Milagre o Testemunho da Verdade

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

LIMÃO CONGELADO 10.000 VEZES MAIS EFICIENTE QUE A QUIMIOTERAPIA


Dicas de saúde eram transformadas em boatos muito antes do advento da internet. Porém, é inegável que as redes sociais reinventaram o modo de repassar as “dicas da vovó” para outras pessoas. Também potencializou a divulgação de muitas histórias sem pé nem cabeça.

 Hoax – Limão congelado cura câncer e é mais forte que quimioterapia





Limão congelado cura câncer, diz boato

Boato – Ralar limão congelado e colocar nas refeições ajuda na cura do câncer. A fruta seria mais forte que quimioterapia e não dá efeitos colaterais.


No caso citado nesta postagem, a dica é congelar limões, ralá-los e colocá-los na comida. De acordo com o texto, que cita como fonte uma “amiga da Universidade de Kirche” (que seria na Alemanha) que tinha câncer e melhorou após comer limão congelado.

A mensagem cita muitas vantagens sobre o uso da fruta como remédio: ela teria efeitos 10 mil vezes mais fortes do que a quimioterapia, não traria efeitos colaterais (como a queda de cabelo), curaria infecções e ainda daria um novo sabor na comida.

texto, que pode ser visto ao aqui, é gigantesco, escrito em português de Portugal e tem características de hoax: erros de ortografia, palavras escritas em caixa alta e exageros nos pontos de exclamação.


Apesar de o limão ser uma fonte de vitamina C, não há nenhuma prova científica de que ele pode curar câncer. Uma rápida busca na internet acha, no máximo, alguns artigos que dizem que o alimento poderia ajudar a prevenir o câncerMas tudo ainda está em fase de estudos.

O UOL, inclusive, fez um artigo em janeiro deste ano no qual especialistas desmentem que o limão poderia curar o câncer. Ou seja, a dica é, até que se prove o contrário, falsa. É importante ficar ciente nessas informações porque um mau procedimento na cura de uma doença grave como o câncer pode ser fatal.


Nunca é demais lembrar: quando você ver mensagens como essa na internet, procure se informar com uma rápida busca no Google, em sites de notícias ou locais especializados em desmentir boatos.




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Fonte: Boatos!Org

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

PEDOFILIA E DEMAIS DESVIOS SEXUAIS - PLACAR: PASTORES 115.200 x 1 PADRE



MAIS CURIOSIDADES:




Segundo os sites protestantes abaixo:









CHEGAMOS à conclusão de que os líderes evangélicos culpados por pedofilias, estupros, adultérios, vicios de pornografias e outros é de 640 por mil. Resta-nos observar que 

1) - trata-se de uma situação verificada em um determinado tempo, instantânea;

2) - O número teve por base a sinceridade dos que se declararam culpados excluídos os velhacos que sempre se dizem inocentes até serem apanhados com as calças arriadas.

Agora vejamos os padres. As estatísticas mais ou menos exageradas nos apontam para um total de 4.000 padres escandalosos, cômputo feito ao longo de mais de 60 anos.



Não nos esqueçamos que a estatística protestantes é tomada em um determinado instante. Então para sermos justos deveríamos aproximar o mais possível os dados uns dos outros para podermos fazer alguma comparação. Assim deveríamos dividir os 8 por mil (número de padres culpados pela sua totalidade) pela quantidade de dias e assim teríamos 8 dividido por 21.600 que redundaria em 0,000370...bem, pode ser que haja algum erro a menor, portanto deixemos isto de lado. Vamos apenas dividir pela quantidade de meses que nos dá o número de 0,0055555... por mil. 

Agora comparando:

Padres culpados...............................    0,0055555 por mil ...........................            1
Pastores culpados............................640,0000000 por mil ........................... 115.200

Isto nos garante a proporção de 115.200 pastores culpados para cada padre o que nos leva crer duas coisas:

a) - Onde atua a graça de Deus a infidelidade baixa para 115.200 vezes menos que nos lugares onde não opera sua graça;

b) - O fato de os protestante nos fornecerem os dados de 640 pastores infiéis por mil é resultado da justiça e da providência divina para nos apontar onde ele se encontra e onde não pode ser encontrado.


Fernando: - 12% ministros protestantes cometem abusos Clergy sexual misconduct has not reached epidemic proportions, but most experts agree that the number of incidents is increasing. Reliable…
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Arrisco-me a oferecer o que entendi a "grosso modo" do texto em inglês postado acima:

"Talvez a conduta dos líderes evangélicos não tenha atingido proporções epidêmicas, porém, a maioria dos especialistas concorda que a incidência está aumentando. Pelos estudos dignos de crédito levados a efeitos nos quinze anos antecedentes pode-se concluir que 10 a 12% dos investigados acabaram envolvendo-se em relações sexuais com membros de sua congregação e cerca de 25 a 35% admitem ter um comportamento sexual impróprio com seus fiéis."

COMENTÁRIO:


Mesmo tomando os maiores valores, assim mesmo esta estatística fica muito aquém daquela dos dois sites evangélicos (*) que apontam um desvio sexual violento entre seus pastores na proporção de quase 2 em cada três líderes. Hahahaha!!!!! 

(*) 

http://salmo127.spaces.live.com/blog/cns!DA18AB0ED4BE5EA0!513.entryhttp://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=853

A FOME EM CUBA - É ISTO QUE QUEREM PARA O BRASIL?

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Exatamente por isso, quanto mais totalitária for uma sociedade, quanto mais se imponham limites à liberdade dos indivíduos, mais difícil será tornar visível sua verdadeira essência – a realidade social é distorcida a tal ponto, que até os próprios indivíduos terminam, inevitavelmente, aceitando-a como se fosse verdadeira. Este é o caso de Cuba, lugar em que os donos da liberdade encarregam-se de vender uma realidade viciada, uma história distorcida magistralmente.
Pois bem, amigo leitor, pretendo aqui mostrar a outra cara da realidade vivida pelo povo cubano, destacando, concretamente, nossa atual situação alimentar.
Não foi por mera questão de gosto que o psicólogo norte-americano Abraham Maslow, na sua teoria das necessidades – também conhecida como Pirâmide de Maslow -, destacou a alimentação como uma das necessidades básicas do indivíduo. Pelo contrário, foi porque é ela que garante a manutenção das funções corporais que fazem a vida ser possível.
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Essa necessidade básica é hoje o principal problema na vida da maioria dos habitantes de meu país. O cubano de hoje vive as 24 horas do dia pensando no que irá comer. Estou falando, em muitos casos, de apenas uma refeição diária, incluindo-se aqui as crianças. E não poderia ser de outra forma.
Mensalmente, o Estado garante para cada pessoa, a baixo custo, por meio da caderneta de racionamento, os seguintes itens: 2.250kg [1] de arroz, 450g de feijão, 225ml de óleo de cozinha, 1.800 kg de açúcar e 675g de frango. Quanto tempo podem durar essas quantidades? Convido-os a fazer as contas.
Suponhamos que, alimentando-nos uma vez ao dia, estas provisões possam nos manter pelos primeiros dez dias do mês. E os 20 restantes? Pois é aí que começa a agonia dos cubanos.
Tomemos como exemplo uma pessoa com média salarial alta. 
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Suponhamos que ganhe $300.00 por mês. Pois bem, teria, então, que comprar os escaços produtos disponíveis em mercados estatais, com preços como: arroz a $5.00 por 450g, feijão a $10.00 por 450g, óleo de cozinha a $60.00 (ou 2.40 CUC [2]) por 450ml, açúcar a $5.00 por 450g e frango a $75,00 (ou 3.00 CUC) por 450g, em média. Quando é possível, podem-se encontrar produtos no mercado negro, custando o óleo de cozinha $25.00 por 450ml e o frango $25.00 por 450g. Caso contrário, o que é o mais comum, deve-se recorrer aos mercados estatais, nos quais se praticam, em média, os preços especificados.
Assim, para nos alimentarmos minimamente, apenas uma vez no dia durante os demais 20 dias do mês, teríamos que adquirir: 4,5kg de arroz ($50.00); 900g de feijão ($20.00), 450ml de óleo ($60.00); 3,6kg de açúcar ($40.00) e $75.00 de frango.
Quer dizer que, para mal alimentar uma pessoa, uma vez no dia e durante um mês, são necessários $245.00, de um salário mensal de $300.00, restando $55.00 para transporte, vestimenta, medicamentos, pagar a taxa sindical, o dia da defesa [3], os Comitês de Defesa da Revolução (CDR), a água, a luz, o telefone, a federação de mulheres, no caso de se ser mulher, etc, etc, etc.
E se temos filhos pequenos? Que loucura! Como é possível viver desta forma?
Ora, os cubanos dão um jeito. Os cubanos, em sua grande maioria, precisam delinquir todos os dias para sua subsistência. Os pedreiros, os médicos, os farmacêuticos, os açougueiros, os balconistas, os fiscais, os dirigentes, militantes do partido, caminhoneiros, professores – absolutamente todos, todos precisam fazê-lo, e não porque o desejem fazer, mas porque não resta outra opção.
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Os governantes sabem disso, mas fazem-se de desentendidos para evitar uma explosão social. Somente quando a corrupção periga manchar a “imagem da revolução” é que fazem grandes operações policiais e juízos em nome do povo, culpando os incriminados como os causantes das penúrias e necessidades pelas que o próprio povo passa.
Sendo as coisas desse jeito, amigo leitor, as cadeias cubanas encontram-se abarrotadas de seres que sofrem condenações injustas e forjadas, repletas de jovens, pais e mães, filhos e filhas, de maioria da grande parcela humilde da população, que delinquiram por pura necessidade – mais do que isso, por uma necessidade imposta pelo seu próprio governo. Governo este que, por sua vez, os culpa e castiga pelo simples fato de tratarem de garantir as suas subsistências.
Sim, dentro de cada cubano, no coração de cada indivíduo desse país, habita a fome: uma gigantesca e irresistível fome de liberdade.

[1] N. do T: O texto especifica o peso dos alimentos em libras, inclusive, a medida de volume do óleo. Para a conversão, simplificamos: 1lb = 450g; para o óleo, 1lb = 450ml.
[2] N. do T: CUC = Peso conversível. O salário de $300 a que o autor se refere é em CUP ( = peso cubano). Os trabalhadores cubanos recebem seus soldos em CUP. Na data de hoje, 18 de maio de 2014, a conversão está em 1CUC = 22.22CUP; 1BRL (Real Brasileiro) = 10.00CUP. (fonte)
[3] N. do T.:  Todo trabalhador sindicado deve pagar uma taxa ao sindicato pelo “Día de la defensa”: “SEGURAMENTE el sindicato  tiene eficientemente cumplida la meta de cobro de la cuota mensual y del aporte al Día de la Defensa a todos los afiliados” (fonte, acesso em 18/05/2014).

FOME NO SOCIALISMO




Fome no socialismo

Ditador da Coréia do Norte
se esbalda em luxo enquanto
o povo morre de fome



Fotos AP
 
Criança subnutrida num orfanato da Coréia do Norte. À direita, os fogos da festa de aniversário do ditador 
Kim Jong Il: economia em frangalhos


A Coréia do Norte é um dos últimos dois bastiões do socialismo em estado mais puro. No aspecto rigidez ideológica, lembra a ilha de Cuba. Diferentemente da China e do Vietnã, países que, apesar de governados por marxistas, aderiram à economia de mercado e prosperam em ritmo acelerado, norte-coreanos e cubanos se mantêm firmes na trincheira do verdadeiro socialismo. Mesmo que isso signifique a opção preferencial pela pobreza. Em comum, ambos os países têm presidente perpétuo – Fidel Castro e Kim Jong Il. Outra característica compartilhada é a incapacidade de alimentar a própria população. Nesse aspecto, vale ressaltar que os norte-coreanos estão muito mais esfomeados que os cubanos. Mais de 3 milhões de pessoas morreram devido à fome na Coréia do Norte nos últimos dez anos. Estima-se que entre 6 e 8 milhões, de uma população de 22 milhões de habitantes, dependam da ajuda internacional para se alimentar. Quase 50% das crianças abaixo de 5 anos sofrem de subnutrição crônica.

O que deu errado por lá foi a aplicação prática do socialismo de acordo com a cartilha mais radical. O planejamento central da economia não gerou uma indústria que se preze. A coletivização do campo resultou numa agricultura precária. Um ciclo perverso de secas e inundações nos últimos anos completou o serviço iniciado pela opção ideológica do regime. País mais isolado que existe, a Coréia do Norte praticamente só mantém relações comerciais com a vizinha China. Seu produto interno bruto é de 22 bilhões de dólares – equivalente a 3% do PIB da Coréia do Sul, a parte capitalista da península. É espantoso que, apesar desse estado de penúria, o país tenha parado na semana passada para celebrar, em escala monumental, os 61 aninhos de Kim Jong Il, chamado por lá de "Estimado Líder". Seu pai, Kim Il Sung, de quem herdou o cargo, era o "Grande Líder". Como numa monarquia, o aniversário do manda-chuva vermelho é uma data magna da pátria.


Reuters
 
Desfile oficial nas comemorações do nascimento do ditador e, à direita, alimentos doados pelo Japão: fome matou 3 milhões numa década

King Jong Il está envolvido num jogo perigoso internacional. Nos últimos meses, admitiu que vem enriquecendo urânio e que recomeçou a produzir plutônio. Também expulsou do país os inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea) e se retirou do tratado de não-proliferação nuclear. Em outras palavras, o país dos mortos de fome dá indícios de que está tocando um programa de armas nucleares. Os Estados Unidos, que incluem a Coréia do Norte no Eixo do Mal, ao lado do Iraque e do Irã, suspeitam que Kim já possa ter duas bombas nucleares em estoque. Na semana passada, a Aiea relatou as transgressões ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, que agora estuda a adoção de sanções. O ditador, que já avisou que considerará qualquer punição internacional como uma declaração de guerra, também ameaçou retirar-se do acordo de armistício que pôs fim à Guerra da Coréia, em 1953. Para parar de brincar com bombas, o regime exige maior ajuda econômica de Washington. Se não receber algum DINHEIRO, Kim já deixou bem claro que está disposto a lutar contra os 37.000 soldados americanos que protegem a última fronteira da Guerra Fria – uma cerca de arame farpado de 200 quilômetros de extensão que separa a capitalista Coréia do Sul de sua irmã stalinista Coréia do Norte.

Os Estados Unidos, que em represália cessaram o envio de petróleo para a Coréia do Norte há quatro meses, decidiram ampliar as sanções nos últimos quinze dias. A pior delas foi a suspensão das remessas de comida à população norte-coreana através do Programa Mundial de Alimentos, braço da ONU para arrecadação e distribuição de alimentos. Os americanos contribuíram com mais da metade dos 3,3 milhões de toneladas de alimentos entregues pela ONU aos norte-coreanos desde 1995. Sem a participação deles, só serão distribuídas neste ano 77.000 toneladas, em vez das 511.000 toneladas previstas. "Há rumores de que Kim Jong Il esteja desviando comida para seu Exército, e os americanos não vão voltar atrás até que isso se resolva", disse a VEJA James Morris, diretor-geral do Programa Mundial de Alimentos.

A preocupação de Morris e de outros funcionários das Nações Unidas que se empenham em ajudar a alimentar os norte-coreanos é que o número de pessoas atingidas pela falta de comida aumente a cada dia. Não, evidentemente, na mesa da caciqueria socialista. As velinhas do aniversário de Kim Jong Il foram sopradas num jantar cinematográfico em seu palácio de sete andares, na capital do país. Na mesa estavam algumas das iguarias que o Estimado Líder importa da Europa em aviões destacados especialmente para abastecer as despensas palacianas. Os convidados, membros da elite, levaram como lembrancinhas bebidas e biscoitos. Trabalhadores das fazendas estatais que abastecem o palácio também ganharam um presente especial no dia da festa: eles desfrutaram luz elétrica por 24 horas seguidas, um luxo na Coréia do Norte. A maioria de esfomeados não sentiu sequer o cheiro das guloseimas.

O repórter inglês Clive Myrie, da BBC, esteve recentemente na Coréia do Norte. Foi disfarçado de turista, pois o país não permite a entrada de jornalistas. Num determinado momento, aproveitando-se da distração dos agentes secretos que vigiavam os turistas, ele visitou uma série de lojas a poucos passos da Praça Kim Il Sung, a principal da capital. O que encontrou foram prateleiras vazias. Numa loja havia apenas algumas maçãs. Em outra, todo o estoque se constituía de fatias de pão. Por fim, ele achou um supermercado de verdade, abarrotado de comida importada, eletrodomésticos e bebidas – mas com entrada permitida apenas aos manda-chuvas do regime, que pagam suas compras com dólares ou euros. Um vidro de café instantâneo custava o equivalente a 7 dólares, em alguns casos metade do salário mensal de um trabalhador norte-coreano.

A situação do país já era difícil no governo de Kim Il Sung, o fundador da dinastia. Mas então a Coréia do Norte se beneficiava do comércio camarada com os países do bloco soviético. A derrocada do comunismo no Leste Europeu foi um golpe mortal. Desde 1994, quando o Estimado Líder herdou a Presidência perpétua, a economia só piora. "Foi justamente nos anos seguintes à posse de Kim Jong Il que os indicadores econômicos pioraram", disse a VEJA o americano Derek Mitchell, do Centro de Estudos Internacionais e Estratégicos, em Washington. De acordo com um estudo coordenado por Mitchell sobre as diferenças entre as duas Coreias, em oito anos a mortalidade infantil no norte disparou 155%. Há 5.100 telefones para cada 100.000 norte-coreanos. A Coréia do Sul tem mais telefones que habitantes. Se existem riquezas no reino do Camarada Kim, elas pertencem a ele e a sua indústria bélica. Apesar de não poder alimentar seu povo, ele continua a torrar recursos na construção de instalações nucleares e no sustento do quarto maior Exército do mundo, com 1,2 milhão de soldados.

Vista do exterior, a festança de aniversário parece de mau gosto. Na Coréia do Norte, a extravagância faz parte de um culto de personalidade enraizado na cultura local. Apesar da ideologia démodé, o líder é visto como o descendente de uma dinastia. É algo que se encaixa perfeitamente nas tradições imperiais da Coréia. "Kim pai misturou os valores do filósofo chinês Confúcio com o socialismo para construir um Estado comunista-religioso", diz Derek Mitchell. "Ele devia ser cultuado como um Deus." Há três anos, o ditador saiu pela primeira vez de seu isolamento imperial para um encontro histórico com o presidente da Coréia do Sul. De lá para cá, Kim Jong Il deixou de ser o misterioso ditador do norte e conquistou certa popularidade no exterior. Seu estilo inusitado de se vestir e de cortar os cabelos na forma de porco-espinho faz sucesso na Coréia do Sul. Um grupo de sul-coreanos até abriu um fã-clube só para ele na internet. Óculos iguaizinhos aos de Kim Jong Il são vendidos por 400 dólares em Seul. Há dois anos, ele viajou para Moscou num trem blindado. Um de seus acompanhantes, um guarda-costas russo, escreveu mais tarde um livro com detalhes picantes da viagem. Contou que o líder norte-coreano tem uma equipe de moçoilas para servi-lo sexualmente, morre de medo de viajar de avião e adora andar de barquinho na piscina de ondas artificiais de seu palácio. 
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Autor: Gabriela Carelli
Fonte: Veja

domingo, 21 de setembro de 2014

CARTA AOS QUE ESTÃO EM ROMA


ROMANOS 1,7. “a todos os que estão em Roma, queridos de Deus, chamados a serem santos: a vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e da parte do Senhor Jesus Cristo!”
ROMANOS 16,20 “O Deus da paz em breve não tardará aesmagar Satanás debaixo dos vossos pés. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo esteja convosco!” (Rm 16,20)
Igreja Católica Biblicamente.
Igreja Católica Biblicamente.
Umas das maiores heresias protestante é o sofismo esquizofrênico de perguntar onde esta escrita igreja católica apostólica romana dentro da bíblia? A primeira heresia é perguntar onde esta escrita na bíblia, até por que a própria bíblia diz não conter tudo escrito, sendo que a própria bíblia diz que a coluna que sustenta a verdade é a igreja e não a bíblia (I Timotio 3-15) e também por que foi a igreja quem edificou a bíblia e não a bíblia quem edificou a igreja, no caso a bíblia sim tem que esta totalmente de acordo com os ensinamentos da santa igreja sua criadora, e não a igreja que tem que se submeter apenas ao que esta escrita na bíblia.Mesmo assim eu provarei em meu site, que todos os ensinamentos da santa igreja têm respaldo bíblico, mesmo sabendo que os ensinamentos da igreja não precisam estar diretamente relacionados com o que está escrito na bíblia, pode esta relacionada à santa tradição ou pode ser uma revelações futuras da parte de Deus para sua igreja, pois todos nós sabemos que Deus não se calou com a humanidade, ele continua orientando sua igreja, apesar de alguns rebelados acharem que o cristianismo morreu no século I com a morte de São João e Deus se calou com a humanidade, mas nos católicos sabemos que o cristianismo na verdade nasceu no século I!Mas vamos voltar ao assunto como podemos encontrar o nome da única igreja de Jesus Cristo na bíblia? Vamos La:1º) O porquê se chama Igreja Católica?
Por que era o nome dado pelos apostolo a união apostólica segundo a sua fé universal em Jesus Cristo nosso senhor, em hebreus 12-23 podemos observar que o autor escreve exatamente isso, ele chama a igreja de (assembléia universal) para o protestante que não sabe os significados das palavras, assembléia universal e o mesmo que igreja católica.
Hebreus 12
23 à universal assembléia e igreja dos primogênitos inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados;
Assembléia = Igreja
Universal = Católica
Sendo assim sabemos que desde o século I a igreja era conhecida por igreja católica.
2º) O porquê ser chamada Apostólica?
Essa é bem simples, em Efésios São Paulo explica que a igreja onde Cristo é a cabeça está edificada sobre os fundamentos apostólicos.
Efésios 2
19. Conseqüentemente, já não sois hóspedes nem peregrinos, mas sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus,
20. edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, tendo por pedra angular o próprio Cristo Jesus.
21. É nele que todo edifício, harmonicamente disposto, se levanta até formar um templo santo no Senhor.22. É nele que também vós outros entrais conjuntamente, pelo Espírito, na estrutura do edifício que se torna a habitação de Deus.
3º) O porquê a Igreja Católica Apostólica é chamada de Romana.
Nesse ponto todos os protestantes querem pegar os católicos e tentar deixá-los sem respostas, com argumentos chulos como (a igreja de Cristo nasceu em Jerusalém e não em Roma) ou argumento como (Jesus era judeu e não romano) e assim eles ficam perdidos nessas esquizofrenias protestantes, mas a bíblia que por sinal é a única fonte de fé deles, afirma claramente que o reino de Deus foi retirado de Jerusalém e dado aos Romanos para que Roma produzisse frutos desse Reino.
Aqui Jesus retira o reino de Jerusalém:
Mateus 21
42. Jesus acrescentou: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra rejeitada pelos construtores tornou-se a pedra angular; isto é obra do Senhor, e é admirável aos nossos olhos (Sl 117,22)?
43. Por isso vos digo: ser-vos-á tirado o Reino de Deuse será dado a um povo que produzirá os frutos dele.  
Aqui São Paulo explica que o reino foi dado aos Romanos:
Romanos 11
17. Se alguns dos ramos foram cortados, e se tu, oliveira selvagem(ROMANOS), foste enxertada em seu lugar(JUDEUS) e agora recebes seiva da raiz da oliveira,
BEM meus irmãos, esse texto São Paulo envia para a igreja Romana parece meio confuso, mas vou esclarecer para vocês, no texto de Mateus 21-43, Jesus diz retirar o reino de Jerusalém e prometera dar a um outro povo, no texto de Romanos 11 São Paulo faz uma alegoria de duas oliveiras, uma original (JUDEUS) e outra selvagem (ROMANOS), ele diz que na oliveira original foi cordada seus ramos, sobrando apenas alguns, e que em seu lugar foste enxertada a oliveira SELVAGEM que seria o povo romano, e que desde então esse povo passaria a receber a seiva da raiz, essa raiz que são Paulo cita, se chama ABRAÃO, nas sua carta aos Gálatas capitulo 3 versículo 16 ele diz que a promessa de Deus foi feita de ABRAÃO a Jesus Cristo,  ou seja Abraão é a raiz a oliveira original no qual desde que fostes retirado o reino de Jerusalém ROMA recebeu esse reino sendo enxertada no lugar da oliveira original e assim passou a receber a seiva da raiz, onde nos Católicos Romanos que somos os descendente de Abraão o pai da fé.
Só para terminar esse assunto, são Paulo termina sua carta aos Romanos escrevendo e deixando registrado um oráculo, que em nenhuma outra carta ele deixa registrado, uma profecia que só esta prometida para igreja ROMANA à única de Jesus Cristo. Vou mostrar:
Romanos 16
19. A vossa obediência se tornou notória em toda parte, razão por que eu me alegro a vosso respeito. Mas quero que sejais prudentes no tocante ao bem, e simples no tocante ao mal.
20. O Deus da paz em breve não tardará a esmagar Satanás debaixo dos vossos pés. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo esteja convosco!
Preste bem a atenção nessa profecia, nenhuma outra comunidade recebeu um oráculo desses, “o Deus da paz não tardará em esmagar satanás debaixo dos pés dos romanos”.
Por isso somos a única igreja de Cristo, e por sinal de todas as igrejas no qual São Paulo escreveu suas cartas, hoje é a única que não perdeu terreno para o islamismo, o protestante que tem conhecimento dessas particularidades bíblicas e não se converte ao catolicismo, esta cometendo o pior sacrilégio de sua vida, não tem conversão no dia do Juízo, o momento e agora.
Outros artigos sobre o nome IGREJA CATÓLICA:
A igreja nasceu em território Romano, romana de nascença.                                            http://caiafarsa.wordpress.com/igreja-romana-%E2%80%93-palestina-%E2%80%93-territorio-romano-%E2%80%93/

BÍBLIA E IGREJA - OU SE CRÊ EM AMBAS OU NÃO SE CRÊ EM NENHUMA

Andro Bereczki: - Se vc quer crêr na Biblia e na Igreja Católica ao mesmo tempo, n tem como seguir as duas coisas juntas , sào diferêntes palavras..... Se vc quer crer em ambas as duas, já fez a escolha por uma delas, e está anulando a outra....  Biblia e catolicismo, n combinam..




Não tenho essa  opção: ou creio em ambas, ou não creio em nenhuma.

Explico:

a) - Não posso crer nos ensinos Igreja e, ao mesmo tempo não acreditar nas Escrituras, porque ela nos ensina que a Bíblia é divinamente inspirada, Neste caso não estaria acreditando sequer na Igreja;

b) - Não posso crer na Bíblia e, ao mesmo tempo, não crer nos ensinos da Igreja porque a Bíblia nos manda crer no que ensina a Igreja (Mc 16,14-16) sob a penalidade de ser condenado.Também neste caso acabo não crendo em nenhuma.

Crer numa e descrer na outra, corresponde a não crer em Deus. Quem, pela leitura da Bíblia, acha que uma não está de acordo com a outra se esquece de que as Profecias e as Escrituras não são de pessoal interpretação e que muitos interpretam para sua própria perdição (II Pd 1,20 e 3,15-16). Além disso, está se julgando INFALÍVEL quando somente a Igreja é que tem o dom da inerrância (I Tm 3,15). Somente seus ministros são capazes de  interpretar a Bíblia, não segundo a letra que mata, mas segundo o Espírito que vivifica (II Cor 3,6).
______________________

(Mc 16,14-16) - "Por fim apareceu aos Onze, quando estavam sentados à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e dureza de coração, por não acreditarem nos que o tinham visto ressuscitado. E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura.Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado".

 (II Pd 1,20 e 3,15-16) - "Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal";

"Reconhecei que a longa paciência de nosso Senhor vos é salutar, como também vosso caríssimo irmão Paulo vos escreveu, segundo o dom de sabedoria que lhe foi dado. 
 É o que ele faz em todas as suas cartas, nas quais fala nestes assuntos. Nelas há algumas passagens difíceis de entender, cujo sentido os espíritos ignorantes ou pouco fortalecidos deturpam, para a sua própria ruína, como o fazem também com as demais Escrituras".

 
(I Tm 3,15) - "
 
Todavia, se eu tardar, quero que saibas como deves portar-te na casa de Deus, que é a Igreja de Deus vivo, coluna e sustentáculo da verdade".

 (II Cor 3,6) "Ele é que nos fez aptos para ser ministros da Nova Aliança, não a da letra, e sim a do Espírito. Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica".


EU ODIAVA A SIMPLES IDEIA DE ALGUM DIA VIRAR CATÓLICO

TESTEMUNHO DE CONVERSÃO DE ANTONI BARATTA

quarta-feira-de-cinzas
A história de um evangélico batista que encontrou a plenitude 
da fé no catolicismo. Cinza na testa.
No dia seguinte à quarta-feira de cinzas de 2012, eu liguei para a minha mãe do meu dormitório no Seminário Teológico Batista do Sul e contei a ela que estava pensando em me tornar católico.

“Você não vai se tornar católico, você só sabe que não é batista“, disse ela.

“Não, mãe, eu acho que não é só isso”.

Pausa. “Ah, meu Deus”, ela suspirou.

Eu comecei a chorar.

Não tenho como enfatizar o suficiente o quanto eu odiava a simples ideia de algum dia virar católico. Fui reticente até o último instante. Poucos dias antes de abandonar a Igreja batista, eu cheguei a enviar um sermão para um concurso; estava decorando o Salmo 119 para me convencer da “sola scriptura”; marcava reuniões com professores para ouvir os melhores argumentos contrários ao catolicismo; lia livros protestantes sobre o catolicismo, de propósito, em vez de livros de autores católicos.

Além disso, eu sabia que ia perder o subsídio para moradia e teria que devolver o valor da bolsa se abandonasse o seminário, sem falar da decepção para a minha família, amigos e para a dedicada comunidade da igreja.

Mas quando eu tentava estudar, desabava na cama. Tudo o que eu queria era gritar com o livro: “Quem disse?”.

Eu tinha vivido uma grande mudança de paradigma na minha maneira de pensar sobre a fé. E a questão da autoridade apostólica surgia mais forte do que nunca.

Mas vamos voltar alguns anos no tempo.

Eu cresci num lar protestante evangélico. Meu pai se tornou pastor quando eu estava na quarta série. Durante o ensino médio, eu me apaixonei por Jesus Cristo e pelo seu precioso Evangelho e decidi me tornar pastor também.

Foi nessa época que eu endureci a minha convicção de que a Igreja Católica Romana não seguia a Bíblia. 

Quando perguntei a um amigo pastor por que os católicos diziam que Maria permaneceu virgem depois do nascimento de Jesus, se a Bíblia diz claramente que Jesus teve “irmãos”, ele simplesmente fez uma careta: “Porque eles não leem a Bíblia”.

O livro “Don’t Waste Your Life” [Não desperdice a vida], de John Piper, me fez enxergar um chamamento ao trabalho missionário. Passei o verão seguinte evangelizando os católicos na Polônia.

Fiquei surpreso quando visitei os meus pais, depois disso, e encontrei um livro intitulado “Born Fundamentalist, Born Again Catholic” [Nascido fundamentalista, renascido católico] em cima da mesa do meu pai. Por que o meu pai estaria lendo uma coisa dessas? Fiquei curioso e, como não tinha trazido nada para ler em casa, dei uma olhada no livro.

As memórias de David Currie, que abandonou a sua formação e o seus ministérios evangélicos, foram desconfortáveis para mim. Sua defesa sem remorsos de doutrinas controversas sobre Maria e o papado eram chocantes; eu nunca tinha pensado seriamente que os católicos tivessem argumentos sensatos e embasados para defender essas crenças.

A presença do livro na mesa do meu pai foi explicada com mais detalhes alguns meses depois, quando ele me ligou e disse que estava retornando ao catolicismo da sua juventude. Minha resposta? “Mas você não pode simplesmente ser luterano ou algo assim?”. Eu me senti traído, indignado e furioso. Nos meses seguintes, servi como pastor de jovens na minha igreja local e, nos tempos livres, lia sobre o porquê de o catolicismo estar errado.

Foi quando encontrei um artigo que falava de uma “crise de identidade evangélica“. O autor pintava um retrato de jovens evangélicos crescendo num mundo pós-moderno, desejosos de encontrar as suas raízes na história e sedentos do testemunho motivador de quem permaneceu firme em Cristo durante épocas cambiantes e conturbadas. Mas, na minha experiência, a maioria das igrejas evangélicas não observava o calendário litúrgico, o credo dos Apóstolos nunca era mencionado, muitos cantos só foram escritos a partir de 1997 e, quando se contava algum relato sobre um herói da história da Igreja, invariavelmente se tratava de alguém posterior à Reforma. A maior parte da história cristã, portanto, passava em branco.

Pela primeira vez, eu entrei em pânico. Encontrei uma cópia do catecismo católico e comecei a folheá-lo, encontrando as doutrinas mais polêmicas e rindo das tolices da Igreja católica. Indulgências? Infalibilidade papal? Esses disparates, tão obviamente errados, me tranquilizaram no meu protestantismo. A missa me soava bonita e a ideia de uma Igreja visível e unificada era atraente, mas… à custa do Evangelho? Parecia óbvio que o demônio construía uma grande organização para afastar muita gente do céu.

Sacudi a maioria das minhas dúvidas e aproveitei o restante do meu tempo me divertindo com o grupo de jovens e compartilhando a minha fé com os alunos. Qualquer dúvida, resolvi, seria tratada no seminário.

Comecei as minhas aulas em janeiro, com a mesma emoção de um fanático roxo por futebol indo para a final da Copa do Mundo. As aulas eram fantásticas e eu pensei que tinha finalmente me livrado de todos aqueles problemas católicos.

Mas, poucas semanas depois, mais dúvidas me assaltaram. Estávamos estudando as disciplinas espirituais, como a oração e o jejum, e eu fiquei cismado com a frequência com que o professor pulava de São Paulo para Martinho Lutero ou Jonathan Edwards ao descrever vidas admiráveis ​​de piedade. Será possível que não aconteceu nada que valesse a pena nos primeiros 1500 anos do cristianismo? Este salto na história continuaria me incomodando em muitas outras aulas e leituras propostas. A maior parte da história da Igreja anterior à Reforma era simplesmente ignorada.

Eu logo descobri que tinha menos em comum com os padres da Igreja primitiva do que eu pensava. Diferentemente da maioria dos cristãos na história, a comunhão sempre tinha sido, para mim, apenas um pouco de pão e suco de uva ocasionais e o batismo só me parecia importante depois que alguém tinha sido “salvo”. Esses pontos de vista não apenas contradiziam grande parte da história da Igreja, mas, cada vez mais, evocavam passagens desconfortáveis da Bíblia que eu sempre tinha desdenhado (João 6, Romanos 6, etc.).

Outras perguntas que eu tinha enterrado começaram a reaparecer, mais ferozes, exigindo uma resposta. De onde foi que veio a Bíblia? Por que a Bíblia não se autoproclamava “suficiente”? As respostas protestantes, que tinham me bastado no passado, já não eram satisfatórias.

Foi lançado nesse tempo um vídeo viral de Jefferson Bethke no YouTube, “Por que eu odeio a religião, mas amo Jesus”. O jovem tinha boas intenções, mas, para mim, ele apenas validava o que o Wall Street Journal tinha chamado de “perigosa anarquia teológica dos jovens evangélicos”, tentando separar Jesus da religião e perdendo muito no processo.

O ponto de inflexão foi a quarta-feira de cinzas. Uma igreja batista em Louisville realizou uma cerimônia matutina e muitos estudantes compareceram às aulas com as cinzas ainda na testa. Na capela, naquela tarde, um professor famoso pelo empenho apologético anticatólico expôs a beleza dessa tradição milenar.

Depois disso, eu perguntei a um amigo do seminário por que a maioria dos evangélicos tinha rejeitado essa linda tradição. Ele respondeu com alguma coisa sobre fariseus e “tradições meramente humanas”.

Eu balancei a cabeça. “Não, eu não consigo mais”.

A minha resistência ao catolicismo começou a se desvanecer. Eu me sentia atraído pelos sacramentos, pelos sacramentais, pelas manifestações físicas da graça de Deus, pela Igreja una, santa, católica e apostólica. Não havia mais como negar.

Foi no dia seguinte que eu liguei para a minha mãe e contei a ela que estava pensando em me tornar católico.
Faltei às aulas da sexta-feira. Fui para a biblioteca do seminário e olhei os livros que eu tinha me proibido de olhar, como o catecismo e os últimos textos do papa Bento XVI. Eu me sentia como se estivesse vendo pornografia. No sábado, fui à missa das cinco da tarde. O grandioso crucifixo da igreja me fez lembrar de quando eu considerava os crucifixos um prova de que os católicos não tinham mesmo entendido a ressurreição.
Mas desta vez eu vi o crucifixo de modo diferente e comecei a chorar. “Jesus, meu Salvador sofredor, Tu estás aqui!”.

Antony Baratta, sua esposa Jackie e sua filhinha Evelyn
A paz tomou conta de mim até a terça-feira, quando a realidade me atropelou. Fico ou vou? Fiz vários telefonemas em pânico: “Eu literalmente não tenho ideia do que eu vou fazer amanhã de manhã”.

Na quarta-feira de manhã, eu acordei, abri meu laptop e digitei “77 razões pelas quais estou deixando de ser evangélico”. A lista incluía coisas como a “sola scriptura”, a justificação, a autoridade, a Eucaristia, a história, a beleza e a continuidade entre o Antigo e o Novo Testamento. Os títulos e os parágrafos fluíam dos meus dedos como a fúria das águas que explodem uma represa secular.

Poucas horas depois, em 29 de fevereiro de 2012, eu saí de Louisville para evitar confundir mais alguém e esperando que eu próprio não estivesse cometendo um erro.

Os meses seguintes foram dolorosos. Mais do que qualquer outra coisa, eu me sentia envergonhado e na defensiva, indagando de mim mesmo como é que a minha identidade e o meu plano de carreira tinham se deixado abalar tão rapidamente. Mesmo assim, eu entrei para a Igreja no dia de Pentecostes com o apoio da minha família e comecei a procurar trabalho.

Muita coisa mudou desde então. Eu conheci Jackie no site CatholicMatch.com naquele mesmo junho. Casei com ela um ano depois e comemoramos o nascimento da nossa filha Evelyn em 3 de março de 2014. Vivemos agora no Estado de Indiana e eu estou feliz no meu novo trabalho.

Ainda sou novato nesta jornada católica. Para todos os que ainda se questionam, eu posso dizer que o meu relacionamento com Deus só tem se aprofundado e fortalecido. Enquanto vou me envolvendo com a paróquia, me vejo muito grato pelo amor à evangelização e à Bíblia que aprendi no protestantismo.

Não acho que eu tenha abandonado a minha fé anterior, mas sim que eu consegui preencher as suas lacunas. 

Hoje eu dou graças a Deus por ter recebido a plenitude da fé católica..
Autor: Antony Baratta
Fonte: Aleteia