Milagre o Testemunho da Verdade

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Desmascarando montagens feitas pelos colaboradores do pai da mentira.

Não é de se supreender com estes protestantes, ateus, satanistas, ou quem se disponha a ser inimigo da Igreja de Nosso Senhor, que não cançam de perverter os caminhos do Senhor que são retos. Me deparei hoje no facebook, com esta imagem abaixo, e não é de admirar pessoas cunrtindo e acreditando nesta montagem mau feita, não poderia deixar de desmascarar esta mentira, que não tem nem perna de tão curta. Não se admire se aparecerem quaquer imagem denegrindo a imagens dos verdadeiros homens de Deus, pois eles so enconmodam aos filhos da serpente, que não cançam de perseguir os filhos da mulher revestida de sol, mas seus filhos são mais que vencedores, profecia já anunciada contra os descendentes da serpente, pois travam uma luta contra os filhos de Maria, os verdadeiros guardiões da palavra de Deus. Eles jogão um rio de blasfemia, mas a terra a de tragar e no grande dia verão a gloria da Noiva de Cristo a Santa Unica Igreja Catolica.

Montagem

Montagem

Montagem


Foto Verdadeira

segunda-feira, 25 de julho de 2016

VERSÍCULOS QUE EU NUNCA VI NA BÍBLIA QUANDO ERA PROTESTANTE

Os versículos que eu nunca vi – quando era protestante







Por Marcus Grodi, ex-pastor protestante (seu testemunho exclusivo foi publicado aqui)


Tradução de João Marcos – Assoc. São Próspero


Pastor protestante durante 15 anos, formado no Seminário Gordon-Cornwell, Marcus e sua família entraram na Igreja Católica em 20 de dezembro de 1992. Ele é o fundador e presidente da The Coming Home Network Internationalapostolado leigo dedicado a ajudar as pessoas a conhecer a Igreja Católica. Segue abaixo o seu depoimento sobre a cegueira espiritual em que viveu por longos anos.


UMA DAS EXPERIÊNCIAS mais comuns entre protestantes que se convertem ao Catolicismo é a descoberta de versículos “inéditos”. Mesmo depois de anos de estudo, sermões e ensino da Bíblia, algumas vezes do Gênesis ao Apocalipse, repentinamente um versículo "inédito" aparece como que por mágica, mudando toda a nossa vida. Algumas vezes se trata apenas de reconhecer um significado alternativo, mais claro de um versículo familiar, mas, geralmente, como ocorre com os versículos abaixo, parece que um católico entrou sorrateiramente em nossas casas e alterou a Bíblia!


A lista desses versículos surpreendentes não tem fim, dependendo da tradição religiosa do convertido; a seguir estão alguns que viraram a minha cabeça rumo a Roma.


Provérbios 3,5-6

Confia no SENHOR de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas."


Desde o dia da minha conversão (quando 'nasci de novo') aos 21 anos, este provérbio tem sido o versículo da minha vida. Ele foi um guia em todos os aspectos da minha vida e ministério, mas durante os meus 9 anos como ministro presbiteriano eu fiquei desesperadamente frustrado com a confusão do Protestantismo. Eu amava Jesus e acreditava que a Palavra de Deus era a única regra de fé infalível, mas o mesmo faziam milhares de ministros e leigos não presbiterianos que eu conhecia: metodistas, batistas, luteranos, pentecostais, independentes, etc, etc, etc... O problema é que todos chegavam a conclusões diferentes – algumas vezes radicalmente diferentes – a partir dos mesmos versículos. Como alguém “confia no Senhor de todo o coração”? Como ter a certeza de que não se está “estribando (apoiando) no teu próprio entendimento”? Todos temos diferentes opiniões. Um versículo no qual eu sempre confiei tornou-se nebuloso, impraticável e impossível de cumprir.


1 Timóteo 3,14-15

Escrevo-te estas coisas esperando ir ver-te bem depressa; Mas, se eu tardar, para que saibas como convém andar na Casa de Deus, que é a Igreja do Deus vivo, a Coluna e Sustentáculo da verdade."


Foi Scott Hahn quem me mostrou este versículo. Ele me perguntou: “Então, Marcus, qual é a coluna da verdade?” Eu respondi: “A Bíblia, claro”. E ele: “Ah é? Mas o que a Bíblia diz?”. “Como assim?”, perguntei. Quando ele me disse para ler esse versículo, eu não esperava encontrar alguma surpresa; eu ensinei e preguei sobre 1 Timóteo muitas vezes. Mas, quando li esse versículo, foi como se ele tivesse aparecido do nada, fiquei de queixo caído. A Igreja!? Não a Bíblia? Este versículo sozinho fez minha mente e toda a minha vida mudarem de direção; a questão sobre qual Igreja era essa eu ainda não estava preparado para responder.


2 Timóteo 3,14-17

Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, e que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus. Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra."

Os versículos 16 e 17 eram aqueles para os quais eu sempre acorria para fortificar a minha crença no Sola Scriptura (Só a Bíblia), então foram eles que eu decidi reexaminar. Logo de início 3 coisas ficaram bem claras:

1. Quando Paulo fala em "Escrituras", ele só podia se referir ao Antigo Testamento. O Novo Testamento só foi finalizado quase 300 anos depois!

2. “Toda” a Escritura não significa “apenas” a Escritura.

3. A ênfase do contexto (versículos 14-15) é a confiabilidade da Tradição oral que Timóteo recebeu da sua mãe e de outros – não oSola Scriptura!


2 Tessalonicenses 2,15

Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa."


Este foi outro versículo “difícil de engolir” que Scott Hahn me mostrou. As tradições que aqueles cristãos primitivos tinham que conservar não eram apenas as cartas e os Evangelhos que comporiam o Novo Testamento, mas a Tradição oral. Ainda mais importante, o contexto das cartas de Paulo indica que seu meio favorito de transmitir “aquilo que recebemos” era oralmente; suas cartas eram um complemento não planejado, que lidavam com problemas imediatos –; inclusive sem mencionar o muito que as igrejas (comunidades da Igreja = atuais paróquias e dioceses) aprenderam com ele através do ensino oral.


Mateus 16,13-19

E, chegando Jesus às partes de Cesareia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: 'Quem dizem os homens ser o Filho do homem?' E eles disseram: 'Uns, João o Batista; outros, Elias; e outros, Jeremias, ou um dos profetas'. Disse-lhes Ele: 'E vós, quem dizeis que Eu sou?'. E Simão Pedro, respondendo, disse: 'Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo'. E Jesus, respondendo, disse-lhe: 'Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos Céus'. Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha igreja, e as portas do Inferno não prevalecerão contra ela; e eu te darei as chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus'."


Há tanto para se falar desta passagem, tantas coisas que me passaram despercebidas! Eu sabia que os católicos usavam este trecho para justificar a autoridade petrina, mas isso não me convencia. Ao ignorante, as palavras “Pedro” e “pedra” são diferentes, a ponto de ser fácil concluir que Jesus se referia à fé que Simão Pedro recebeu do Pai. Já os estudantes da Bíblia mais avançados, formados em seminários, como era o meu caso, sabiam que no idioma original, o grego (koiné), “Pedro” é a tradução de “Petros”, que significa “pedrisco” (ou pequena pedra), enquanto “pedra” é a tradução de “petra”, que significa “grande pedra” ou "rocha".

Mais uma vez, foi usada uma palavra diferente para Pedro e outra para a Rocha da Igreja, e então eu passei muitos anos pregando contra a autoridade de Pedro baseando-me nisso. Até que, ao ler o maravilhoso livro de Karl Keating, "Catholicism and Fundamentalism", eu me dei conta das implicações de algo que eu já conhecia: antes do grego havia o aramaico, o idioma no qual Jesus originalmente falava. Neste idioma, a palavra para Pedro e pedra é a mesma: kepha. Quando eu vi que na verdade Jesus disse: “Você é Kepha e sobre esta Kepha edificarei a minha Igreja”, eu sabia que estava em apuros.



Apocalipse 14,13

E ouvi uma voz do Céu, que me dizia: 'Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os seguem'."

Durante anos, como pastor calvinista, eu recitei este versículo em funerais. Eu acreditava e ensinava o Sola Fide (Só a Fé justifica), negando qualquer valor das obras para o processo da nossa salvação. Mas um dia, depois do último funeral que ministrei, um familiar do falecido me encurralou: “O que você quer dizer com ‘as suas obras o seguem?’”.

Não lembro da minha resposta, mas esta foi a primeira vez que eu atentei para o versículo que recitava. Isto iniciou uma longa pesquisa sobre o que o Novo Testamento e os Pais da Igreja Primitiva ensinaram sobre a misteriosa, mas necessária, conexão entre nossa fé e nossas obras.



Romanos 10,14-15

Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados?"

Eu sempre usava esta passagem para defender a importância da pregação, e para explicar por que desisti da engenharia pelo seminário e pelo grande privilégio de ser um pregador do Evangelho! E nunca me preocupei com a frase que falava sobre a necessidade de ser “enviado”, já que eu podia apontar para a minha ordenação, quando um grupo de ministros locais, anciões, diáconos e leigos impuseram suas mãos na minha cabeça suada para enviar-me "em Nome de Jesus". Mas então, primeiramente através do estudo dos Pais da Igreja e depois pelo reexame do contexto em que as cartas de Paulo foram escritas, eu percebi que Paulo enfatizava a necessidade de ser “enviado” porque na época das suas cartas ele combatia as influências negativas, heréticas, de falsos mestres que ordenaram a si mesmos. 


Eu nunca me vira como um falso mestre, mas sob qual autoridade aquelas pessoas me ordenaram? Quem as ordenou? Nisto eu pude perceber a importância da Sucessão Apostólica (Apóstolo = aquele que foi enviado, ordenado).


João 15,4 e 6,56


Estai em Mim, e Eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em Mim."

Quem come da minha Carne e bebe do meu Sangue permanece em Mim e Eu nele."


O livro da Bíblia mais utilizado em minhas pregações foi o Evangelho de João, e o capitulo que concentrava meus sermões era o capítulo 15, a analogia da videira e dos ramos. Eu bombardeei "minhas igrejas" com a necessidade de permanecer em Cristo. Mas o que isso significa? Eu tinha a minha resposta, mas quando eu vi “pela primeira vez” o único versículo onde o próprio Jesus explica claramente o que devemos fazer para permanecermos nEle, eu fiquei em choque. “Quem come a minha Carne e bebe o meu Sangue permanece em Mim, e Eu nele”... Isto me levou a estudar uma tonelada de versículos de João, 6, que “eu nunca tinha visto” e, no fim, quando aceitei as palavras de Jesus sobre a Eucaristia, eu só tinha uma resposta: “Onde mais poderemos ir? Apenas tu tens as palavras da vida!”.


Colossenses 1,24

Regozijo-me agora no que padeço por vós, e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu Corpo, que é a Igreja."


Não sei se evitei intencionalmente ou não este versículo, mas o fato é que nos primeiros 40 anos da minha vida eu nunca vi essa passagem. E para ser honesto, quando eu finalmente a vi, eu continuava sem saber o que fazer. Nada na minha formação luterana, congregacionalista ou presbiteriana me ajudou a entender como alguém poderia se regozijar no sofrimento, e muito menos porque alguma coisa era necessária para completar as aflições de Cristo: não havia nada para completar! O sofrimento, morte e ressurreição de Cristo foram suficientes e completos! Afirmar qualquer coisa menor do que isso é atacar a suficiência da Graça de Deus! Mas, de novo, estas são as palavras de Paulo na Bíblia, que é infalível. E nós devemos imitá-lo como ele imitou Jesus. Eu precisei ler uma encíclica do Papa João Paulo II para compreender o belo Mistério do sofrimento redentor.


Lucas 1,46-49

Disse então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador; porque atentou na baixeza de sua serva; pois eis que desde agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada, porque me fez grandes coisas o Poderoso; E santo é seu nome!"

Finalmente, o obstáculo mais difícil para muitos protestantes que se converteram: Nossa Senhora. Na maior parte da minha vida, a única ocasião em que lembrava de Maria era no Natal – e para meu horror, como uma estátua! – Mas eu nunca a chamei “Bem-Aventurada” (ou bendita), apesar da Bíblia dizer que todas as gerações a chamarão assim. Por que eu não fazia isso? Isto me levou a ler outros versículos pela primeira vez, incluindo João 17, onde Jesus deixa sua mãe aos cuidados de João ao invés de qualquer suposto irmão. Então, pela Graça divina, em imitação ao meu Senhor, Salvador e eterno irmão Jesus, eu passei a reconhecê-la como minha Mãe amada.
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Fonte:Coming Home network, 'The Verses I Never Saw', disp. em:
chnetwork.org/2011/06/the-verses-i-never-saw-marcus-grodi/

Acesso 15/6/016

Fonte: O FIEL CATÓLICO

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Testemunho de Vida, Ex-Espírita hoje Católico Apostólico Romano

Eu sou Vicente tenho 22 anos e aqui vai o meu depoimento daquilo que Deus fez na minha vida:
Eu nasci num berço de uma família maravilhosa,que temia a Deus mas não tinha nenhuma crença ou profissão religiosa,foi que ate aos cincos anos de idade eu juntamente com minha família passamos por alguns problemas familiares muito sérios e recebemos um convite para irmos ao Centro Espírita de Mesa Branca onde fomos e vivi por 10 anos,dos 05 aos 15 de idade,mas ao iniciar naquele dia,falaram que eu tinha uma Missão muito grande e que eu tinha que ser um grande percussor da Doutrina Espírita e deveria ser Médium para ajudar muitos.
Com os 10 anos me tornei um Presidente da Federação Espírita de São Paulo e Palestrante onde comecei Palestrando para 200 a 300 pessoas.  Mas aos 11 anos me deu uma vontade enorme no meu coração de se fazer a Primeira Comunhão foi onde comecei a ir nas Missas aos Domingos e a semana no Centro onde tinha as Palestras que eu dava. Quando completou os 12 anos depois de um ano na Catequese fui fazer a Primeira Comunhão mas naquela Missa o Padre tinha falado que não existia reencarnação e que nós Cristãos aguardamos o dia do Juízo porque Cristo Ressuscitou e no ultimo dia todos nós ressuscitaremos para o grande dia,ai eu fiquei balançado mas quando sai da Igreja naquele dia parece que tinha esquecido tudo,porque continue nas minhas Palestras e comecei a ir nas Missas de vez em quando,foi quando comecei a cair nos desejos da carne era uma mulher atrás da outra,tinha poder aquisitivo pois a Federação me dava isso, quando deu os 13 anos fui mais ainda me envolvendo e fora a vida de espírita e a mundana comecei a me envolver com Astrologia onde eu fazia Simpatias e Rituais para que viesse muitas mulheres e assim fui levando ate os 15 anos sempre Palestrando na Federação Espírita sobre todas os assuntos abomináveis desta doutrina; Reencarnação,Conversa com os Mortos, Períspirito e outros tudo fundamentado no Livro chamado “O Evangelho Segundo Espiritismo” feito por Allan Kardec em 1850 quando ele quando ele codificou a Doutrina ou melhor a Heresia Espírita,mas numa determinada Missa ao sair dali no lado de fora um Jovem me chamou e perguntou meu nome,perguntou se eu ia na Missa sempre,e eu disse para ele que de vez em quando,ai ele me chamou para ir na Quarta-Feira na Igreja porque teria Grupo de Oração da Renovação Carismática e que eu fosse porque acontece muitas graças quando eles rezam,eu falei ta bom pode deixar que eu vou.
Agradeci a este jovem e quando chegou na Quarta Feira estava Palestrando umas 17:00hs foi quando me lembrei do convite do Jovem,eu fiquei agoniado porque não queria ir mas tinha dado a palavra e quando eu dava a palavra eu não gostava de ficar só na palavra eu tinha que dar a palavra e cumprir foi assim que fui criado.
Quando deu 18:30hs ja tinha terminado a Palestra eu fui e voei para Guarulhos onde moro para ir neste Grupo chegei 30 minutos atrasado porque era 20:00hs e cheguei 20:30hs e quando chegei e entrei na Igreja fiquei achando estranho,pensei comigo ué que negócio estranho desceu espírito o que esta acontecendo,pois eu não entendia que ali era a ação do Espírito Santo o povo estava sendo Batizado na unção e no poder do Espírito Santo estavam falando em Línguas diferentes foi quando o homem que estava conduzindo a oração disse:
O Espírito Santo esta me revelando que tem um jovem que esta envolvido com Espiritismo e Deus esta pedindo para você jovem sair dessa obra pois Deus tem um grande obra a fazer na sua vida,eu comigo pensei hã não é comigo não,tem tanto jovem que vai a Centro Espirita,depois aquela ação do Espírito Santo começou novamente no povo e pensei comigo Meu Deus o que esta acontecendo ainda sem entender o que estava acontecendo ai tudo foi voltando ao normal e aquele homem la na frente disse novamente o Espírito Santo esta me revelando que tem um Jovem aqui te esta envolvido com Espiritismo e Deus esta pedindo saia Jovem pois Deus tem uma obra a realizar na sua vida,eu pensei  o Espírito Santo esta me revelando que tem um jovem que esta envolvido com Espiritismo e Deus esta pedindo para você jovem sair dessa, pois Deus tem um grande obra a fazer na sua vida,eu comigo pensei hã? Não é comigo não,tem tanto jovem que vai a Centro Espírita,depois aquela ação do Espírito Santo começou novamente no povo e pensei comigo Meu Deus o que esta acontecendo ainda sem entender o que estava acontecendo ai tudo foi voltando ao normal e aquele homem lá na frente disse novamente o Espírito Santo esta me revelando que tem um Jovem aqui te esta envolvido com Espiritismo e Deus esta pedindo saia Jovem pois Deus tem uma obra a realizar na sua vida,eu pensei novamente comigo hã? Não é comigo não,mas na terceira vez quando o Espírito Santo veio de novo e falou e varias pessoas com Línguas Diferentes e quando esse homem lá na frente disse e revelou:
O Espírito Santo esta me revelando tem um Jovem aqui envolvido com Espiritismo e digo pela ultima vez e pela autoridade que Jesus me deu Jovem em nome do Senhor Jesus saia do Espiritismo e de tudo o que você faz lá,você pensa que não é com você,mas é com você mesmo que esta pensando que não é,e no seu dedo da mão direita tem um anel de Horóscopos consagrado com aquilo que você diz ser do seu signo você consagrou esse anel a Iemanjá,mas Jesus nesta noite esta te libertando porque é grande a obra que ele tem para a sua vida a partir de hoje,e comecei a suar veio um calor tão forte e ao mesmo tempo uma Brisa Suave e senti que tinha que jogar aquele anel fora que justamente o Espírito Santo tinha revelado ali,depois aquele homem começou a pregar sobre os Falsos Profetas que andam pelo mundo a pregar Heresias e Doutrinas perniciosas e falou muito do amor de Jesus Cristo que se deu numa cruz por cada um de nós e mostrou uma cruz que tinha no Altar e falou o tão grande amor que ele tem por cada um de nós e porque a gente vivia no mundo a pecar sair com varias mulheres,porque a gente ficava mexendo com Horóscopos, Espiritismo, Esoterismo e entre outras, porque a gente ficava buscando muitas e muitas Doutrinas porque Jesus Cristo já deixou a sua(Bíblia e a Igreja Católica) sai dali joguei aquele anel fora e com grande interrogação,meu Deus como pode isso ter acontecido eu suei nunca senti isso numa Igreja nunca na minha vida senti tanta paz Espiritual,e aquele jovem que me chamou não estava lá,eu dei a palavra que eu ia e ele falta,mas eu ainda não estava entendendo que foi um Anjo de Deus e não um Jovem Humano que tinha chamado,mas fiu para casa com aquele anel jogado fora e com interrogações na cabeça mais ainda permanei mais tres meses na Doutrina Espírita palestrando,mas não palestrava mais do mesmo jeito de antes,pois chegava a ir 500 a 600 pessoas começou a ir 200,150,120 começou a cair um pouco o numero de pessoas que ia,porque eu não estava mais palestrando do jeito de antes,palestrava com sempre alegre e com certeza e firme convicção do que estava falando,mais comecei a falar por falar,não palestrava mais como antes,não sei explicar,foi onde o Diretor da Federação me chamou e perguntou o que estava acontecendo eu disse que não sabia porque eu não queria dizer ainda estava confuso,foi onde ele disse descansa um pouco pois você direto esta aqui e no dia 01/01/2005 você esteja aqui na Primeira Palestra do ano onde o pessoal da Seicho-Noie vira nos visitar tudo bem,isso foi dia 15 ou 16 de Dezembro de 2004 aquele encontro que eu tive com o Espírito Santo foi no mês de Setembro e não me lembro o dia,mas beleza fiquei as duas semanas ultimas de 2004 em casa e fiquei e só sai para a Missa de Natal dia 24 e 25 e do dia 31 de Ano Novo,essa Missa começou as 20:00 hs e foi terminar 23:15hs mas foi uma benção o Padre falou muito de se começar um novo ano na Graça de Deus e não na mesmice,o que tivesse que mudar nós deveríamos mudar,o que fosse duvida iria ser esclarecido, só basta pedir de Deus a direção foi que quando sai da Missa e cheguei em casa fui no meu quarto e pedi para meus pais não irem lá pois precisava ficar sozinho,eles se assustaram nunca na minha vida tinha feito isso sempre fui aberto e falava o que estava sentindo,mas eu falei,não é que eu preciso ler a Bíblia e rezar um pouco antes de começar o ano,mas preciso ficar sozinho,ai eles falaram tudo bem você nunca leu a Bíblia mas se quer ficar sozinho a gente deixa mas 0:00 h você vem para a gente cear a comida e as sobremesas estão tudo pronto,eu disse tudo bem,eu comecei rezar e pedir que Deus me direcionasse pois não sabia o que fazer se seguisse o Espiritismo ou a Igreja Católica qual estava certa,quem tinha razão ai na História foi onde rezei,conversando com Deus e abri a Bíblia e foi bem na Pagina de Hebreus e li em Hebreus 09,27 que dizia bem claro e com todas as palavras,Deus é fiel e maravilhoso por isso olhe só o que esta lá em Hebreus 09,27 que diz:
27=É dado que os homens morram uma só vez e depois vem o julgamento.
Depois vi que reencarnação não existe,se o homem morre uma so vez não tinha como existir,mas pedi a Deus que me mandasse uma leitura que me esclarecesse para mim saber o que fazer pois se não existe,mas o que eu posso fazer foi onde abri e veio Deuteronômio 18,09-14 que diz:
09=Quando você entrar na terra que Javé seu Deus vai lhe dar,não imite as práticas abomináveis das nações que aí vivem.
10=Não haja em seu meio alguém que queime o próprio filho ou filha,nem que faça presságio,pratique astrologia,adivinhação ou magia,
11-nem que pratique encantamentos,consulte espíritos ou adivinhos,ou também que invoque os mortos.
12=Pois quem pratica essas coisas essas coisas é abominável para Javé e é por causas dessas práticas abomináveis que Javé seu Deus vai desalojar essas nações.
13=Você pertencera inteiramente a Javé seu Deus.
14=As nações que você vai conquistar ouvem astrólogos e adivinhos. Javé seu Deus porem não permite que você faça isso.
Depois dessa leitura me surpreendi pois não sabia da gravidade,daquilo que eu estava fazendo,perdi perdão a Deus e naquela noite dia 31 de Dezembro de 2004 as 23:55hs que conheci a Jesus e assim sai do meu quarto participei quarto participei da ceia e comemorei o Ano Novo de 2005 com todos da Família e no dia seguinte a tarde fui a Santa Missa onde ouvi novamente,que temos que tomar decisão não podemos ficar na mesmice e que tínhamos que iniciar o ano com Jesus Cristo,foi onde quando eu tomei coragem e fui a noite na Federação onde tinha 800 pessoas lá,entre elas tinha atores,atrizes e Jornalistas famosos onde aqui não vou citar o nome deles,e quando começou a reunião todos esperando eu falar,foi onde fiquei em silencio olhando para cara de um e de outro,e chegou o Diretor e perguntou você tem alguma coisa? você não preparou o assunto? eu falei pode falar agora? ele disse o sim,então vou falar,respirei fundo e comecei a falar,meus queridos irmãos o que eu falar agora guarde bem e depois procurem mais informações sobre isso,e comecei a falar que o Espiritismo é uma Heresia que Reencarnação é uma tese Herética que foi criada por Allan Kardec em 1857 com o Livro “O Evangelho Segundo o Espiritismo” e que a Bíblia em Hebreus 09,27 diz que o homem morre uma só vez e depois disso vem o Julgamento e falei de Deuteronômio 18,09-14: que dizia que Deus abomina essas praticas de consultas a mortos,a adivinhos,a pratica de astrologias e entre outras,foi onde desligaram o meu microfone e eu aproveitei e corri para não apanhar hehe ,e assim pela Graça de Deus ate hoje desde o dia 01 de Janeiro de 2005 ate Hoje estou na Igreja Católica Apostólica Romana onde sou Missionário Leigo da Legião de Maria,sou Coordenador Político da Pastoral da Saúde e Pregador do Ministério Jovem Apóstolos da Efusão do Espírito Santo e aos cincos anos que estou na Castidade também onde queimei uma Camisinha que tinha Carteira porque o Cristão seguidor de Jesus Cristo não precisa disso ele precisa é seguir os Mandamentos de Deus para alcançar felicidade e vida plena pois sem isso jamais será uma pessoa feliz e com Salvação,a Salvação só será alcançada quando renunciarmos os erros do mundo e toda porcaria e sujeira que ele oferece e aceitarmos totalmente de corpo e alma o Projeto de Jesus,não adianta esta nas Missas Católicas ou, não adianta clamar a Jesus, se não mudar de vida e renunciar ao pecado,pois Jesus não ouve oração de Ímpios,só ouve o Clamor dos Justos então meu querido irmão(a) você que acabou de ler todo meu Testemunho a partir de hoje abra o seu coração e mude de vida porque enquanto você buscar falsas doutrinas ou viver fornicando(morando junto,ter relações sexuais antes e fora do casamento),ter inveja e fofocar do próximo,ser a favor do Aborto,do Homossexualismo e entre outros absurdos não herdara o Reino de Deus é só ler em Gálatas 05,16-26 que diz bem claro os frutos do Espírito e os frutos dos Instintos Egoístas então abram o coração e a obra de Deus se realizara na sua vida.amem.
Aqui para completar essas pregações para sabermos daquilo que Deus quer de nós
http://www.youtube.com/watch?v=XIXTKxu0y9M
http://www.youtube.com/watch?v=aauaEXt81RI
http://www.youtube.com/watch?v=6hqfzI-kCGY
E ASSIM SEGUINDO E FAZENDO A VONTADE DO PAI ALCANÇAREMOS FELICIDADE E VIDA PLENA EM JESUS CRISTO.
E para maiores esclarecimentos,é só entrar no meu orkut,ou fazer perguntas neste fórum,ou MSN que é vicentelegiaodemaria@hotmail.com
Fiquem na paz de Jesus e o amor de Maria.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Como entender Romanos 3,23?

23. com efeito, todos pecaram e todos estão privados da glória de Deus. (Romanos 3,23)

Esse assunto é comovente ao ouvir deturpações da parte de nossos irmãos protestantes e não só, dizendo baseando-se nesta citação de que todos homens pecaram. Pois bem, isso não é motivo de muito problema para quem entende de exegese bíblica, porque de acordo com essa citação de São Paulo, ele não quer dar entender que todos estão em pecado, ou que todos homens são pecadores, porque se assim não fosse, Nosso Senhor Jesus Cristo também seria considerado um pecador.

O que faz confundir a mente dos hereges protestantes na verdade é o termo “todos”, eles não sabem que a bíblia nasceu no seio de um povo, e que ao falar de todos pode meramente se referir a aquele povo que na qual nasce a própria bíblia, por exemplo os livros de Tessalonicenses, é uma carta a comunidade Tessalónica, e o livro de Apocalipse por exemplo, sabemos que foi escrito com exclusivo objetivo de confortar a igreja perseguida. Um exemplo bem claro que podemos observar sobre o mesmo assunto é o mesmo livro de Romanos onde diz: Por isso, como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim a morte passou a todo o gênero humano, porque todos pecaram... (Rm 5,12)

De acordo com a mesma carta aos Romanos, vimos que São Paulo nos diz que pelo pecado veio a morte que passou a todo género humano. Aí vem a questão, como assim, se Elias, Enoque não morreram? (Bem-sira 44,16;Gn 5,24;2Reis 2,11. No entanto, é aqui onde devemos analisar correctamente a expressão “todos”, ou todos pecaram, porque assim, nós professamos infalivelmente que Nossa Senhora, foi sempre imaculada, ou seja, todo percurso de sua vida jamais cometeu uma falta sequer, assim como o seu filho que fazia parte dos homens não cometeu pecado, também sua mãe procedera assim, porque um Deus todo poderoso, grande puro, jamais se encarnaria num lugar impuro, porque o próprio céu é um lugar puro e nada de impuro entra lá.
A expressão todos, não podemos interpretar como todo mundo literalmente, primeiro devemos entender o contexto se refere a todo mundo mesmo, ou simplesmente a um povo, o livro do Apocalipse nos dá mais uma alusão de que nem sempre todos na bíblia se refere a todo mundo.

7. Foi-lhe dado, também, fazer guerra aos santos e vencê-los. Recebeu autoridade sobre toda tribo, povo, língua e nação,
8. e hão de adorá-la todos os habitantes da terra, cujos nomes não estão escritos desde a origem do mundo no livro da vida do Cordeiro imolado.(Ap 13,7-8)

12*Tinha todo o poder da primeira Besta e exercia-o na sua presença. Obrigava todo o mundo e os seus habitantes a adorar a primeira Besta - a que tinha sido curada da ferida mortal. 13E realizava maravilhosos prodígios; até mesmo o de fazer descer fogo do céu, à vista dos homens. 14Com o poder que tinha de realizar prodígios na presença da Besta, enganava os habitantes da terra, incitando-os a fabricar uma estátua da Besta que fora ferida pela espada, mas tinha sobrevivido. (Ap 13,12-14)

De acordo com as citações dadas, penso que já é mais do que suficiente analisar e chegar na conclusão de que quando a bíblia fala de todos ou todo, assim como toda, as vezes não há de se interpretar num sentido literal, mas ler e analisar o contexto todo. No versículo 8 do capitulo 13 desse mesmo livro diz que hão de adorá-la todos os habitantes da terra, cujos nomes não estão escritos desde a origem do mundo no livro da vida do Cordeiro imolado. Entretanto, essa citação não se aplica a todos os habitantes da terra, mas sim a geração do tempo da perseguição em Roma, mesmo que fosse para nossa geração, eu pelo menos vivo muito distante de Roma, e que o governo de Roma jamais chegou aqui em Angola. Outra vez no versículo 12 diz: Obrigava todo o mundo e os seus habitantes a adorar a primeira Besta - a que tinha sido curada da ferida mortal. Então, eu já disse que o governo de Roma jamais se expandiu até Angola, e também em muitos países do mundo inteiro e que nunca foi para geração presente, mas a passada que ocorria pelas perseguições do império Romano, e para ser mais claro com a citação, nenhum imperador Romano jamais me forçou a adorar a primeira besta, isso porque não faço parte da geração daqueles que o capitulo 13 de apocalipse fala todo mundo e os habitantes da terra.

Contudo, podemos analisar e observar, usando de apologética dizendo que a virgem Maria não cometeu pecado, porque ela é imaculada e Cheia de Graça.

Escrito por: Benedictus Manuel


Fonte. http://mentiras-evanglicas-e-outras.blogspot.com.br/

domingo, 19 de junho de 2016

O que é a Verdade? – conclusão do testemunho do ex-pastor protestante Marcus Grodi

Jesus, pela sua divina misericordia sempre escolhe uns no meio dos separados, para que atraveis deles, os demias possão ouvir, é o que acredito em relação a este testemunho, Deus o fez enchegar na luz do evagelho aquilo que os protestantes negam, já que para ouvir da boca de um catolico, a incredulidade os faria cegos, quem sabe um do meio deles eles possão ouvir.


Publicamos agora a segunda e conclusiva parte do testemunho de conversão completo (versão integral) do ex-pastor norte-americano Marcus C. Grodi, que é o fundador e presidente da organização “The Coming Home Network”e apresentador do programa semanal “The Journey Home”, transmitido pela EWTN (maior rede de comunicação religiosa do mundo). O site "O Fiel Católico" foi escolhido, como referência de pesquisa sobre Igreja Católica na internet, para a divulgação do texto estendido da história de sua conversão. A tradução é de Elton Netto, e a publicação do texto está autorizada pela assessoria de Marcus Grodi. Por ser extenso, publicamos o texto em duas partes, a primeira das quais pode ser lida aqui.


“Aprender muito faz você ficar exasperado”

Eu me senti nervoso assim que entrei no estacionamento daquela imensa estrutura Gótica. Nunca havia estado antes dentro de uma igreja católica, e eu não saiba o que esperar. Entrei rapidamente na igreja, passando em volta de uma pia de água benta, e andando rapidamente pelo corredor, sem ter certeza do protocolo correto para entrar e sentar no banco da igreja. Eu sabia que católicos inclinavam a cabeça ou faziam genuflexão ou algum tipo de reverência em direção ao Altar antes de entrar no banco para se sentarem. Mas eu simplesmente entrei e me sentei, torcendo para que eles não me reconhecessem como um protestante.
Depois de alguns minutos, quando nenhum semblante carrancudo me bateu no ombro, mostrando com o dedo indicador a direção da porta para eu me retirar, – “Vamos, amigo, já para a rua; nós sabemos que você não é católico”, – comecei então a relaxar. Olhei admirado o estranho, mas também incontestavelmente belo interior da igreja. Pouco tempo depois o Scott caminhou rapidamente, a passos largos, até o púlpito e começou sua palestra com uma oração. Quando ele fez o Sinal da Cruz, eu soube que ele havia verdadeiramente abandonado o barco. Meu coração apertou.

“Pobre Scott”, eu pensei, suspirando internamente. Os católicos o tapearam com seus argumentos engenhosos. Escutei atenciosamente sua fala a respeito da Última Ceia intitulada “o quarto cálice”, tentando com muito esforço detectar erros em seu modo de pensar. Porém, não consegui encontrar erro algum (a fala do Scott foi tão boa que eu plagiaria a maior parte no meu próximo sermão sobre comunhão).
Ao falar, ele utilizava em cada trecho a Escritura para apoiar o ensinamento católico sobre a Missa e a Eucaristia. Senti-me fascinado pelo que escutei. O Scott estava explicando o catolicismo de uma maneira que eu nunca havia imaginado que poderia ser possível: por meio da Bíblia! Da forma como ele explicava, a Missa e a Eucaristia não eram ofensivas ou estranhas para mim. No final de sua fala, quando o Scott exprimiu um inspirador chamado para uma conversão radical a Cristo, eu imaginei se talvez ele tivesse fingido uma conversão para poder se infiltrar na Igreja Católica a fim de trazer renovação e conversão aos católicos mortos espiritualmente. Não demorou muito para eu descobrir.

Após os aplausos da audiência diminuírem, fui até a frente para ver se ele me reconheceria. Uma multidão de pessoas com perguntas o rodeava. Fiquei poucos metros distante dele e estudei sua face enquanto ele falava para o grupo de pessoas, com seus típicos charme e convicção. Sim, aquele era o mesmo Scott que conheci no seminário. Agora ele usava um bigode e eu uma barba de estação (significativa mudança em relação aos nossos cortes limpos dos dias de seminário). Mas quando ele se virou para minha direção, seus olhos brilharam enquanto ele me cumprimentava silenciosamente com um largo sorriso. Logo ficamos próximos, nossas mãos se juntaram num caloroso aperto de mãos. Ele pediu desculpas caso tivesse me ofendido de alguma forma. “Não, claro que não!”, assegurei enquanto ríamos com o prazeroso desvio de curso que nos permitiu encontrar um ao outro novamente.
Depois de alguns minutos do obrigatório bate-papo: “Como vão sua esposa e sua família?”, deixei escapar o pensamento que estava em minha mente: “eu acho que é verdade o que eu ouvi. Por que você abandonou o barco e se tornou católico?”. O Scott me deu uma breve explicação de seu empenho para encontrar a verdade sobre o catolicismo. A multidão de pessoas ao nosso redor ouvia atentamente a história resumida de conversão. Ele me sugeriu pegar uma cópia da gravação de sua história de conversão, a qual a aglomeração estava adquirindo na entrada. Trocamos os números de telefones e apertamos as mãos mais uma vez. Em seguida, me dirigi para o fundo da igreja. Encontrei uma mesa coberta com fitas K7 a respeito da fé católica, gravadas pelo Scott e sua esposa Kimberly, bem como fitas com o Steve Wood, outro convertido para o catolicismo que também estudou no seminário de teologia Gordon-Conwell. Comprei um exemplar de cada fita e uma cópia do livro que o Scott recomendou, escrito por Karl Keating: "Catolicismo e Fundamentalismo".

Antes de sair, fiquei em pé ao fundo da igreja, olhando por um momento os ainda incomuns e atrativos símbolos do catolicismo: ícones e estátuas, ornamentos do Altar, velas, cabine de confessionário. Fiquei lá por algum tempo imaginando porque Deus havia me chamado para aquele lugar. Então eu caminhei para a noite de ar frio, minha cabeça estava atordoada e meu coração inundado com a confusa mistura de emoções. Fui a um restaurante fast food, peguei um hambúrguer para a minha viagem de retorno a casa, e coloquei a fita com a gravação do Scott no toca-fitas. Presumi que facilmente eu descobriria em que ponto ele teria cometido o erro. Estava a metade do caminho de casa, todavia passei a ficar tão dominado pela emoção que tive de sair da rodovia para limpar minha mente.
Ainda que a jornada do Scott para a Igreja Católica tenha sido muito diferente da que eu, sem saber, estava fazendo, as perguntas que ele e eu fizemos eram essencialmente as mesmas, – e ele encontrou as respostas, que mudaram drasticamente a sua vida. Elas eram muito convincentes. Seu testemunhome convenceu de que as causas da minha crescente insatisfação com o protestantismo não poderiam ser ignoradas. As respostas para minhas perguntas, ele afirmou, seriam encontradas na Igreja Católica. Essa ideia penetrou profundamente em mim.

Eu estava assustado e instigado pelo pensamento de que Deus poderia estar me chamando para dentro da Igreja Católica. Orei por algum tempo, com minha cabeça apoiada sobre o volante. Reuni meus pensamentos antes de ligar o carro novamente. Em seguida dirigi para casa.
No dia seguinte abri o livro “Catolicismo e Fundamentalismo” e o li completamente, terminando o último capítulo naquela noite. Enquanto me preparava para dormir, eu sabia que estava com problemas! Ficou claro para mim naquele momento em que os dois dogmas centrais da reforma protestante, Sola Scriptura (somente a Escritura) e Sola Fide (justificação somente pela fé), eram muito fracos em termos de fundamentação bíblica, e consequentemente também eu era fraco nos meus fundamentos.
Desse modo meu apetite ficou estimulado. Comecei a ler livros católicos, especialmente escritos pelos primeiros pais (padres) da Igreja. Seus escritos me ajudaram a entender a verdade a respeito da história da Igreja Católica antes da reforma protestante. Gastei incontáveis horas debatendo com católicos e protestantes, fazendo o meu melhor para submeter as afirmações católicas aos mais difíceis argumentos bíblicos que pude encontrar.
Marilyn, como você pode imaginar, não ficou contente quando eu disse a ela sobre a minha dificuldade com os argumentos da Igreja Católica. Embora inicialmente ela tenha dito para mim: “Isso tudo irá passar”, no final as coisas que eu estava aprendendo começaram a intrigá-la também. Então ela começou a estudar por conta própria. Enquanto eu investia bastante tempo e esforço lendo livro após livro, também compartilhava com ela os ensinamentos esclarecedores e de senso comum que eu estava descobrindo. Mais frequentemente do que não, nós podíamos concluir juntos quão mais sentido fazia e quão mais verdadeiro era o ponto de vista da Igreja Católica quando comparado com tudo o que havíamos encontrado na enorme variedade de opiniões protestantes. Existia profundidade, força histórica, uma consistência filosófica para os posicionamentos católicos com os quais nós nos deparamos. O Senhor trabalhou uma transformação surpreendente em nossas vidas, persuadindo a nós dois, lado a lado, passo a passo, juntos por todo o caminho.

Apesar de todas essas coisas boas que estávamos encontrando na Igreja Católica, também nos deparávamos com algumas situações confusas e perturbadoras. Encontrei padres que acharam estranho eu considerar a possibilidade de me converter à Igreja Católica. Eles achavam que a conversão seria desnecessária. Nós conhecemos católicos que sabiam pouco a respeito da fé católica e cujos estilos de vida conflitavam com os ensinamentos morais da Igreja. Quando nós participávamos das Missas, nos sentíamos malquistos e desassistidos por todos. Todavia, apesar desses obstáculos no caminho para a Igreja, continuamos estudando e orando para que o Senhor nos guiasse.
Após ouvir dúzias de fitas e digerir várias dúzias de livros, eu sabia que não mais poderia continuar protestante. Começou a ficar claro que a resposta protestante para a renovação da Igreja foi, acima de tudo, sem fundamentação bíblica. Jesus havia orado pela unidade entre os seus seguidores, e os Apóstolos Paulo e João haviam ambos ordenado a seus seguidores para se agarrarem firmemente na Verdade que eles haviam recebido, não deixando que opiniões os dividissem. Como protestantes, contudo, nós nos tornamos cegos de paixão com a nossa liberdade, colocando opiniões pessoais acima dos ensinamentos da autoridade da Igreja Católica.

Nós acreditávamos que a orientação do Espírito Santo era suficiente para guiar qualquer pessoa que estivesse sinceramente procurando pelo significado verdadeiro das Escrituras Sagradas. A resposta católica para esse ponto de vista é que a missão da Igreja é ensinar com certeza infalível. Cristo prometeu aos Apóstolos e a seus sucessores: “Quem vos ouve a Mim ouve, quem vos rejeita a Mim rejeita, e quem Me rejeita, rejeita Aquele que Me enviou.” (Lucas 10,16).

A Igreja primitiva acreditava nisso também. Uma passagem muito instigadora de Clemente, Bispo de Roma, saltou aos meus olhos um dia enquanto eu estudava a história da Igreja. Foi escrito aproximadamente na mesma época do evangelho de João: os Apóstolos receberam do Senhor Jesus Cristo o Evangelho para nós; e Jesus Cristo foi enviado por Deus. Cristo, desse modo, é de Deus, e os Apóstolos são de Cristo. Ambas as combinações, então, são por vontade de Deus. Recebendo suas instruções e sendo plenamente confiantes, por causa da Ressurreição do nosso Senhor Jesus Cristo, e confirmados na fé pela Palavra de Deus, eles foram adiante na plena certeza do Espírito Santo, pregando a Boa Nova: o Reino de Deus está próximo. Eles pregaram de um extremo ao outro de áreas rurais e de cidades; e eles nomearam seus primeiros convertidos, testando-os pelo Espírito, para serem bispos e diáconos de futuros crentes. Isso também não era uma novidade: sobre bispos e diáconos tinha sido escrito a respeito muito tempo antes. De fato, as Escrituras em algum lugar dizem: “Eu prepararei os seu bispos na retidão e os seus diáconos na fé”. (Epístola aos Coríntios 42,1-5).

Outra citação patrística (primeiros escritores cristãos, também conhecidos como 'Pais da Igreja') que ajudou a quebrar a muralha das minhas pressuposições protestantes foi essa de Irineu, bispo de Lião, escrita aproximadamente no ano 180:

"Quando, por conseguinte, nós temos tais provas, não se faz necessário buscar entre os outros a Verdade, a qual é facilmente obtida por meio da Igreja. Os Apóstolos, como homem rico em um banco, guardaram nela tudo de mais abundante que pertence à Verdade; e todos, quem quer que seja, tiram dela a bebida da vida. Ela é a entrada para a vida, enquanto todo o resto são ladrões e assaltantes. Por isso que seguramente é necessário evitá-los, enquanto cuida com máxima diligência das coisas pertencentes à Igreja, e se agarra à tradição da verdade. O que fazer então? Caso haja uma disputa sobre algum tipo de questão, não devemos recorrer às igrejas mais antigas, nas quais os Apóstolos eram íntimos, e obter deles o que é claro e certo em relação àquela questão? O que aconteceria se os Apóstolos não tivessem de fato deixado documentos escritos para nós? Não seria necessário seguir a ordem da tradição, a qual foi transmitida para aqueles a quem eles confiaram às igrejas?" (Contra as Heresias, 3, 4,1)

Estudei as causas da reforma protestante. A Igreja Católica daquela época verdadeiramente precisava de uma reforma, mas Martinho Lutero e os demais reformadores escolheram o erro, o não bíblico, para lidar com os problemas que eles viram na Igreja. A rota correta era e continua sendo justamente o que meu amigo presbiteriano havia me dito: não deixe a Igreja; não quebre a unidade da fé. Trabalhe na reforma genuína baseada nos Planos de Deus, não nos planos do homem, alcançando-a através de orações, penitência e bom exemplo.
Eu não poderia mais continuar protestante. Permanecendo protestante eu obrigatoriamente estaria negando a Promessa de Cristo de guiar e proteger a Sua Igreja e de enviar o Espírito Santo para liderá-la dentro de toda a verdade (Mt 16,18-19, 18,18, 28,20; Jo 14,16, 14,25, 16,13). Porém, eu não poderia tolerar o pensamento de me tornar católico. Fui ensinado por tanto tempo a respeito do “romanismo” que, mesmo tendo intelectualmente descoberto que o catolicismo era a Verdade, vivi tempos difíceis para destruir meus preconceitos contra a Igreja.
Uma dificuldade chave era o ajuste psicológico à complexidade da Teologia católica. Diferentemente, minha forma de protestantismo era simples: admita que você seja um pecador, arrependa-se dos seus pecados, aceite Jesus como seu Salvador pessoal, confie Nele para perdoá-lo, e você será salvo. Continuei estudando as Escrituras e os livros católicos e investi muitas horas debatendo com amigos e colegas protestantes sobre questões difíceis como: Maria, orações para os santos, indulgências, Purgatório, celibato sacerdotal e a Eucaristia. Finalmente eu percebi que a questão mais importante era a autoridade. Toda essa discussão sobre como interpretar as Escrituras não chega a lugar nenhum se não houver um meio de saber com certeza infalível que determinada interpretação é a correta.
A autoridade dos ensinamentos do Magistério da Igreja é centrada na Cátedra de Pedro. Se eu puder aceitar essa doutrina, sei que poderei confiar tudo mais na Igreja.
Eu li as obras do padre Stanley Jaki “And on This Rock” e“The Keys to the Kingdon”, bem como os documentos do Vaticano II e dos Concílios anteriores, especialmente o de Trento. Estudei cuidadosamente as Escrituras e os escritos de Calvino, Lutero e de outros reformadores para testar os argumentos católicos. Hora após hora, descobria que os argumentos protestantes contra o Primado de Pedro simplesmente não tinham fundamentação bíblica e nem histórica. Ficou claro que a posição católica era a posição bíblica.
O Espírito Santo desferiu literalmente um golpe de misericórdia nos meus remanescentes preconceitos anticatólicos quando eu li o marcante livro do abençoado John Henry Newman “An Essay on the Development of Christian Doctrine”. De fato, minhas objeções se evaporaram quando eu li uma passagem na metade do livro. Aqui, Newman explica o desenvolvimento gradual da autoridade papal dessa forma: “É uma menor dificuldade a supremacia papal não ter sido formalmente reconhecida no segundo século, se comparada com o não reconhecimento formal, por parte da Igreja, da doutrina da Trindade Santa até o século quarto. Nenhuma doutrina é definida até que seja violada” (4, 3, 4).
Meu estudo sobre os argumentos católicos levou aproximadamente um ano e meio. Durante este período, Marilyn e eu estudamos juntos, dividimos como um casal os temores, as esperanças, os desafios que nos acompanharam ao longo do caminho para Roma. Nós íamos às Missas semanalmente, fazendo o percurso de carro para uma paróquia longe o suficiente (minha igreja presbiteriana era menos de uma milha de casa) para evitar a controvérsia e a confusão que sem dúvida surgiria se meus membros da congregação anterior soubessem que eu estava investigando Roma.
Gradualmente, começamos a nos sentir confortáveis fazendo todas as coisas que os católicos faziam na Missa (com exceção de receber a Comunhão, é claro). Doutrinalmente, emocionalmente e espiritualmente, nós nos sentimos preparados para entrar formalmente na Igreja. Permanecia, contudo, uma barreira para superarmos. Antes da Marilyn e eu nos conhecermos e nos apaixonarmos, ela tinha se divorciado após um breve casamento. Como nós éramos protestantes quando nos conhecemos e nos casamos, essa situação não causava problemas segundo o ponto de vista nosso e da nossa denominação. Não até o momento em que nos sentimos preparados para ingressar na Igreja Católica, quando fomos informados que não poderíamos, a menos que o primeiro casamento da minha esposa Marilyn fosse considerado nulo.
Primeiramente pensamos que Deus estava fazendo uma brincadeira conosco! Então nós passamos do estado de choque para o de raiva. Parecia tão injusto e ridiculamente hipócrita: poderíamos ter cometido quase qualquer outro pecado, não importasse quão abominável, e com uma confissão seríamos adequadamente purificados para admissão na Igreja. Entretanto, por causa desse erro, nosso ingresso na Igreja Católica tinha "morrido na praia".
Mas então nós nos lembramos do que tinha nos trazido para esse ponto em nossa peregrinação espiritual: nós estávamos a confiar em Deus com todo nosso coração e não no nosso discernimento particular. Nós estávamos a aceitá-Lo e A acreditar que Ele poderia dirigir nossos caminhos. Ficou evidente que esse era um teste final de perseverança enviado por Deus. Então Marilyn iniciou a difícil investigação do processo de nulidade, e aguardamos. Nós continuamos indo às Missas, permanecendo sentados no banco da paróquia, nossos corações doloridos, enquanto aqueles que estavam em nossa volta iam adiante para receber o Senhor na Santa Eucaristia. Mas exatamente por não ser possível receber a Eucaristia, nós aprendemos a apreciar o impressionante privilégio que Jesus concedeu no seu imenso Amor de recebê-Lo, Corpo e Sangue, Espírito e Divindade, no Abençoado Sacramento. A promessa do Senhor na Escritura tornou-se real para nós durante aquelas Missas: “o Senhor disciplina aquele a quem Ele ama” (Hb 12,6).

Após nove meses aguardando, nós soubemos que a nulidade do primeiro casamento da Marilyn foi reconhecida(!). Sem mais atrasos, nosso casamento foi abençoado, e nós fomos recebidos com grande entusiasmo e celebração dentro da Igreja Católica(!). Era um sentimento tão inacreditavelmente bom de finalmente estar no lar ao qual pertencíamos. Chorei silenciosas lágrimas de alegria e gratidão naquela primeira Missa, quando pude caminhar adiante com os demais irmãos e irmãs católicos para receber Jesus na Sagrada Comunhão.
Eu havia pedido a Deus por muitas vezes em oração “o que é a Verdade?”. Ele me respondeu nas Escrituras, dizendo: “Eu sou o Caminho, a Verdade, e a Vida”. Eu me alegro muito agora como católico, não só posso conhecer a Verdade, mas também recebê-La na Eucaristia.

Algumas Poucas Palavras para Finalizar

Penso ser importante mencionar mais um dos pensamentos do abençoado John Henry Newman, que fez uma diferença crucial no meu processo de conversão para a Igreja Católica. Ele, uma vez, bem observou: “Ir fundo na história é deixar de ser protestante”. Essa linha resume o motivo principal pelo qual eu abandonei o protestantismo, colocando de lado as Igrejas Ortodoxas do Oriente, e me tornado católico. Newman estava certo. Quanto mais leio a História da Igreja e as Escrituras, menos poderia permanecer confortavelmente protestante. Enxerguei que a Igreja Católica é que foi estabelecida por Jesus, e todas as outras que reivindicam o título “verdadeira igreja” deviam se colocar de lado e dar passagem. Foram a Bíblia e a História da Igreja que fizeram de mim um católico, contra a minha vontade (pelo menos no início) e para minha imensa surpresa.

Eu também aprendi que o outro lado do ditado de Newman é igualmente verdadeiro: parar de ir fundo na história é tornar-se protestante. Por isso nós católicos temos de conhecer por que nós acreditamos nos ensinamentos da Igreja, assim como conhecer a história por trás dessas verdades sobre a nossa salvação. Nós temos que nos preparar e a nossos filhos tal que nós possamos “sempre estar prontos a dar razão da nossa esperança a todo aquele que vo-la pede” (1Pd 3,15).

Vivendo corajosamente e proclamando A nossa fé, muitos irão escutar Cristo falar através de nós e serão trazidos ao conhecimento da Verdade em toda a sua plenitude na Igreja Católica. Deus abençoe você em sua própria jornada de fé!

___________
Marcus Grodi é o fundador e presidente do “The Coming Home Network International”. Ele frequentemente profere palestras e é o anfitrião dos programas da EWTN (http://www.ewtn.com/) veiculados duas vezes por semana: “The Journey Home” (televisão) e “Deep in Scripture” (radio). Escreve para vários periódicos católicos e é autor dos livros “How Firm a Foundation” (CHResources, 2002) e “Thoughts for the Journey Home” (CHResources, 2010). Marcus vive com sua esposa, Marilyn e seus dois filhos mais jovens, Peter e Richard, em uma pequena fazenda próxima de Zanesville, Ohio.
Uma versão anterior dessa estória foi publicada no livro “Surprised By Truth: 11 Converts Give the Biblica and Historical Reasons for Becoming Catholic- Patrikc Madrid, ed. (Basilica, 1994)”.
Essa história está publicada no livro “Journeys Home”, editado por Marcus Grodi (CHRresources, ver. Ed. 2011). Para solicitar o livro, clique aqui.
A versão original da história de conversão do Marcus Grodi encontra-se em:

Fonte. O Fiel Catolico

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Por que os amigos de Jesus sofrem?

Por que os amigos de Jesus sofrem?

Márcio Mendes no programa “Sorrindo pra Vida” da TV Canção Nova, nesta terça-feira, dia 02 de outubro.

Ao ir para a página do Podcast Sorrindo pra Vida , você encontrará, abaixo de cada um deles, uma seta; ao clicar nela você conseguirá baixar o arquivo em MP3.
Eu quero convidar você para abrir a Palavra de Deus em: 
João 11,17 – 44..
“Sorrindo pra Vida”
Foto: Celia Grego
Será que Deus, que é todo poderoso, criador do céu e da terra, não poderia evitar um câncer? Ele não curou um cego que nem conhecia? Por que não curou o seu amigo?
Jesus frequentava a casa de Lázaro, Marta e Maria. Quando Ele chegava, Maria já se colocava aos seus pés. Eles eram seus amigos. E quando Jesus viu seus amigos chorarem, Ele chorou também, mas não porque Lázaro tinha morrido, mas porque se comoveu de ver Marta, Maria e os que estavam ali chorando.
E elas Lhe diziam: “Por que o Senhor não veio antes? Já faz quatro dias que ele foi sepultado. E Jesus disse a elas: “Eu não lhes disse que se crerem verão a glória de Deus?”. Aqui está o coração desta Palavra: crer, confiar para ver. Nós não acreditamos porque vimos, mas depois de crer é que nós vemos, porque a fé alcança aquilo que acreditamos.
Abraão não podia entender por que o Senhor pediu o sacrifício do seu filho Isaac, mas ele confiou e viu a glória divina. Deus o fez pai de uma multidão; até nós, que não somos judeus, dizemos que somos filhos de Abraão.
Moisés não entendia por que Deus o levou para o deserto durante quarenta anos; assim como José não entendia a maldade de seus irmãos, mas ele confiou e viu a glória de Deus.
Nós, muitas vezes, não compreendemos o que acontece conosco e dizemos para Deus: “Eu não entendo por que o Senhor permitiu que alguém tão querido partisse, não entendo por que, muitas vezes, as bênção que eu tanto preciso estão demorando tanto. Assim como Marta e Maria não entenderam o porquê de Jesus só chegar após quatro dias que o irmão Lázaro havia morrido. Mas nós não temos de entender tudo.