Milagre o Testemunho da Verdade

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Santificados pelo sofrimento

O sofrimento santifica?Sentimos em nossa carne, que a conquista da santidade é algo que supera as nossas forças humanas, por isso os santos parecem aos nossos olhos como sobre-humanos. Na verdade, foi com o auxílio da graça de Deus que chegaram ao estado da bem-aventurança. “O que é impossível à natureza, é possível à graça de Deus”, disse Santo Agostinho. Ele ensina que a graça não anula e nem dispensa a natureza, a enriquece. Como Deus nos vocacionou para sermos santos, Ele dirige a nossa vida e os nossos passos sempre nessa direção. Na medida que a nossa liberdade o consente Ele dirige os nossos passos para esse fim. É por isso que nos acontecimentos de nossa vida muitas vezes não entendemos o que nos sucede. Na verdade é a mão de Deus a nos conduzir.
O médico não prescreve o medicamento que agrada ao paciente, mas aquele que o cura. Assim também, como o Médico das almas, Deus nos apresenta muitas vezes remédios amargos, mas é para a nossa santificação. Assim, as provações e as tentações que Deus permite que nos atinjam são para o nosso bem espiritual. A Bíblia nos dá essa certeza. Àqueles que querem ser seus discípulos o Senhor exige: “Tome a sua cruz cada dia e siga-me” (Lc 9,23). Após a disposição interior de “renunciar a si mesmo”, é preciso a mesma disposição para “tomar a cruz cada dia”. Foi com a cruz que o Cordeiro de Deus tirou o pecado do mundo, e é também com a cruz que Ele tira o pecado enraizado em cada um de nós. Sabemos que o sofrimento não é obra de Deus, é a consequência do pecado.
 “O salário do pecado é a morte” (Rom 6,23). Para dar um sentido ao sofrimento, Jesus o transformou em “matéria prima” da nossa salvação. Quem quer chegar à santidade não deve ter medo da cruz e deve toma-la, resolutamente, “a cada dia”, como disse Jesus, porque é ela que nos santificará. Para entender essa pedagogia divina vamos examinar o que nos ensina a Carta aos hebreus, no capítulo 12, sobre as provações. Começa dizendo que assim como fizeram os santos, devemos nos “desvencilhar das cadeias do pecado” (v.1), enfrentando o “combate que nos é proposto”, como Jesus, que “suportou a cruz” (v.2), sem se deixar “abater pelo desânimo”(v 3). Em seguida mostra”nos que tudo é válido na luta contra o pecado. “Ainda não tendes resistido até ao sangue, na luta contra o pecado” (v.4).
 Nesta luta vale a pena derramar até o próprio sangue, a própria vida. Em seguida a Carta recorda a citação dos Provérbios que diz: “Filho meu, não desprezes a correção do Senhor. Não desanimes,quando repreendido por ele, pois o Senhor corrige a quem ama e castiga todo aquele que reconhece por seu filho” (Prov. 3,11). Assim como nós pais terrenos, corrigimos os nossos filhos, porque os amamos, Deus também o faz conosco. Quantas vezes eu precisei segurar no colo os meus filhos, quando ainda pequenos, para que o farmacêutico os aplicasse uma injeção. Só o amor por eles me obrigaria a tal ato, mesmo com o seu choro nos meus ouvidos. Assim também Deus faz conosco; por amor, permite que as provações arranquem as ervas daninhas do jardim precioso de nossa alma.
A palavra de Deus diz: “não desprezes a correção do Senhor” (v.5), portanto devemos acolhe-la, amá-la, mesmo que nos incomode. E ela continua: “Estais sendo provados para a vossa correção: é Deus que vos trata como filhos. Ora, qual é o filho a quem seu pai não corrige ?” (v. 7). Somos filhos legítimos de Deus, e não bastardos, por isso Ele nos corrige (V.8). E a palavra de Deus nos diz que Ele nos corrige “para nos comunicar a sua santidade” (v.10). Aí está a razão pela qual Jesus nos manda abraçar a cruz de cada dia. É pelas pequenas e numerosas cruzinhas de cada dia que o Artista Divino vai moldando a nossa alma, à sua própria imagem. A nós cabe ter paciência e aceitar cada sofrimento, cada revés, cada humilhação, cada doença, enfim, cada golpe do Artista, com resignação e ação de graças.
A nossa natureza sempre se revolta, se impacienta e se agita desesperada, e com isso, só faz aumentar ainda mais o sofrimento e agrava a situação. O segredo para se sofrer com paciência é não olhar nem para o passado e nem para o futuro, mas viver, na fé, o presente. Um dos grandes conselhos que Jesus nos deixou no Sermão da Montanha foi este: “Não vos preocupeis pois com o dia de amanhã (…). A cada dia basta o seu mal” (Mt 6,34). Deus sempre nos dará a graça necessária para carregar, com determinação, a cruz de cada dia que nos santifica.
Cada um de nós têm a sua própria cruz, única e exclusiva, pois para cada tipo de doença há um remédio próprio.
A nossa cruz “de cada dia” é formada de tudo o que fazemos e sofremos: o trabalho diário, as preocupações, a falta de dinheiro, a doença, o acidente, a contrariedade, as calúnias, os mal entendidos, enfim, tudo, o que nos desagrada. Tudo isto se torna sagrado quando abraçado na fé e colocado no cálice do sangue do Senhor celebrado a cada dia no altar.
Certa vez, andando no Cemitério, por entre as sepulturas, em dado momento deparei”me com essa frase em uma delas: “A melhor oração é o sofrimento”. É verdade, pensei, mas desde que seja abraçado na fé e na paciência, e oferecido ao Pai junto com o sangue de Jesus.
A cruz se torna mais suave quando é aceita por amor a Deus. Jesus mesmo ensinou à confidente do seu Coração, Soror Benigna Consolata, como se deve sofrer: “Quando sofres, quer interna quer externamente, não percas o merecimento da dor. Sofre unicamente por Mim”. Sofrer tudo por amor a Jesus, eis o segredo de sofrer bem . Santo Agostinho tem uma frase que nos ensina bem tudo isso: “Quando se ama não se sofre, e se sofre, ama”se o sofrimento”. Quanto mais calados sofrermos, sem ficarmos buscando o consolo das pessoas que nos cercam, choramingando as nossas dores, tanto mais cresceremos na santidade, e tanto mais teremos méritos diante de Deus. A maior vitória sobre o sofrimento, qualquer que ele seja, será sempre o nosso silêncio e aceitação.
Muitas vezes nos impomos uma série de mortificações, mas os santos ensinam que as melhores cruzes são aquelas que Deus permite que cheguem a nós. “São Francisco de Sales dizia que: “As cruzes que encontramos pelas ruas são excelentes, e que mais o são ainda” e tanto mais quanto mais importunas ” as que se nos deparam em casa”. Valem mais as cruzes do que as disciplinas e os jejuns. De que adianta a penitência que voluntariamente nos impomos, se não aceitamos aquelas que diariamente Deus nos impõe, na medida exata da nossa correção? De nada valeria o sacrifício de um enfermo que quisesse tomar muitos remédios amargos que não fosse aquele receitado pelo médico. De forma alguma devemos desprezar as mortificações que nos impomos, contudo, mais importante do que elas são as que a divina providência nos manda.
São Paulo dizia aos romanos que “tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus” (Rom 8,28). Deus sabe aproveitar todos os acontecimentos da nossa vida para o nosso bem. Aceitar isso é ter fé, é saber abandonar-se nas mãos divinas, como o enfermo se entrega nas mãos do médico em que confia.
Tudo o que podemos passar nesta vida é pouco em vista da grande obra de santificação que Deus quer fazer em nós. Não podemos perder de vista o objetivo de Deus Pai que nos “predestinou para sermos conforme à imagem de seu Filho” (Rom 8,29). São Paulo tinha isto tão certo que disse aos romanos:
“Tenho para mim que os sofrimentos da presente vida não têm proporção alguma com a glória futura que nos deve ser manifestada” (Rom 8,18).
É grande demais a obra que Deus está fazendo em nós. Santo Agostinho nos ensina que Deus “não permitiria o mal se não soubesse tirar dele um bem maior”. E que muitas vezes Deus permite que o mal nos atinja para evitar um mal maior.
As provações nos fortalecem para o combate espiritual; por isso, os Apóstolos sempre estimularam os fiéis a enfrentá”las com coragem. São Pedro diz:
“Caríssimos, não vos perturbeis no fogo da provação, como se vos acontecesse alguma coisa extraordinária. Pelo contrário, alegrai”vos em ser participantes dos sofrimentos de Cristo…”(1 Pe 4,12).
E ele ensina que a provação nos levará à perfeição:
“O Deus de toda graça, que vos chamou em Cristo à sua eterna glória, depois que tiverdes padecido um pouco, vos aperfeiçoará, vos tornará inabaláveis, vós fortificará” (1 Pe 5,10).
É importante notar que o Apóstolo ensina-nos que a provação nos “aperfeiçoará-e nos tornará “inabaláveis”. É importante não se deixar perturbar no fogo da provação. Não se exasperar, não perder a paz e a calma, pois é exatamente isto que o tentador deseja. Uma alma agitada fica a seu bel-prazer. Não consegue rezar, fica irritada, mal humorada, triste, indelicada com os outros, etc. O antídoto contra tudo isso é a humilde aceitação da vontade de Deus no exato momento em que algo desagradável nos ocorre, dando, de imediato, glória a Deus, como São Paulo ensina: “Em todas as circunstâncias dai graças, pois esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus” (1 Tes 5,16). É preciso fazer esse grande e difícil exercício de dar glória a Deus na adversidade. Nesses momentos gosto de ficar glorificando a Deus, rezando muitas vezes o “Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo …” até que minha alma se acalme e se abandone aos cuidados de Deus. Essa atitude muito agrada a Deus, pois é a expressão da fé pura de quem se abandona aos seus cuidados. É como a fé de Maria e de Abraão que “esperaram contra toda a esperança” (Hb 11,17-19), e assim, agradaram a Deus sobremaneira.
Jó agradou muito a Deus porque no meio de todas as provações, tendo perdido todos os seus bens e todos os seus filhos, ainda assim soube dizer com fé :
“Nu sai do ventre da minha mãe, nu voltarei. O Senhor deu, o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor! ” (Jo 1,21).
Afirmam os santos que vale mais um “bendito seja Deus!” pronunciado com o coração, no meio do fogo da provação, do que mil atos de ação de graças quando tudo vai bem.
O pecado original corrompeu tão intensamente o estado de santidade e de justiça original, em que Deus nos criou que, só mesmo com as provações Ele retira as “ervas daninhas” que se entranharam no jardim da nossa alma, que é propriedade de Deus. O Jardineiro divino da nossa alma sabe os métodos que deve empregar para limpar cada alma. Santa Teresa diz que sentiu Jesus dizer-lhe:
“Fica sabendo que as pessoas mais queridas de meu Pai são as que são mais afligidas com os maiores sofrimentos”. E por isso afirmava que não trocaria os seus sofrimentos por todos os tesouros do mundo. Tinha a certeza de que Deus a santificava pelas provações. A santa chega a dizer que “quando alguém faz algum bem a Deus, o Senhor lhe paga com alguma cruz”. Para nós essas palavras parecem até um absurdo, mas não para os santos, que conheceram todo o poder salvífico e santificador do sofrimento.
São Paulo ensina que:
“As nossas tribulações de momento são leves e nos preparam um peso de glória eterna” (2Cor 4,17).
Quando São Francisco de Assis passava um dia sem nada sofrer por Deus, temia que Deus tivesse se esquecido dele. São João Crisóstomo, doutor da Igreja, diz que “é melhor sofrer do que fazer milagres, já que aquele que faz milagres se torna devedor de Deus, mas no sofrimento Deus se torna devedor do homem”.
Só aceitaremos e amaremos o sofrimento quando enterdermos, como os santos, que por meio dele, Deus destrói em nós as más inclinações interiores e exteriores, que impedem a nossa santificação. As ofensas, as injúrias, os desprezos, os cinismos irritantes, as doenças, as dores, as lágrimas, as tentações, a humilhação do pecado próprio, etc., nos são necessários pois dão”nos a oportunidade de lutarmos contra as nossas misérias. Isto não quer dizer que Deus seja o autor do mal, ou que Ele se alegre com o nosso sofrimento, não. O que Deus faz, de maneira até amável, é transformar o sofrimento, que é o salário do próprio pecado do homem, em matéria prima de sua própria salvação, dando assim, um sentido à dor. A partir daí, sob à luz da fé, podemos sofrer com esperança. É o enorme abismo que nos separa dos ateus, para quem a dor e a morte, continuam a ser o mais terrível dos absurdos da vida humana.
A paciência na dor é a grande arma do santo. São Tiago afirma que a paciência produz uma obra perfeita. Veja o que ele diz:
“Meus irmãos, tende por motivo de grande alegria o serdes submetidos a múltiplas provações, pois sabeis que a vossa fé, bem provada, leva à perseverança, mas é preciso que a perseverança produza uma obra perfeita, a fim de serdes perfeitos e íntegros sem nenhuma deficiência” (Tg 1,2″4).
A provação produz a perseverança, e por ela, passo a passo, chegaremos à perfeição, é o que nos ensina com essas palavras São Tiago.
O capítulo dois do Livro do Eclesiástico é o “hino da paciência”. Deveríamos decorar suas palavras:
“Meu filho, se entrares para o serviço de Deus (…) prepara a tua alma para a provação; humilha teu coração, espera com paciência (…) não te perturbes no tempo da infelicidade, sofre as demoras de Deus; dedica-te a Deus, espera com paciência” (Eclo 2,1-3).
“Aceita tudo o que te acontecer; na dor, permanece firme; na humilhação, tem paciência. Pois é pelo fogo que se experimentam o ouro e a prata, e os homens agradáveis a Deus, pelo cadinho da humilhação” (4-6).
Essas palavras precisam ser muito bem assimiladas, amadas e vividas. É a paciência que nos levará ao céu. São Gregório Magno afirma que todos os santos foram mártires ou pela espada ou pela paciência. São Paulo gloriava-se nas provações:
“Nós nos gloriamos também nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a perseverança…” (Rom 5,3-5).
Sofrer com paciência é sabedoria, pois assim se vive com paz. Quem sofre sem paciência e sem fé, revolta”se, desespera”se, e sofre em dobro, além de fazer os outros sofrerem também. Santo Afonso diz que “neste vale de lágrimas não pode ter a paz interior senão quem recebe e abraça com amor os sofrimentos, tendo em vista agradar a Deus”. Segundo ele “essa é a condição a que estamos reduzidos em consequência da corrupção do pecado”.
É preciso aqui, ressaltar ainda uma vez mais, que as mortificações que aparecem contra a nossa vontade são as mais agradáveis a Deus, quando as abraçamos com fé e paciência. Diz o livro dos Provérbios que:
“Mais vale o homem paciente do que corajoso” (Pr 16,32).
Quando eu tinha vinte e dois anos de idade, recém formado na Faculdade, fui aprovado em concurso para Professor de uma Faculdade Federal de Engenharia. Casei”me no mesmo ano e nosso primeiro filho nasceu no ano seguinte. Sentia”me como um rei; tudo estava perfeito na minha vida. De repente, em poucos dias comecei a sentir a minha vista enfraquecer. Fui ao médico e ele constatou uma doença incurável, ceratrocone, deformação da córnea. Eu teria que usar lentes de contato, de vidro, para sempre, até quem sabe, me submeter um dia a transplante das córneas.
Tudo aquilo, tão rápido, despencou sobre a minha cabeça como uma tempestade; e eu fiquei perguntando a Deus o que tudo aquilo significava. Isto já faz vinte e quatro anos. Lembro-me que naqueles dias, perguntei ao Pe Jonas Abib, que era o nosso diretor espiritual, sobre aquilo que eu sofria. Ele me disse:
“Eu não sei o que Deus quer com isso, mas certamente ele tem um plano atrás desses acontecimentos”.
Hoje, 24 anos depois, posso avaliar o quanto esta enfermidade ajudou-me a crescer espiritualmente. Talvez eu não estivesse hoje escrevendo essas páginas sobre o valor do sofrimento, se tudo isso não tivesse ocorrido. Aprendi a ser mais paciente comigo, com a doença, com os outros. Tive que fazer três transplantes das córneas, e atrás de tudo isto sempre vi a vontade de Deus na minha vida.
O homem de fé é aquele que está pronto a dizer sempre, em qualquer circunstância da vida: “Bendito seja Deus!”
Prof. Felipe Aquino


Eu acrescentaria mais alguma coisa, para aqueles que possam pensar que Deus nao pode tambem apesar de enviar os sofrimentos para nossa santificaçao, o mesmo tambem nos envia o milagre que nos cura dos nosso males, espirituais e fisicos, alem dos socorros financeiros, mas sem antes termos aprendidos com elas para nosso bem. Porem  é em verdade que vos digo que Deus quer antes de qualquer coisa a nossa salvaçao e foi por isto que Cristo veio nos salvar, isto nao quer dizer que nao possamos ter alegria nesta vida e sucessos em nossos empreendimentos, mais quer soframos, quer se alegremos, se alegremos no senhor, e no tocar do sofrimento e das contrariedades da vida  rendemos sempre gracas ao senhor bendizendo sempre ao nosso Deus nosso salvador em tudo, nao so quando ele atende nossas preces, mais e mais ainda quando parece que Deus nao nos ouve. Buscai em primeiro lugar o reinos dos ceus e sua justiça, e todas as outras coisas viram como acrecimo, pois do que vale ao homem conquistar o mundo todo e depois perder sua salvaçao.



Pois em verdade aqueles que buscam ao ceu e sua justiça, na abundancia financeira a buscaram mesmo tendo  prosperidade financeira, pois delas usara para fazer o bem, e transformara as benças financeiras que Deus envia para ser uma bença com o irmão que padece. Pois o Cristão deve se utilizar das benças e graças que Deus envia, seja do corpo seja da alma, seja os dons naturais e espirituais, sejam eles materias, devem ser usados para o bem, e nao so para nosso bem mas como instrumento de Deus em nossas vidas para salvaçao das almas.

Pois assim bons Cristaos utilizaram suas riquezas, para o bem da Igreja, na salvaçao das almas.

Assim os Santos usaram o  seus dons espirituais para o bem das almas. 

Assim os Cristâo quando na sua pobresa glorificaram a Deus seu salvador, e no seu sofrimento ofereceram suas orações ao proximo.

E todos levados pelo Espirito Santo as praticas da virtudes, levados para todo boa obra. Pois "Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; - Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa. - Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus." Mateus 5:14-16.

Por isto todos somos moldados para santificação, chamados para  toda boa obra, e todos glorificaram a Deus pela luz dos seus santos, pois neles resplandecera a luz que vem de Deus.

Por. Marcos Antonio.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Resposta a um protestante no Youtube

Resultado de imagem para Resposta a um protestante no Youtube 

Abaixo estar uma resposta dada a um protestante, que questionava mesmo  que educadamente o mesmo de outros protestantes, que confundem a veneração dada aos santos, como algo reprovável por Deus, além  das confecções das imagens, abaixo observaremos os questionamentos  e as respostas dadas ao mesmo.


Questionamento do Protestante:

Na verdade, a polemica que existe entre católicos e protestante está no fato de venerar e prestar culto à essas imagens de santos...diferentemente de uma biblia infantil ilustrada por exemplo que usam imagens graficas de desenhos para ilustrar mas ninguem presta culto ou faz oracoes para esses desenhos... Eu particularmente nao preciso dessas coisas para ter comunhao com Deus! Um abraço.


Resposta:

1ª Ninguém precisa destas imagens para ter comunhão com Deus, assim como não precisamos de imagens e fotos de nossos familiares para ter comunhão com eles, mas serve para recordar das pessoas que elas representam. 2º Uma é o culto devido apenas a Deus, outras é aos reis, outra são homenagens aqueles que fizeram a vontade de Deus ate perder a vida por isto. 3º Se ajoelhar não adorar, pois, Abraão se ajoelhou diante do anjo e não adorou, Moisés diante do sogro e não adorou, os soldados diante de Jesus e não adorou antes foi para zombá-lo. Venerar não é adorar, venerar é prestar homenagens aqueles que fazem a vontade de Deus, como tratamos os heróis da pátria, fazendo bustos e esculturas de suas proezas pela pátria, os santos fazemos pela sua coragem de negar asi mesmo para fazer a vontade de Deus. Veja, faziam procissões para aclamar o rei salomão, e a terra tremia, pelos cantos, pelas músicas e os gritos dos hebreus em dizer bendito salomão e bendito o homem de Deus, isto que é venerar, pois, é reconhecer aqueles que são exemplos de homem que fazem a vontade de Deus. Pedir a oração deles por nós é semelhante, pedir quando vocês pedem ao Pastor para orar por vocês, nós também pedimos ao Padre, mas também pedimos aqueles que deram a vida por Cristo a orar por nós, assim como São paulo ensinou a Igreja é corpo de Cristo quando a Igreja ora é Cristo orando, pois, quando somos batizados somos introduzidos ao corpo de Cristo, sendo Cristo o único intercessor, logo a Igreja e seus membros intercessora como o seu senhor, pois quando a Igreja e os membros dela intercede é Cristo intercedendo, e é por Cristo e pelos méritos de Cristo na sua paixão que Deus ouve, pois, é sempre Cristo intercedendo. 4º Adoração é devida apenas a Deus como o único e senhor de tudo e de todos, único e suficiente Deus, por ele todas as coisas foram criadas e por nosso bem enviou seu filho para nos salvar, e que o mesmo envia seus ministros, anjos e santos que são usados no ministério de fazer o mesmo que São Paulo nos ensinou, interceder por todos pelos homens, pelos reis, pelas autoridades para que o mundo se torne melhor, pois pelo batismo fomos introduzidos ao corpo de Cristo, e só por isto que quando os santos intercedem, Deus os ouve, pois, os mesmos amaram ao seu filho, e como o próprio Cristo falou o próprio pai os ama, e por isto, assim como na oração de Moisés que salvou 600 mil pessoas, Deus os ouve, pois, pela oração de um justo se muda a sorte de muitos, e em tudo isto é por Cristo e pelos méritos de Cristo que se fez a redenção do mundo.


Questionamento do Protestante:

Concordaria com vc se eu acreditasse que esses santos ou Maria fossem como Deus, Onipresentes, mas prefiro crer que só Deus tem esses atributos e tb seguir o ensinamento se Jesus de orar diretamente ao Pai em seu nome.



Em verdade, Nem os Santos, nem o Diabo está em todos os lugares, mas parece que muitos protestantes o atribui a onipresença como se eles estivessem em todo o lugar, que em verdade não estão, pois o que existe é muitos espíritos malignos, que são como cachorros ferozes só que estão presos e não podem fazer nada sem a permissão de Deus. No caso dos anjos e santos, eles não são onipresentes, só Deus é Deus e pelo Catecismo da Igreja os Santos e Maria em nada se compara com Deus, eles são menos que poeira, menos que um átomo em comparação a Deus, pois só Deus é Divino, mas em comparação a nós eles tomam distancia em dignidade e serviço a Deus, que os mesmos deram suas vidas para fazer a vontade do Senhor e são exemplos para nós, como São Paulo falou sejam meus imitadores como eu sou imitador de Cristo.. Em relação aos anjos todos nós temos um anjo protetor, guardião, dado por Deus para nos proteger e nos iluminar, e eles também fazem o papel de levar a Deus nossas orações e apresentar ao senhor nossas boas aventuranças, ao mesmo que Deus já de antemão tudo sabe, porem assim como as sagradas escrituras nos mostra, Deus se serve de seus ministros para serem colaboradores com sua igreja, com a missão salvadora de Cristo, se utilizando de Santos e anjos, do povo de Deus para que o maior número de pessoas se salvem e venham fazer parte do Reino do senhor, que foi dado e proporcionado para nós pelos méritos infinitos de Cristo na Cruz. Só Deus é onipresente, só Deus é onisciente, só Deus é onipotente, portanto os Santos nada podem fazer, e se milhões de milagres no mundo Católico é realizado não são eles que realizam, Deus apenas ouviu a oração deles por nós, pois a glória de Cristo que é tão grande que nos fazem serem amigos e filhos de Deus ele não escuta nossas orações apenas aqui na terra, mas a glória de Cristo continua depois da nossa morte da Carne agora somos filhos de Deus e já salvos por Cristo no céu somos a família de Deus e Deus ouvirá por cause de Cristo as súplicas dos justos que estão nos tabernáculos eternos, pois seremos como os anjos diz Jesus Cristo, e a bíblia fala que os anjos intercedem pelas pessoas, e tudo isto é por causa de Cristo que no BATISMO NOS INTRODUZI-O AO SEU CORPO, LOGO NÃO SO A CABEÇA É CRISTO, MAIS TODO O MEMBRO DE SEU CORPO, logo quando os santos oram é Cristo orando é por causa de Cristo, que Deus os ouve. Só Deus é onipotente, Maria não tem poder, mas ela é onipotente suplicante, aquela que não tem o poder de fato, mas o tem no seu filho que é Deus, que não deixara de ouvir o clamor de sua mãe, pois ele ressuscitou em carne e continua sendo homem, Deus e filho de Maria. É verdade que os santos não podem saber as orações das pessoas em todos os lugares, mas sempre que houver uma pessoa merecedora da graça, é Deus que dar a visão beatifica ao Santo em particular para ele saber, as súplicas das pessoas, isto é dom de Deus, aqui na terra existiu um Padre em particular que ainda em vida aqui na terra teve este dom e todas as pessoas que oravam a ele e pediam por sua oração, o próprio anjo da guarda destas pessoas trazia as orações delas ao Padre pio, para que o mesmo rezassem por elas. e por causa da distância, já que o mesmo morava na Itália era os anjos das pessoas que trazia as orações, e os milagres, e os pedidos aconteciam em várias partes do mundo, ao mesmo que muitas vezes o próprio Deus dava ao Padre Pio a visão beatifica de ver as orações das pessoas direcionadas a ele, atreveis deste dom que ele tinha, a qual era para ele Pedir a Deus por elas e o mesmo podia ver e tudo isto era pelo poder de Deus, este Padre de nome Padre Pio, ressuscitou mortos pela sua oração, fez chover e parava a chuva, dava ordem aos animais e ao tempo, os dons extraordinários de curas, podia ver na confissão todos os pecados que as pessoas tinham cometido contra Deus etc. Deus fez nele modelo de Padre para todos os outros, O Padre Pio fez voto de pobreza e vivia só para oração e obras de Deus. Portanto, é Deus que realizava todas as coisas, por causa de Cristo, pois todos estes santos foram testemunhas de Cristo, e fizeram a vontade de Cristo até morrer por amor ao filho de Deus. Eu posso sim, ir direto a Deus, mas Deus preza pela humildade, para nós precisarmos uns dos outros, a traveis de caridade, orações etc. Em verdade a muitos casos que Deus só atende se for por meio da oração de uma pessoa merecedora de ser ouvida, pois, muitos dos sofrimentos é por causa de nossos pecados, então se você em pecado for pedir, poderá muitas vezes Deus não atender por causa que você estar separado da comunhão com ele, e Deus muitas vezes se serve de uma pessoa que estar vivendo mais santamente e de acordo com a vontade de Cristo, para orar pelos irmãos, exemplos disso vemos na bíblia e são muitos, por exemplo. Moisés pela sua oração salvou toda a Igreja de Israel, todo o povo de Israel poderia orar e pedir, mas não eram merecedores, e só por causa da oração de um justo Deus deixou de exterminar da face da terra todas aquelas 600 mil pessoas que foram tiradas do Egito, os amigos de Jó, Deus só perdoou depois da oferta de jó por eles, a oração de Paulo salvou milhares de pessoas. Em muitos casos poderemos ir direto a Deus como eles, em outros casos Deus não vai ouvir nossa oração por causa de nossos pecados, mas si um justo do galardão de Moisés entre outros orar por vc , Deus dirá como disse a Moisés por causa de ti e por causa de tua oração vou mudar a sorte dessas pessoas.



domingo, 4 de junho de 2017

ISRAELITA É CURADA MIRACULOSAMENTE

Ciência pasma em Israel: fiel católica é objeto de milagre


Teresa Daoud

 A cura do câncer, com fortes sinais de milagre, de Teresa Daoud – devota católica de nacionalidade israelense – abalou Israel, escreveu The Blaze.

Ela contou o caso todo ao Canal 2 de Israel, que também entrevistou seus médicos e analisou o caso clínico.

Teresa sofria de um câncer maligno na perna, o qual se desenvolvia rapidamente. Os médicos decidiram então amputar-lhe a perna.

A cirurgia foi adiada três vezes por razoes burocráticas. Ela interpretou os adiamentos como um sinal de que devia confiar mais na oração do que na intervenção médica.

O Dr. Jacob Bickels, chefe do Departamento de Oncologia Ortopédica do Hospital Ichilov, em Tel Aviv, disse: “Era claro para mim que ela ia morrer em pouco tempo. Ela é uma mulher instruída, inteligente, lúcida, e quando uma pessoa assim toma uma decisão sabendo bem das consequências, nós a respeitamos”.

Teresa Daoud rezando na igreja
Teresa ia rezar na igreja católica de sua cidade. É uma igrejinha singela, precedida por uma grande escadaria, que agora ela pode subir com naturalidade. Dentro há apenas um grande cruzeiro, a imagem de Nossa Senhora de Fátima, um quadro de São Charbel Macklouf e um humilde presépio.

Miraculosamente, segundo a mídia israelense, quando ela estava no quinto mês da doença, as chapas evidenciaram que o câncer havia desaparecido completamente.

“Se alguém tivesse me contado esta história, eu teria dito que os dois, a doente e o doutor, estavam mal da cabeça. É impossível”, declarou o Dr. Jacob ao Channel 2 de Israel.

Professor em alta tecnologia médica, o Dr. Jacob mostrou com chapas como o câncer, que se espalhava de modo violento, tinha desaparecido pura e simplesmente sem nenhum tratamento.

“Eu sentia dores em meu pé e em meu tornozelo, mas de início tentei ignorar”, explicou Teresa. Os médicos mandaram fazer radiografias e acharam um câncer do tamanho de uma laranja.

A biópsia revelou tratar-se de um tumor maligno que crescia velozmente.

A emissão do Canal 2 de Israel é em língua árabe.
Legendas em hebraico.
O post sintetiza as frases principais

“Para mim foi um choque”, disse Teresa à TV, “mas eu comecei a pensar na minha vida sem a perna”.

Após consultas com especialistas em oncologia de Israel e dos EUA, a resposta clínica era unânime: amputar.

Teresa voltou ao seu lar em Ussfiya, uma aldeia árabe perto de Haifa, e rezou intensamente por sua cura.

Três meses depois, ela voltou ao Hospital Ichilov para mais uma consulta com o Dr. Jacob Bickels.

As novas radiografias confirmaram que o câncer tinha desaparecido. “Eu tive um choque quando eu vi o resultado, não podia acreditar. Eu perguntei ao doutor se não era uma confusão” – disse ela.
Antes e depois
“Eu perguntei a ela o que tinha acontecido. Ela sorriu largamente e disse: ‘eu rezei’. Eu lhe ordenei tirar novas radiografias e o tumor havia se reduzido de modo impressionante” – contou o Dr. Jacob.

“Eu jamais tinha visto ou ouvido algo como isto. Eu sei que um câncer desse tipo não retrocede”, explicou o médico.

Para ter certeza plena, Teresa foi objeto de mais uma biópsia, que foi realizada pelo próprio chefe do Departamento de Oncologia Ortopédica.

“Este fenômeno não é possível e não há literatura clínica alguma nesse sentido”, concluiu o especialista.

“Cada vez que rezo, eu sinto paz e segurança. Eu tinha medo, mas estava em paz”, explicou Teresa.

“O efeito das coisas que acontecem na alma humana sobre as coisas que acontecem em seu corpo é uma área onde nós não entendemos praticamente nada”, acrescentou o Dr. Jacob Bickels. “Na minha opinião, isto é o que explica o caso de Teresa”.

“Eu sou um homem prático. Eu sou um cirurgião de câncer. Eu não procuro soluções nos céus, mas a única coisa que nós fizemos por Teresa foi demorar. Ela de fato não foi tratada” – concluiu.

“É um presente de Deus”, concluiu Teresa, por sua vez, para a televisão israelense.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

O vigário que fez um pacto com o diabo e depois se arrependeu

O vigário que fez um pacto com o diabo e depois se arrependeu


Célebre relato medieval do milagre de Teófilo ensina que o perdão, mediado por Nossa Senhora, jamais é impossível

Aconteceu na Sicília, Itália, e deu origem à famosa lenda que inspirou o auto sacramental “O milagre de Teófilo”, um dos mais célebres da literatura medieval.
Foi escrito pelo clérigo Eutiquiano de Constantinopla, testemunha ocular do fato, confirmado por São Pedro Damião, São Bernardo, São Boaventura e Santo Antônio, entre outros.
E qual foi o caso de Teófilo?
Vigário da igreja de Adanas, na Sicília, ele dirigira durante muito tempo, com dedicação e acerto, os bens eclesiásticos, facilitando a seu bispo a direção das almas. Veio o dia, porém, de o prelado entregar a alma ao Criador, para grande desconsolo e tristeza dos fiéis.
Quem ocuparia a sede vacante? Não havia dúvida: Teófilo, dizia-se por toda parte. O povo o estimava e o queria para bispo, dignidade que ele, por humildade, recusou, respondendo que a sua vocação era continuar exercendo as funções de vigário. Por fim, outro bispo ocupou a sede vacante.
O novo prelado não confiava em Teófilo e, algum tempo depois, removeu-o de seu cargo. A desolação invadiu então a alma do eclesiástico. Enquanto vagava pela cidade, o demônio lhe sussurrava:
— Perder o cargo! A carreira! Como foram fazer isso a ti, Teófilo? Isso não pode ficar assim!
Foi nesse estado que o infeliz sacerdote bateu à porta de um feiticeiro. Este, porém, negava-lhe uma solução fácil:
— Há só uma saída: invocar a ajuda dos infernos.
Teófilo vacilou por um instante. Mas o ressentimento lhe corroía o coração e acabou aceitando a proposta. Invocado pelo feiticeiro, o diabo apareceu em toda a sua hediondez.
Com gritos, blasfêmias e palavrões, foi ditando a Teófilo os termos dos atos a ser escritos em pergaminho com o próprio sangue do ex-vigário e selados com seu anel. Ele devia renunciar à fé, à Igreja, à Santíssima Virgem e a nosso Senhor Jesus Cristo. Ajoelhando-se, o ex-vigário prestou vassalagem ao demônio.
No dia seguinte, o novo bispo reconheceu a falsidade das acusações contra Teófilo e pediu-lhe perdão, restituindo-lhe o cargo que ocupara. A fortuna e o prazer lhe sorriam, mas um profundo mal-estar o atormentava no interior. Chorava sem cessar, tendo a consciência dilacerada de remorso pelo enorme pecado que havia cometido. Era como se uma mão o prendesse pelo coração. Ademais, só ao pensar que a sua felicidade havia um dia de terminar, tornava-se sumamente infeliz. Enchia-o de terror, acima de tudo, saber de quem era servo!
Não podendo suportar mais a situação, entrou um dia na igreja e, lançando-se aos pés de uma imagem da Santíssima Virgem, chorou amargamente e lhe disse:
— Ó Mãe de Deus, não quero desesperar-me. Ainda Vós me restais, Vós que sois tão compassiva e poderosa para me ajudar!
Fez a mesma coisa durante quarenta dias, renovando sempre suas súplicas e pedindo perdão. Uma noite, apareceu-lhe a Mãe de Misericórdia e lhe disse:
— Que fizeste, Teófilo? Renunciaste à minha amizade e à de Meu Filho e te entregaste àquele que é teu e meu inimigo!
Teófilo, sem deixar de chorar, implorou a misericórdia da Mãe de Deus. Recordando o exemplo de outros pecadores, como o profeta-rei Davi, Santa Maria Madalena e São Pedro, terminou por dizer:
— Senhora, haveis de me perdoar e de me obter o perdão de Vosso Filho!
Ela respondeu que lhe perdoaria tê-la negado, mas não poderia perdoar a negação de Seu Filho:
— Consola-te, que vou rogar a Deus por ti.
Após ouvir estas palavras, reanimado, redobrou Teófilo as lágrimas, as preces e as penitências, conservando-se sempre aos pés da imagem de Maria. Reapareceu-lhe a Mãe de Deus, que, amavelmente, lhe disse:
— Teófilo, enche-te de consolação. Apresentei a Deus tuas lágrimas e orações. De hoje em diante, guarda-lhe gratidão e fidelidade.
O infeliz replicou:
— Senhora minha, ainda não estou plenamente consolado. Ainda conserva o demônio o ímpio documento em que renunciei a Vós e a vosso Filho. Podeis fazer que o restitua?
Compadecida, Ela mesma ofereceu-se para ir buscar o pergaminho no inferno. Durante três dias Teófilo aguardou prostrado em terra, ao cabo dos quais reapareceu a Virgem trazendo o pacto maldito, que entregou a Teófilo como símbolo do seu perdão.
No dia seguinte, foi Teófilo à igreja, e, ajoelhando-se aos pés do bispo, que naquele momento oficiava, contou-lhe por entre soluços tudo quanto lhe havia acontecido.
Entregou-lhe o ímpio documento, que o bispo fez queimar imediatamente diante dos fiéis presentes, enquanto choravam todos de alegria, exaltando a bondade de Deus e a misericórdia de Maria para com aquele pobre pecador. Teófilo voltou à igreja de Nossa Senhora e, ao fim de três dias, morreu contente, cheio de gratidão para com Jesus e sua Mãe Santíssima.
Uma escultura medieval representa o fato na catedral de Notre-Dame: nela, bem se pode ver o auge de bondade de Maria. Enquanto o vigário arrependido ora fervorosamente, a Santíssima Virgem obriga, espada em mão, o demônio a devolver-lhe o pergaminho. Três fisionomias marcam a cena: confiança e calma em Teófilo; proteção maternal e força em Nossa Senhora; cinismo e desespero no demônio.
Revista Catolicismo, nº 320, setembro de 1977

segunda-feira, 27 de março de 2017

Por que Deus salva imagens, mas permite que a obra dos homens em volta seja arrasada?


Imagem de Nossa Senhora de Lourdes intocada pelo incêndio numa base militar da Espanha. Toda vegetação foi queimada, mas o gramado perto da imagem não foi atingido pelo fogo e em volta da imagem havia uns vasos com flores, também ficaram intactos.
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Com relativa frequência chegam até nós comentários, que tal vez não sejam de fonte católica, mas certamente fazem sentir a necessidade de maior fé.
Esses dizem: se Deus tem poder de impedir que suas imagens, de Nossa Senhora ou dos santos sejam poupadas em catástrofes, por que é que Ele não impede essas mesmas catástrofes poupando seres humanos, suas vidas, suas dores e seus bens também?
Que Deus é esse? conclui a objeção um pouco apressadamente.
Não somos teólogos nem religiosos. Mas o sermão do arcebispo emérito de Nova Orleans (EUA) Mons. Philip M. Hannan para os fiéis flagelados pela gigantesca calamidade provocada pelo furacão Katrina, fornece esclarecedoras respostas.
E por isso a reproduzimos a seguir.
Também nesse cataclismo histórico a mão de Deus todo-poderoso protegeu imagens de sua predileção e impediu, de modo admirável para os homens, que os elementos desencadeados as destruíssem.
O sermão explicativo do Arcebispo de Nova Orleans
n/d
Monsenhor Philip Hannan, arcebispo de Nova Orleans, explicou que o pecado atraiu o castigo Divino.
“Tenho pregado nas paróquias locais, disse o arcebispo, e venho dizendo que somos responsáveis perante Deus não apenas pelas nossas ações pessoais, referiu na oportunidade o site LifeSiteNews.
“Somos também cidadãos de uma nação, e no Antigo e Novo Testamentos está dito que somos co-responsáveis pela sua moralidade.
“Como cidadãos, somos responsáveis pela atitude da nação em questões sexuais, pelo desrespeito aos direitos da família, pelo uso de drogas, pela morte de 45 milhões de crianças abortadas, pelo procedimento escandaloso de alguns sacerdotes.
“Portanto devemos compreender que certamente Deus tem o direito de castigar.
“Se me perguntarem se Deus tinha conhecimento dessa que foi a maior tempestade em nosso país, direi que certamente Ele a permitiu.
“Negá-lo, seria uma tolice tão grande quanto afirmar que Henry Ford não conhecia como funciona o automóvel”.
Estas graves e transcendentes lições religiosas foram dadas por Mons. Philip M. Hannan, de 92 anos, arcebispo emérito de Nova Orleans (EUA), em declarações à TV local.
Ele esteve à frente da diocese durante 23 anos. Agora é diretor da rede católica WLAE TV e Focus Worldwide TV. Ele é tão respeitado na cidade, que foi chamado de “o Papa de Nova Orleans”.
Mons. Hannan ficou na cidade durante e após o furacão Katrina, e dedicou-se a socorrer vítimas e visitar as igrejas devastadas.
Segundo ele, o povo “está começando a reagir, afinando com a moral".
Quando ele pregou a noção de castigo, num domingo em Mandeville, diante de 1.000 fiéis, “o povo aplaudiu intensamente. Eles queriam que lhes fosse dita a verdade.
“Atingimos um grau de imoralidade nunca visto, e o castigo foi o Katrina.
“Devemos contar à nossa posteridade como ele foi terrível, para que ela entenda que se tratou de um castigo, o qual deve melhorar nossa moralidade.
“Eu penso que nos corresponde pregar muito fortemente, sinceramente e diretamente que isto foi um castigo de Deus.
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O Sagrado Coração de Jesus foi posto para proteger a casa.
E resistiu ao furacão Katrina, Nova Orleans, EUA, 2005.
“Deus nos deu direitos e tudo o mais. Mas também nos deu deveres. Nós temos que prestar atenção neste castigo. [...]
“Para quem lê seriamente as Escrituras, não há como escapar disso. Todos os que eu conheço, sacerdotes e bispos, acreditam nisso também”.
No arvoredo de um jardim atrás da catedral de Nova Orleans há uma bem conhecida imagem do Sagrado Coração de Jesus com os braços abertos.
As árvores foram arrancadas de vez, mas a imagem ficou miraculosamente em pé. Só perdeu dois dedos, logo recuperados e entregues ao arcebispo emérito.
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“Os protestantes ficaram muito impressionados pelo fato de que as árvores caindo não a tivessem derrubado”, explicou o prelado.
Nessa proteção surpreendente pôde-se apalpar mais uma vez que a mão de Deus guiou o arrasador furacão.
Em Fátima, em 1917, Nossa Senhora veio pedir penitência, e até chorou miraculosamente pelo mundo em Nova Orleans, em 1972, por meio de sua imagem.
Pregações destemidas e seriamente fundadas nas Escrituras, como a de Mons. Hannan, atendem ao apelo lancinante de Nossa Senhora.
Nossa Senhora das Graças não foi levada pelas águas que destruíram Nova Orleans.
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Também vão ao encontro das necessidades das almas sinceras, predispondo-as a mudar de vida e rumar para o Céu.
Entretanto, não se pode dizer o mesmo daqueles que — leigos, sacerdotes e até altos prelados —, nessas circunstâncias, timbram em pregar que o bom Deus jamais pune. Para onde levam eles as almas?
Seria natural que a mídia, sobretudo a mídia católica, desse proporcionado espaço a declarações como essas, indispensáveis aliás para interpretar o que houve.
Mas fez-se um silêncio como que universal. Da participação de Deus nesse flagelo, nada foi dito.
A imoralidade generalizada e sistemática segue se espraiando sobre a Terra, e a “fumaça de Satanás” – para empregar os termos de Paulo VI – não cessa de penetrar na Santa Igreja.
A pregação do arcebispo emérito de Nova Orleans por certo há de ficar inscrita nos anais da História da Igreja, por sua oportunidade e veracidade.
A imprensa americana fez frequentes alusões à dimensão bíblica da tragédia.
O presidente do Conselho de Nova Orleans, Oliver Thomas, após ouvir uma comparação da situação dos costumes da cidade com os de Sodoma e Gomorra, confidenciou: “talvez Deus vá nos purificar”.
Santo Afonso Maria de Ligório redigiu sermões para serem pregados em tempos de grandes calamidades. Num deles diz“Alguns veem os castigos e fingem não vê-los. Outros ainda, diz Santo Ambrósio, não querem ter medo do castigo se não veem que já chegou. Irmão meu, quem sabe se esta é a última chamada que Deus te faz”.
Quando o pecador reconhece a sua culpa e glorifica a Justiça divina, atrai sobre si as doces e inefáveis torrentes de misericórdia de Nossa Senhora.
Porém, quando se torna indiferente ao castigo, só atrai maiores e mais terríveis punições.
Portanto, a culpa do acontecido não pode ser posta em Deus, mas sim no pecado e na impenitência dos homens.
Mas, as imagens intactas, ou quase, estão aí para nos ensinar que Ele nunca nos abandona até mesmo na hora dos mais impressionantes castigos que Ele envia para nos corrigir e salvar.
Fonte: https://aparicaodelasalette.blogspot.com.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Diz na Sagrada Escritura:
"Numa só palavra de Deus compreendi duas coisas: a Deus pertence o poder". (Salmos 61, 12)
"Confiem para sempre no Senhor, pois o Senhor, somente o Senhor, é a Rocha eterna". (Isaías 26,4)
"A palavra de Deus faz calar o vento; só com o seu pensar apazigua o abismo, no meio do qual o Senhor plantou as ilhas". (Eclesiástico 43, 25)
"Jesus olhou para eles e respondeu: "Para o homem é impossível, mas para Deus todas as coisas são possíveis". (São Mateus 19, 26)

sexta-feira, 24 de março de 2017

Confissões de um maçom


l'1visible /Il est vivant

Atraído pelo ocultismo, Maurice Caillet se tornou maçom; profundamente ateu, viveu uma transformação inesperada e decisiva

Ser maçom facilitou minha ascensão profissional. No entanto, em 1983, tive grandes dificuldades profissionais. Ao mesmo tempo, a saúde da minha esposa Claude me preocupava cada vez mais. Ela apresentava problemas digestivos graves e muito dolorosos. Quase não comia. Nenhum tratamento, nem científico nem oculto, conseguia resolver seus males.
 
Eu propus a Claude que saísse da Grã-Bretanha e fosse passar uns dias em Font Romeu, levando em consideração os benefícios de uma mudança de clima. No início de fevereiro de 1984, eu a levei até lá, deitada no carro. Infelizmente, ela teve de permanecer de cama durante todo esse período.
 
Um choque cosmo-telúrico
 
Então, tive uma ideia muito estranha para um ateu. Eu lhe propus que, na viagem de volta, passássemos por Lourdes. Eu esperava que isso provocasse nela um choque psicológico salvador ou um choque cosmo-telúrico. Segundo minhas pesquisas em radiestesia e geobiologia, este lugar se encontrava situado em um cruzamento de correntes telúricas.
 
O choque foi imenso! Seu marido – médico,maçom e anticlerical – lhe sugeria ir a Lourdes! Cristã no segredo do seu coração, Claude começou a temer que um fracasso deste passo aumentasse meu ceticismo e ateísmo.
 
Em Lourdes, fomos à Gruta na qual os cristãos acreditam que Nossa Senhora apareceu a uma jovem pastora, Bernardette; depois, fomos às piscinas nas quais os doentes vindos em peregrinação se submergiam, acreditando que aquela água fosse milagrosa.
 
Confiando Claude aos especialistas do local, busquei refúgio em uma cripta. Estavam celebrando uma Missa. Escutei com atenção. Em um determinado momento, o padre se levantou e leu estas palavras: “Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto”.
 
Esta frase, que eu tinha ouvido muitas vezes em ritos de iniciação maçônicos, era uma palavra desse Jesus que eu considerava um sábio e um grande iniciado, mas não o Senhor! Seguiu-se um grande momento de silêncio e escutei claramente uma doce voz que me dizia: “Está bem, você pede a cura de Claude, mas o que você tem a oferecer?”.
 
Fascinado por estas palavras interiores, só voltei aos meus sentidos no momento em que o sacerdote elevou a Hóstia e no qual, pela primeira vez, reconheci Cristo neste humilde pedaço de pão: era a Luz que eu havia buscado, em vão, em inúmeras iniciações.
 
Em um instante e como resposta, só vi a mim mesmo como oferenda. Eu, o ateu, anticlerical durante mais de 40 anos…
 
No final da Missa, segui o padre até a sacristia e pedi que ele me batizasse, sem suspeitar que era necessária toda uma preparação para receber este sacramento. Ele me explicou o procedimento e me encaminhou ao arcebispo de Rennes.
 
Minha nova vida
 
Motivado pela experiência que acabara de viver, fui encontrar Claude. Ela pôde constatar a nova alegria que emanava de mim. Na viagem de volta, minha curiosidade insaciável pela fé e pela vida cristã, pela maneira de rezar, bem como meu desejo de ser batizado, convenceram-na da veracidade da minha transformação.
 
Foram meus primeiros passos em minha nova vida. Cada vez mais atraído por esta Luz que eu havia visto em Lourdes, retirei pouco a pouco, com muita dificuldade, todo vínculo com o ocultismo e amaçonaria.
 
Começou para mim uma existência orientada ao amor a Deus e aos outros.
 
Com relação a Claude, ela recuperou a saúde inesperadamente.
 
(Artigo publicado originalmente em L’1visibile)

sábado, 11 de março de 2017

Católico não pode ser espírita

É preciso ficar bem claro que o espiritismo (bem como suas derivações) contradiz frontalmente a doutrina católica em muitos pontos, sendo, portanto, impossível a um católico ser também espírita. Em 1953, os Bispos do Brasil disseram que o espiritismo é o desvio doutrinário “mais perigoso” para o país, uma vez que “nega não apenas uma ou outra verdade da nossa fé, mas todas elas, tendo, no entanto, a cautela de dizer-se cristão, de modo a deixar, a católicos menos avisados, a impressão erradíssima de ser possível conciliar catolicismo com espiritismo” (Espiritismo, orientação para os católicos, D.Boaventura Kloppenburg, Ed. Loyola, 5ªed, 1995,pag.11).
Muitas passagens da Bíblia comprovam o que está dito acima. A principal delas é a que está no livro do Deuteronômio: “Não se ache no meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha [magia negra], nem quem se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo, à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou à evocação dos mortos, porque o Senhor, teu Deus, abomina aqueles que se dão a essas práticas…” (Deuteronômio 18,9-13). Essas palavras da Bíblia são muito claras e fortes e não deixam dúvida sobre a proibição “radical” de Deus a todas as formas de ocultismo e busca de poder ou de conhecimento fora da vontade de Deus. E isto é um perigo para a vida cristã, porque “contamina” a alma.
Por “adivinhos” devemos entender todas as formas de se buscar o conhecimento de realidades ocultas, conhecer o futuro, etc. Entre essas práticas estão, entre outras, a invocação dos mortos (necromancia), a leitura das mãos (quiromancia), a astrologia, os búzios, cartomancia, consultas aos cristais, tarôs, numerologia, etc. Uma verdade bíblica que todo católico precisa saber, é o que disse São Paulo aos coríntios: “As coisas que os pagãos sacrificam, sacrificam-nas aos demônios e não a Deus. E eu não quero que tenhais comunhão com os demônios. Não podeis beber ao mesmo tempo o cálice do Senhor e o cálice dos demônios. Não podeis participar ao mesmo tempo da
mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Ou quereis provocar a ira do Senhor”?
(1 Cor 10,20´22).

O espiritismo nega pelo menos 40 verdades da fé cristã:

1 – Nega o mistério, e ensina que tudo pode ser compreendido e explicado.
2 – Nega a inspiração divina da Bíblia.
3 – Nega o milagre.
4 – Nega a autoridade do Magistério da Igreja.
5 – Nega a infalibilidade do Papa.
6 – Nega a instituição divina da Igreja.
7 – Nega a suficiência da Revelação.
8 – Nega o mistério da Santíssima Trindade.
9 – Nega a existência de um Deus Pessoal e distinto do mundo.
10 – Nega a liberdade de Deus.
11 – Nega a criação a partir do nada.
12 – Nega a criação da alma humana por Deus.
13 – Nega a criação do corpo humano.
14 – Nega a união substancial entre o corpo e a alma.
15 – Nega a espiritualidade da alma.
16 – Nega a unidade do gênero humano.
17 – Nega a existência dos anjos.
18 – Nega a existência dos demônios.
19 – Nega a divindade de Jesus.
20 – Nega os milagres de Cristo.
21 – Nega a humanidade de Cristo.
22 – Nega os dogmas de Nossa Senhora (Imaculada Conceição, Virgindade
perpétua, Assunção, Maternidade divina).
23 – Nega nossa Redenção por Cristo (é o mais grave!).
24 – Nega o pecado original.
25 – Nega a graça divina.
26 – Nega a possibilidade do perdão dos pecados.
27 – Nega o valor da vida contemplativa e ascética.
28 – Nega toda a doutrina cristã do sobrenatural.
29 – Nega o valor dos Sacramentos.
30 – Nega a eficácia redentora do Batismo.
31 – Nega a presença real de Cristo na Eucaristia.
32 – Nega o valor da Confissão.
33 – Nega a indissolubilidade do Matrimônio.
34 – Nega a unicidade da vida terrestre.
35 – Nega o juízo particular depois da morte.
36 – Nega a existência do Purgatório.
37 – Nega a existência do Céu.
38 – Nega a existência do Inferno.
39 – Nega a ressurreição da carne.
40 – Nega o juízo final.
Apesar de tudo isso muitos continuam a proclamar que “o espiritismo e o Cristianismo ensinam a mesma coisa…” Na verdade é o “joio no meio do trigo” (Mt 13,28), que o inimigo semeou na messe do Senhor. Nada como o espiritismo nega tão radicalmente a doutrina católica.
Ouçamos, finalmente, a palavra oficial da nossa Mãe Igreja, que tão bem nos ensina através do Catecismo: “Todas as formas de adivinhação hão de ser rejeitadas: recurso a Satanás ou aos demônios, evocação dos mortos ou outras práticas que erroneamente se supoem ´descobrir´ o futuro. A consulta aos horóscopos, a astrologia, a quiromancia (leitura das mãos), a interpretação de presságios e da sorte, os fenômenos de visão (bolas de cristais), o recurso a médiuns escondem uma vontade de poder sobre o tempo, sobre a história e finalmente sobre os homens, ao mesmo tempo que um desejo de ganhar para si os poderes ocultos. Estas práticas contradizem a honra e o respeito que, unidos ao amoroso temor, devemos exclusivamente a Deus” (N° 2116).”O espiritismo implica frequentemente práticas de adivinhação ou de magia. Por isso a Igreja adverte os fiéis a evitá-lo” (N° 2117).
Os católicos que se deram a essas práticas condenadas pela Igreja podem e devem abandoná-las com urgência. Devem procurar um sacerdote, fazer uma confissão clara dos seus pecados e prometer a Deus nunca mais se dar a essas práticas. É preciso também destruir todo material (livros, imagens, gravuras, vestes, etc) usadas e consagradas nesses cultos.
Parece que hoje, grande parte do povo, volta ao paganismo e às suas práticas idolátricas – isto nega o Cristianismo. A Igreja, como Mãe bondosa e cautelosa não quer que os seus filhos se percam.