Milagre o Testemunho da Verdade

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Muitos dizem: “Eu era católica, comecei a orar e Deus falou comigo para virar protestante”.




Muitos dizem: “Eu era católica, comecei a orar e Deus falou comigo para virar protestante”. Mas experiência pessoal e sentimento não são prova absoluta de que Deus realmente falou algo.

Primeiro porque emoções, influência psicológica, convivência e repetição constante moldam pensamentos. Por exemplo, se o marido já é protestante, vive falando no ouvido da esposa contra a Igreja Católica, criticando imagens, santos, Maria e repetindo argumentos diariamente, isso naturalmente gera dúvidas, confusão emocional e mudança de percepção. Isso acontece em qualquer área da vida humana.

A pessoa começa a absorver aquilo aos poucos e depois acha que foi “Deus falando”, quando muitas vezes foi apenas influência contínua somada à falta de conhecimento mais profundo da fé católica.

Se experiência pessoal fosse prova definitiva da verdade, então todas as religiões do mundo estariam certas ao mesmo tempo, porque todo grupo religioso possui pessoas dizendo: “Deus falou comigo”, “eu senti”, “eu tive uma revelação”, “eu tive paz no coração”.

Os mórmons dizem isso.

As testemunhas de Jeová dizem isso.

Os pentecostais dizem isso.

Os espíritas dizem isso.

Até pessoas de religiões não cristãs dizem ter experiências espirituais.

Então a verdade não pode ser baseada apenas em sentimentos particulares, mas sim na verdade objetiva, histórica, bíblica e apostólica.

A própria Bíblia manda provar os espíritos e examinar tudo antes de acreditar cegamente em qualquer experiência espiritual.

Além disso, é estranho pensar que Deus teria deixado Sua Igreja em erro por 1500 anos para depois “revelar a verdade” através de interpretações modernas surgidas recentemente em milhares de denominações diferentes, cada uma ensinando uma coisa.

Cristo fundou uma Igreja visível, histórica e apostólica, não uma fé baseada em sentimentos individuais ou experiências emocionais particulares.

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