Milagre o Testemunho da Verdade

sexta-feira, 25 de março de 2016

sábado, 12 de março de 2016

Bispo fala da Jararaca e vermelhetes metem o pé na jaca!

Por O Catequista em 11/03/2016

Oi, Povo Católico!
Bastou um bispo se pronunciar sobre a jararaca mais famosa do Brasil, que os vermelhetes vieram com tudo pra cima da Igreja.
Tochas
Temos vivido perpetuamente isolados. Até agora, temos nos empenhado em ser forças sem contato algum, de tal maneira que os católicos quase não conhecemos uns aos outros.
E o mais grave e doloroso é que, apesar de os últimos acontecimentos terem nos revelado toda a nossa imensa fragilidade e desorganização, ainda assim fazemo-nos de desentendidos.
Continuamos acastelados em nosso isolamento, empenhados em viver isolados uns dos outros e a ajustarmo-nos aos nossos planos individuais segundo nossos modos de ver as coisas e nossas opiniões.
Enquanto os nossos inimigos nos dão lições de organização e nos fazem entender que a organização é uma necessidade imperiosa, nós continuamos aprisionados à nossa rotina e ao nosso isolamento, por mais que saibamos muito bem, por longa e dolorosa experiência, que este sistema não pode levar senão à derrota.
Continuamos extasiados ante o nosso número, orgulhosos e satisfeitos por sermos maioria neste país.
Mas também seguiremos sendo uma maioria importante, vencida, sujeita ao furor dos nossos perseguidores. Porque o número, por maior que seja, não basta para a vitória.
O número, para alcançar os êxitos que se buscam com ele, supõe, exige, pede ser sempre um verdadeiro número em ação.
E deixa de ser número quando somente é uma quantidade abstrata, mas na realidade não vive, não atua simultaneamente. E este agir simultaneamente, todos juntos, tem-nos faltado.
Por isso o nosso número não terá valor nenhum enquanto não nos organizarmos. Somente depois de nos organizarmos teremos uma coragem forte e invencível, e o nosso número se fara sentir. Por isso a organização é a necessidade suprema dos católicos. Somente assim o número de católicos será um número verdadeiro.
*****
Você leu até aqui? Achou que fiz uma boa leitura da situação atual do Brasil? Pois é… o texto que se inicia logo depois da figura não é meu, é do beato Anacleto González Flores, mártir da Guerra dos Cristeros, no México – também conhecida como Cristiada. Nesta guerra, os católicos mexicanos se levantaram contra o projeto de poder de um governo maçônico que chegou a tal ponto de dominação que suprimiu a liberdade religiosa, tomando as paróquias, proibindo imagens e símbolos religiosos (até dentro de casa) e banindo qualquer tipo de culto – até mesmo ensinar os filhos a rezar resultava em pesadas multas.
E sabe porque foi suprimida? Porque o governo sabia que precisava calar a boca dos bispos e padres o quanto antes. Antes que a maioria católica deixasse de ser um monte de conformados e passassem a ser uma maioria de verdade.
Guardando-se as devidas proporções, Dom Darci, ex-bispo auxiliar de Aparecida (agora Arcebispo de Diamantina), resolveu não ficar calado diante de todas as atrocidades que estamos vendo nos últimos anos e disse isso aqui em uma das preces da comunidade da missa de domingo:
“Peça, meu irmão e minha irmã, a graça de pisar a cabeça da serpente, de todas as víboras que insistem e persistem em nossa vida, daqueles que se autodenominam jararacas. Pisar a cabeça da serpente. Vencer o mal pelo bem. Por Cristo, Nosso Senhor…”
Pronto. Bastou uma simples prece da comunidade pra despertar a ira dos vermelhetes…
DomDarci01

Repare a diferença de tom entre o que ele falou e esse minúsculo extrato de todas as pedras que atiraram em um legítimo sucessor dos apóstolos. Quem estava realmente “pregando o ódio”?
Dom Darci estava certo? Certíssimo. Você pode até ser petista devoto (e neste caso não insista, você não é católico), mas não há como negar que tudo cheira muito mal neste governo. Podem até ser todos mais inocentes que uma criança de dois meses, mas não há a menor dúvida de que são extremamente incompetentes e desrespeitosos com o povo brasileiro. Principalmente quando um ex-presidente se coloca acima de toda a justiça e inflama seus correligionários a impedir a todo custo que ele seja investigado.
Isso sem falar na liberação do aborto, no escracho na educação, na ideologia de gênero… tudo promovido por essa mesma galera.
Devemos pisar nestas serpentes sim. E não é com violência não. É com protesto, com voto, com denúncia, com justiça e, acima de tudo, com orações e unidade.
Precisamos reagir antes que o Brasil se torne o México dos anos 20. Lá, como aqui, haviam jararacas populistas, que se colocavam acima da lei e eram denunciadas pela Igreja Católica. E era isso que acontecia:
DomDarci
Não podemos deixar a coisa chegar nesse ponto. Você pode até não ir às ruas no dia 13 de março. Mas abra o olho. Faço minhas as palavras do Beato Anacleto:
“Continuamos extasiados ante o nosso número, orgulhosos e satisfeitos por sermos maioria neste país.
Mas também seguiremos sendo uma maioria importante, vencida, sujeita ao furor dos nossos perseguidores. Porque o número, por maior que seja, não basta para a vitória.
O número, para alcançar os êxitos que se buscam com ele, supõe, exige, pede ser sempre um verdadeiro número em ação”.
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terça-feira, 8 de março de 2016

Por que Deus permite que uma babá jihadista arranque a cabeça de uma criança?


inocentes_massacre
Recentemente, o mundo se estarreceu com uma imagem vinda da Rússia: uma babá muçulmana que decepou a cabeça de uma criança de 4 anos, e saiu gritando pela rua que era terrorista. Refletindo sobre esse horror, uma leitora nos escreveu:
“Minha pergunta não é uma afronta, só gostaria de uma explicação porque tô muito confusa. Por que Deus permite que uma babá jihadista arranque a cabeça de uma criança? Essa notícia me chocou! Por que Deus não interfere nestas coisas? Já me disseram uma vez que nós é que devemos agir, mas como eu, que não sou nada, poderia ter ajudado essa criança?! Eu preciso de uma resposta por favor, são atrocidades como estas que estão me fazendo desacreditar…”
– Eliza
Eliza, certamente sua pergunta não é uma afronta. É uma pergunta que apunhalou o coração de quase todos os homens, inclusive dos profetas da Bíblia (“Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?”).
A primeira coisa que te digo é: OLHE PARA A CRUZ. Deus assumiu a condição humana em tudo, menos no pecado. Sendo inocente, Ele assumiu a dor a extrema, a humilhação, e depois de três dias venceu a morte. Ressuscitou, aleluia! Assim, mostrou que as injustiças, o mal e o sofrimento não são a última palavra sobre a vida dos homens.
Unindo nossa cruz à do Senhor, também nós alcançaremos a realização profunda de nós mesmos. Podemos viver já nesta vida a alegria da esperança do Paraíso, e no Final dos Tempos ressuscitaremos como Ele para a vida eterna.
Assim como a cruz é um mal relativo – e não absoluto e definitivo –, também o horror que vitimou aquela pobre criança é um mal relativo. A última palavra sobre a vida daquela criança não será a violência insana, mas sim a vitória de Cristo sobre o mal e a morte.
Outro ponto sobre o qual devemos refletir é sobre o livre-arbítrio. Como diz o teólogo protestante W. L. Crayg, “não somos bichos de estimação de Deus”: Ele quer nos atrair para a livre comunhão com Ele. A existência dos maus, que fazem sofrer os inocentes e blasfemam contra o Criador é a maior prova de que Deus preza a liberdade humana, até o extremo.
detalhe_giottoAdemais – e isso veremos um dia, com uma clareza que não somos capazes de ver agora – se Deus permite um mal, é porque certamente tirará disso um bem muito maior. Na liturgia da Igreja, o Dia dos Santos Inocentes, celebrado no dia 28 de dezembro, nos ajuda a refletir sobre esse grande mistério. A festa faz memória dos bebês de 0 a 2 anos massacrados a mando do Rei Herodes, na tentativa de eliminar o futuro Rei dos Judeus, citado na profecia.
Que dor terrível, que tragédia sucedeu o nascimento do Menino-Deus! A maldade, então, teria eclipsado e superado a alegria do Santo Natal? Não! A encarnação de Deus nos dá a certeza de que o reinado de Satanás está fadado ao fracasso, e de que chegará o dia em que o Senhor “Enxugará toda lágrima de seus olhos e já não haverá morte, nem luto, nem grito, nem dor, porque passou a primeira condição” (Apo 21,4).
Elisa, ou cremos nisso – não só porque queremos crer, mas porque é perfeitamente lógico – ou abraçamos o desespero, porque esse mundo é regado de lágrimas, e os momentos felizes sempre têm fim.
Temos aqui no blog um post sobre isso, para você poder aprofundar o assunto:
Também recomendo que você veja esses dois breves vídeos:
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Alexandre Varela é o apresentador do programa Parlatório, que estreou ontem na WebTV Redentor, da Arquidiocese do Rio. O programa É AO VIVO. Para ver acesse webtvredentor.com.br, todas as quintas-feiras, às 20h, e fique ligado! Dez minutos antes tem PERISCOPE em @ocatequista! Segue a gente lá!
parlatorio_rj
Fonte.  http://ocatequista.com.br/

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quinta-feira, 3 de março de 2016

OS MILAGRES QUE ACONTECEM SOMENTE NA IGREJA CATÓLICA PROVAM QUE ELA É A ÚNICA VERDADEIRA


teresa davila
A Transverberação de Santa Teresa D’Ávila.


                Ela contou como foi a Transverberação:   

“Não era grande, mas pequeno e mui formoso, com o rosto tão resplandecente que parecia um dos anjos muito elevados que se abrasam. Vi que trazia nas mãos um cumprido dardo de ouro, em cuja ponta de ferro julguei que havia um pouco de fogo. Eu tinha impressão de que ele me perfurava o coração com o dardo, algumas vezes, atingindo-me as entranhas. Quando tirava, parecia-me que as entranhas eram retiradas e eu ficava toda abrasada num imenso amor de Deus. A dor era tão grande que eu soltava gemidos, e era tão excessiva a suavidade produzida por essa dor imensa que a alma não desejava que tivesse fim, nem se contentava senão com a presença de Deus. Não se trata de dor corporal; é espiritual, se bem que o corpo também participe, às vezes muito. É um contato tão suave entre a alma e Deus que suplico à Sua bondade que dê essa experiência a quem pensar que minto.”¹
Mais dez anos após o relato, tendo falecido a santa em 1582, examinaram seu coração, órgão esse que, embora seja naturalmente o primeiro do corpo humano a se decompor, permanecia incorrupto; e do qual emanava um regueiro de sangue que exalava deliciosa fragrância. Os sinais da transverberação eram indubitáveis: no coração observavam-se os traços da carbonização causados pela mística lança. Com o passar dos anos, constatou-se que as lesões contidas naquele órgão evoluíam como que ainda estivesse vivo.
Inexplicavelmente, ainda que não estando, na noite de 18 de 1836, foi encontrado nele um espinho; surgindo ainda um outro na noite do dia seguinte; e, trinta anos depois, ambos já mediam respectivamente 5 e 7 centímetros. Com o passar dos séculos, novos espinhos lhe nasciam de forma que ao todo foram lhe contados 15.
O coração de Santa Teresa de Jesus passou a ser guardado num globo de vidro. O admirável é que invariavelmente ele despedia aroma e calor e, a despeito de um globo tão hermeticamente fechado, o vidro não suportava e estourava, o que também se sucedeu a todos os que, incontavelmente, substituíram-no; por isso, foi mister ao globo uma abertura superior, de forma que o coração “respirasse”. Por várias ocasiões, ele começou a se dilatar até adquirir um volume absolutamente inexplicável aos médicos, retornando em seguida ao seu tamanho normal. Tal experiência, de transverberação, parece única, mas, para não acharmos que mentiu a santa, permitiu a Bondade Divina que verificações médicas, realizadas entre 1872 e 73 pelos professores da Universidade de Salamanca, constatassem sobretudo isto: a existência de um corte transversal de pelo menos 5 centímetros na parte superior e anterior de seu coração e sinais de combustão que seguiam-se às feridas como que feitas por um ferro incandescente, o que deveria ter causado imediatamente a morte de Santa Teresa, a qual viveu ainda dez anos após a visão. Seu coração permanece ainda hoje incorrupto.
Foto de As Profecias de Nossa Senhora para o Mundo.