verdadeiro. Ora, o povo hebraico, naquele meio, foi na "onda". Nem pode deixar de ser assim. as Deus não estava satisfeito com isso.l Passados 400 anos, quis tirar o seu povo da terra da escravidão. Destacou Moisés para esse fim. Confirmou a sua palavra com prodígios, a fim de que o povo ficasse ciente de que ele era o Deus verdadeiro e não um deus do Egito.

Nenhum lugar é mais apropriado para a reforma de um povo do que o deserto. No deserto, pois, enquanto sustentava o seu povo com o maná, Deus chamou Moisés ao monte e, desde o princípio do capítulo 20 do Êxodo, se vê que implica com os deuses. Vejamos: "Eu sou o Senhor teu Deus... Não terá deuses estrangeiros diante de mim"Entendeu?

Só depois especifica os deuses: "Não farás para ti imagem...". Imagem de que? Do que tinha acabado de declarar. De deuses. Isto diz o contexto e não eu.

- Bem. Mas no texto citado por mim não diz desus. Só fala em imagens e nada mais.

- Mas o contexto o diz. Aliás, a sua confusão originou-se pela pontuação e pela separação dos versículos, coisa que Moisés não conheceu. E Deus supõe, quando lemos a Bíblia, que enxerguemos um palmo adiante do nariz e vejamos o que vem antes e depois, para do todo inferirmos alguma coisa. Um exemplo: Responda à pergunta - Jesus é maior de todos os homens?

- Sim. Ele é o homem-Deus. Di-lo Lutero.

- E Maria é maior que todos os homens, excetuando-se Cristo?

- Perfeitamente, porque é a mãe de Jesus, que é Deus.

- Como se explica, então, as palavras de Jesus em São Lucas, referentes a São João Batista do qual diz: "... dos nascidos de mulher ninguém há maior que João Batista"?. E Jesus e Maria erama nascidos de mulher... Logo, o texto, tomado sem o contexto, diz uma heresia: que João Batista é maior do que Jesus e Maria. E n]ão pode ser. Pode explicar-se o caso?

- No momento não recordo a saída.

- A explicação é esta. Alguns versículos antes falou Jesus em profetas. Depois de alguns versículos diz: dos nascidos de mulher não há... dos o que? Dos profetas, dos quais falara antes.

Assim também no nosso caso. Proscreve imagens, mas,m que imagens? Todas? Não. As imagens a que se referiu antes, dizendo: não terás outros deuses estrangeiros diante de mim. Não acha?

E, como prevendo as dúvidas protestantes, Deus especificou as tais imagens (Dt 4, 16-19).

- Que é que se lê aí?

- Vers. 16: "Por não suceder que, enganados, façais para vós alguma imagem de escultura, ou alguma figura de homem ou de mulher.

17 - Nem semelhança de quaquer animal que há sobre a terra, ou das aves que voam debaixo do céu.

18 - Ou dos répteis que se movem na terra,m ou dos peixes que deb aixo da terra moram nas águas.

19 - Não seja que levantado os olhos ao céus, vejais o sol e a lua, e todos os astros do céu, e, caindo no erro, adoreis e deis culto a essas coisas que o Senhor vosso Deus criou para serviço de todas as gentes que vivem debaixo do céu"

Então viu quais são as imagens? de deuses, dos deuses que se adoravam no Egito.

Em São Paulo (Rm 1,23) se acha a mesma coisa: "E mudaram a glória de Deus incorruptível em semelhança de figura de homem corruptível, de aves, e de quadrúpedes, e de serpentes".

Falar mais claro é impossível. Que pensa disso?

- ?

- Vejamos os outros textos que se referem ao de Ex 20,4. Deus quis dar leis ao povo que Moisés tinha diante de si. Eram leis práticas. Deus não havia de proibir coisas que o povo não conhecia. Ora, no Egito podia haver tudo, mas não imagens de santos, Logo, Deus não tencionava condená-las, pelo menos naquela ocasião. Vejamos , em contra-prova, as imagens que o povo conhecia.


Em seguida (cap 32, v. 1), o povo, vendo que Moisés não descia do monte julgando, provavelmente que Deus que os tirara do Egito se esquecera deles, foram ter com Aarão e lhe disseram: "Faze-nos deuses". Não disseram:"Faze-nos santos", mas "faze-nos deuses". E, tendo Aarão feito um bezerro de outro (imitação do boi Ápis, do Egito), disseram: "Estes são, ó Israel, os teus deuses que te tiraram da terra do Egito" (Ex 32,4).

Parafraseando a Escritura se poderia dizer: "Estes são, ó protestantes, os deuses atingidos por Deus njs proibições das imagens, porque esses eram os deuses, conhecidos por Israel". E, quando Moisés desceu, logo condenou o povo, acusando-o de pecado: "Vós cometestes o maior pecado" - E a Deus disse "Rogo-te; este povo cometeu o maior pecado, fazendo para si deuses de ouro" (Ex 32,31).

Os salmos e os outros livros estão cheios de contraposições: de um lado, aparece o Deus verdadeiro, e de outro, os deuses falsos ou os ídolos, aos quais se tomava por divindades. Contra estes é que Deus se rebela e não contra simples imagens, que não tomamos como deuses, e sim que para nós representam servos de Deus.

Não nota diferença entre as imagens dos santos dos católicos e os ídolos pagãos?

- Mas extremamente se parecem.

- Parecer não é ser. Semelhança não é igualdade. Não deve tomar, a nuvem por Juno. A semelhança externa não faz dificuldade. Tudo depende do culto prestado às imagens. A Igreja condena a idolatria, mas aprova aveneração das imagens de servos de Deus.

- Mas os que observam a Igreja, pensam que os católicos têm as imagens por ídolos. Daí a pecha de idolatria.

- Nunca se deve fazer juízo temerário do próximo. Não há católico, por mais atrasado que seja, que julgue serem ídolos as imagens. Todos sabem que são retratos dos servos de Deus, não divindades.

E depois, Deus não só não proibiu imagens de anjos e santos, como, pelo contrário as apoiou.

Quem foi que, no cap. 25, v. 18 do Êxodo, mandou que Moisés fizesse dois querubins de ouro batido?

- Foi Deus, mas mandou fazê-los só para ornamento.

- Deixo de saber o fim para o qual tinha sido. Aqui se trata de saber se se pode fazer imagens ou não. Se Deus mandou que se fizessem, nós podemos fazer, pois Deus não é o princípio da desordem, mas da ordem. Ele não podia mandar fazer coisas por ele proibidas. Ainda mais, essas imagens não eram simples ornamentos.

"E no meio delas eu hei de falar-lhes" disse Deus. Se fosse simples ornamentos, seriam dois vasos de flores, duas rosas. Faziam parte integralmente da arca que o povo não podia tocar, sob pena de morte. Logo, não eram um mero ornamento. E que fossem... Não haveria nisso dificuldade nenhuma, visto que a questão está em saber se se pode ou não fazer imagens.