Milagre o Testemunho da Verdade

sábado, 13 de abril de 2013

ONZE MIL LUTERANOS RETORNAM À IGREJA CATÓLICA





A Reforma foi um erro trágico, afirma reverendo Gladfelter, metropolita do ALCC 
  


"A Igreja Católica Anglo-Luterana é a única com raízes luteranas e poderia considerar-se o primeiro passo pra a volta ao redil católico dos herdeiros de Lutero. "





Histórico: 11 mil Luteranos voltam à Igreja Católica. A Reforma foi um «trágico erro de pro­porções épicas que nunca devia ter acontecido».



O Arcebispo Irl A. Gladfelter preside uma das confissões cristãs que planejam voltar ao catolicismo nos ordinariatos criados por Bento XVI. A Igreja Católica Anglo-Luterana é a única com raízes lute­ranas e poderia considerar-se o primeiro passo pra a volta ao redil católico dos herdeiros de Lute­ro.





Reverendo Irl A. Gladfelter, Metropolita da Igreja Católica Anglo-Luterana (ALCC), o se­nhor é bió­logo, Doutor em Cirurgia Dental, tenente-coronel reformado do exército ameri­cano, Doutor em Teo­logia e Metropolita da ALCC. Como encontrou tempo para tantas coi­sas?

Não foi um problema. Só me tornei clérigo depois de ser reformado pelo Exército dos Es­tados Uni­dos e como dentista.

Quando foi fundada a ALCC? Por que a combinação de anglicanismo e luteranismo?

A ALCC foi formada em 1997 por antigos membros da Igreja Luterana – Sínodo de Mis­souri dos Estados Unidos (LCMS), os quais, por serem luteranos orientados ao catolicis­mo ou “Evangélicos Católicos” (também conhecidos como a “igreja alta”), não podiam aceitar a orientação cada vez mais protestante da LCMS e sua aceitação crescente da teo­logia evangélica fundamentalista, jun­to com alguns aspectos da soteriologia e da teolo­gia sacramental que haviam sido importados do Calvinismo por vários meios já na sua fundação e a aceitação cada vez maior de serviços evangé­licos não litúrgicos. Nossos fundadores também faziam reparos à teologia sacramental da LCMS, à sua política con­gregacional, a suas ideias sobre a natureza e o exercício da autoridade dentro da Igreja e à sua compreensão das Ordens Sagradas (o “ofício do ministério público”, segundo a lin­guagem que utilizam). Inicialmente, a ALCC adotou as posturas da ala “anglo-católica” do angli­canismo (ou anglicanismo da “igreja alta”). Ao longo do tempo, embora respeitásse­mos as rela­ções que haviam sido estabelecidas com o anglicanismo da “igreja alta”, a ALCC encontrou tam­bém problemas com o anglicanismo, incluindo sua recusa da prima­zia papal, da infalibilidade pa­pal, da infalibilidade do Sagrado Magistério e dos Concílios posteriores aos quatro primeiros Con­cílios Ecumênicos, além de sua tolerância de alguns graus de teologia eucarística de tipo protes­tante, que podem ser encontrados na Oração Eucarística do Livro de Oração Comum, entre outros problemas. Finalmente, a ALCC che­gou a reconhecer a verdade absoluta da fé católica e se deu conta de que tinha a obriga­ção em consciência de voltar a Roma. Descreveu-se recentemente a Igreja Católica An­glo-Luterana (ALCC) como “totalmente romanizada” e como uma Igreja que “ensina a doutrina católica sólida, utilizando um vocabulário luterano e anglicano, corrigindo este úl­timo com o primeiro”. Ambos comentários são acertados e precisos. Em essência, a ALCC se “romanizou” totalmente, aceitando com entusiasmo a verdade objetiva de todos os as­pectos da fé católica.

Foi importante para os senhores a declaração conjunta católica e luterana sobre a justifi­cação (1997)?

Sim. Para a ALCC, a Declaração conjunta católica e luterana sobre a doutrina da justifica­ção decidiu de uma vez para sempre o assunto fundamental da fase de Wittenberg (lute­rana) da Reforma. Uma vez que esse assunto tenha sido resolvido, a ALCC se deu conta de que tinha a “obrigação em consciência” de entrar na Igreja Católica, marcando o cami­nho para que outras jurisdições eclesiásticas luteranas (igrejas) possam segui-la.

Quantos membros e paróquias tem aproximadamente a ALCC? Estão presentes somente nos Estados Unidos ou estão também em outros países?

O número total de membros da ALCC é de aproximadamente 11.000 pessoas, nos Esta­dos Unidos, Canadá, Alemanha, Sudão e no proximamente independente Sudão do Sul. O maior número corresponde a africanos sub-saharianos, a maioria dos quais são do Su­dão do Sul.

De onde vem a maioria de seus membros? Antes de ingressar na ALCC eram luteranos, anglicanos, católicos ou não cristãos?

A maioria de nossos membros não africanos entraram na ALCC procedentes de outras Igrejas luteranas, mas nossos membros sub-saharianos, tanto na África como nos Esta­dos Unidos e Canadá são antigos anglicanos.


Na Comunhão Anglicana, há algumas congregações religiosas anglo-católicas. Também os senhores têm religiosos na ALCC?



Sim, temos uma Prelazia Pessoa, a Ordem de Santo Ambrósio (O.S.A) e uma Sociedade Sacerdotal, a Sociedade Sacerdotal dos Servos do Bom Pastor. A regra e a espiritualidade de ambas se parecem muito com as da Opus Dei. O Vigário Geral da ALCC e eu somos, com grande entusiasmo, Cooperadores da Opus Dei. Alguns de nossos bispos são membros da Confraternidade de São Pedro, dirigida pela Fraternidade Sacerdotal de São Pedro (FSSP), uma sociedade católica.


Ingressarão no ordinariato dos Estados Unidos quando for criado, no final deste ano?

Sim, porque é o que a Congregação para a Doutrina da Fé nos disse que façamos, mas a última palavra será da própria Congregação. Vimos trabalhando com eles desde 2009. Do ponto de vista da ALCC, trata-se de um tema de obediência à Congregação para a Doutri­na da Fé.

Em nossa petição a Roma para entrar na Igreja Católica (antes da promulgação da Angli­canorum Coetibus) não mencionamos um ordinariato, já que ainda não havia sido publica­da a Constituição Apostólica. Por conselho de nosso advogado católico de Direito Canôni­co, a ALCC pediu apenas para entrar como “sociedade sacerdotal” ou da forma que dis­pusesse o Santo Padre. Nossa petição terminava com a frase: “O filho pródigo voltou e está à porta. Santo Padre, por favor, deixe-nos entrar”. A ALCC nunca pediu mais que isto. Está à porta e roga que a deixem voltar para casa.

Entretanto, quando no outono de 2010 recebemos uma carta do Secretário da CDF notifi­cando-nos que deveríamos entrar na Igreja Católica através das disposições da Anglica­norum Coetibus, por obediência aos desejos do Santo Padre e da CDF, a ALCC aceitou imediatamente estas instruções por escrito. Assim, portanto, atualmente a ALCC espera pacientemente e roga ao Senhor e a sua Bendita Mãe, Maria, que nos permita voltar para casa, a Igreja Católica, seja através daAnglicanorum Coetibus seja por outro meio.

Todos os membros da ALCC se farão católicos ou alguns decidiram esperar ou passar para outros grupos anglicanos ou luteranos?

Todos os membros da ALCC se farão católicos. A diferença de algumas Igrejas Anglica­nas, a ALCC não tem “posturas inamovíveis” A ALCC não está interessada em absoluto em “preservar um patrimônio”. Ao contrário, trata-se de uma Igreja profundamente “roma­nizada”, que trabalha com todas as suas forças para “desfazer” a Reforma, porque consi­dera que foi um trágico erro de proporções épicas, que nunca devia ter acontecido, e pro­cura restaurar a unidade da Igreja segundo os critérios da Igreja Católica. A ALCC não pede para preservar um “patrimônio luterano”. A diferença do patrimônio anglicano, o pa­trimônio luterano é essencialmente teológico e, ao ter compreendido plenamente as here­sias do luteranismo e ao ter aceitado a fé católica, a única coisa que pede e por que reza a ALCC é que se lhe permita “voltar para casa” e entrar na Igreja Católica, como filhos pródigos arrependidos. A única coisa que queremos é nos dissolvermos na Igreja Católi­ca, como católicos normais. Faz tempo que a ALCC tem como política não admitir mem­bros nem aceitar clérigos que não estejam plenamente comprometidos com a causa da unidade da Igreja de Cristo, sanando as feridas que infligiram a essa unidade o orgulho humano e as heresias dos líderes da Reforma protestante. Todos os membros da ALCC devem estar comprometidos em desfazer a Reforma.

Todos os clérigos da ALCC, desde o Metropolita até o último diácono permanente devem assinar uma versão adaptada do Mandato da Conferência Episcopal dos Estados Unidos, o qual estabelece que “se comprometem a ensinar a doutrina católica e não pregarão, en­sinarão, escreverão nem publicarão nada que entre em conflito com o magistério católico”. Este compromisso se controla e se faz cumprir estritamente. Já aconteceu de al­gum sacerdote ter sido destituído de seu cargo, permitindo-lhe escolher entre sua demis­são e a excomunhão, por não cumprir o Mandato da ALCC.

Será um problema para os membros da ALCC a necessidade de aceitar o Catecismo da Igreja Católica, como expressão normativa de fé para os ordinariatos? Que textos utilizam atualmente para catequizar as crianças e os adultos?

Absolutamente. Há anos a ALCC aceitou oficialmente o Catecismo da Igreja Católica como nossa expressão completa da fé cristã. Catequizamos as crianças e os adultos usando o Catecismo da Igreja Católica, o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica da Conferência Episcopal norteamericana, Fé para o futuro: Um novo catecismo ilustrado, publicado pela Liguori Press; o Compêndio de Doutrina Social da Igreja da Conferência Episcopal norteamericana e outros textos católicos unicamente. Para a catequese geral e o estudo, a ALCC usa a Bíblia de Navarra, publicada pela Scepter Press; a New American Bible e a Bíblia Católica de Estudo da Ignatius Press. A ALCC não permite o uso de qual­quer catecismo luterano nem de outros catecismos protestantes.

Quais são as principais dificuldades encontradas até agora?

Toda organização nova tem “crise de crescimento” e a ALCC não é uma exceção. Sempre há lugar para melhorar e para formas de desenvolver nossos apostolados de forma mais eficaz. Entretanto, estamos muito bem, levando em conta que a ALCC foi fundada em 1997. A maior preocupação da ALCC, com muita diferença, consiste em conseguir seu ob­jetivo de converter-se na primeira jurisdição eclesiástica luterana que volta à Igreja Católi­ca como grupo unificado desde o final da Contra-reforma.

Uma vez que ingressem num ordinariato, o senhor e os demais bispos e sacerdotes da ALCC terão de ser ordenados como diáconos e sacerdotes católicos. É algo difícil de se aceitar?

Não, em absoluto. Alegramo-nos disto, porque eliminará a possibilidade de qualquer con­fusão entre os fiéis católicos sobre a validade de nossa ordenação de nossos sacramen­tos.

Sempre existiu um setor “católico” entre os luteranos?

Sim, certamente. A tal setor foi dado muitos nomes: Gneiso-luteranos (luteranos originais), Velhos-luteranos, Luteranos Romanizados e, nos últimos anos, “Católicos Evangélicos”. A ALCC está simplesmente no extremo mais católico desta tradição.

Há outros grupos de luteranos que estão relativamente próximos da Igreja Católica?

Na Suécia existe o movimento Arbetsgemenskapen Kyrklig Förnyelse (União Eclesial Sue­ca) e outras sociedade menores. Há comunidades monásticas, como o Mosteiro de Östanbäck (um mosteiro beneditino), o convento de Alsike e a Congregação de São Fran­cisco, a Fundação de São Lourenço, a Fundação de Santo Oscar, a Coalizão Eclesial pela Bíblia e a pela Confissão e a Förbundet För Kristen Enhet, que como a ALCC traba­lha para conseguir a união visível e como grupo com a Igreja Católica.

Na Alemanha existe a St. Jakobus- Bruderschaft, com a qual a ALCC permanece em con­tato, a Arbeitsgemeinschaft Kirchliche Erneuerung (Grupo de Trabalho para a Renovação da Igreja) da Igreja Luterana da Baviera, Humiliatenorden, St. Athanasius-Bruderschaft,Hochkirchlicher Apostolat St. Ansgar, Bekenntnisbruderschaft St. Peter und Paul, a Kommunität St. Michael en Cottbus, a Congregatio Canonicorum Sancti Augustini e o Priorado de São Wigberto.

Há grupos similares na Noruega, Dinamarca, Finlândia e Islândia.

O senhor crê que se formará algum tipo de ordinariato para os luteranos no futuro?

Quer se trate de um ordinariato ou de alguma outra estrutura mais simples e menos polê­mica para estabelecer e integrar na Igreja segundo o Direito Canônico, como uma “socie­dade sacerdotal” ou um “instituto de vida apostólica”, creio que se formará algum tipo de estrutura para que os luteranos de todos os países possam voltar à Igreja Católica. Há de se reconhecer: a Igreja Católica, e em geral o cristianismo, estão sendo atacados atual­mente. As comunidades eclesiais como os anglicanos e luteranos se dividem ainda mais sob os ataques do ateísmo, do agnosticismo, da filosofia pós-moderna e das teologias he­réticas de tipo liberal. A Igreja não pode se permitir o enfrentamento a essas e outras ameaças em seu estado dividido atual. É hora de os luteranos e outras comunidades eclesiais voltarem à Igreja Católica, para que lhe resulte mais fácil derrotar estas ameaças e realizar a Nova Evangelização promovida pelo Papa Bento XVI e outras pessoas! É hora de recuperar a unidade da Igreja de Cristo! Os luteranos devem se dar conta de que voltar à Igreja Católica não é algo bom, é estupendo. No Getsêmani, Jesus orou para que seus discípulos fossem um, como Ele e o Pai são um, assim a união com a Igreja Católica não é algo “bom”, mas algo “estupendo”, porque Jesus o pediu em sua oração e o orde­nou (não o “sugeriu” simplesmente). Os luteranos devem voltar à Igreja Católica porque é o correto, é o único caminho correto.

Em sua homilia de vésperas, na Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, em São Paulo Extramuros, em Roma, 25 de janeiro de 2011, o Papa Bento XVI afirmou: “Os esfor­ços para recuperar a unidade entre os cristãos divididos não podem reduzir-se simples­mente a reconhecer nossas diferenças recíprocas e a conseguir uma coexistência pacífi­ca. O que desejamos é a unidade pela qual orou o mesmo Cristo e que, por sua própria natureza, se manifesta numa comunhão de fé, de sacramentos e de ministério. O cami­nho para esta unidade deve ser percebido como um imperativo moral, uma resposta a um chamado específico do Senhor… Devemos continuar com entusiasmo o caminho para este objetivo”. Isto é exatamente o que pretende fazer a ALCC ao esforçar-se para entrar na Igreja Católica como grupo unificado.

Se se criasse um ordinariato para luteranos no futuro, os senhores deixariam o ordinariato anglo-católico para integrar-se nele?

Certamente, estaríamos interessados e colaboraríamos com qualquer futuro ordinariato luterano ou estruturas alternativas segundo o Direito Canônico atual, mas faremos exata­mente o que nos pedirem a Congregação para a Doutrina da Fé e o Santo Padre. Além do mais, os membros da ALCC só queremos converter-nos em católicos normais, como to­dos os outros, e nos injetar de forma segura no “centro” teológico e social da Igreja Católi­ca. Ficaremos contentes em “florescer” onde quer que o Santo Padre e a CDF nos “plan­tem” dentro da Igreja Católica.

O senhor crê que sua união com a Igreja Católica influenciará outros luteranos?

Sem dúvida. Faz alguns anos o Pe. Richard John Nieuhaus, um pastor luterano dos Esta­dos Unidos que se converteu ao catolicismo e foi ordenado como sacerdote católico (e era o editor da revista norteamericana First Things), escreveu que enquanto ele apenas podia perceber movimentos de luteranos para a Igreja Católica, algum dia uma Igreja Lu­terana “dará um passo adiante e então nada voltará a ser igual”. Esperamos e rezamos para que a Igreja Católica Anglo-Luterana seja a Igreja que dará este passo adiante e que isso leve muitos luteranos a abandonar as heresias da Reforma e voltem à fé católica; que se aproxime este bendito dia no qual a oração de Cristo no Getsêmani para que todos seus discípulos sejam um seja de novo uma realidade, em uma só Igreja sob Cristo e seu Vigário nesta terral, o Sucessor de São Pedro. Até este dia, a ALCC terá muito presentes dois lemas usados por nossa Igrejas: (1) “Voltar à unidade do Corpo de Cristo, Igreja por Igreja”, e (2) o lema do escudo papal de São Pio X, “renovar todas as coisas em Cristo”.

Muito obrigado por suas respostas. Espero que tenhamos a oportunidade de entrevistá-lo de novo quando o senhor for um membro do ordinariato.


           QUEM TEM BOCA VAI A ROMA

SÓ VALE O QUE ESTÁ NA BÍBLIA?


BIBLIOLATRIA
SÓ VALE O QUE ESTÁ NA BÍBLIA? ENTÃO POR QUE ELA FALA O CONTRÁRIO?


... o consenso dos protestantes de nada vale, porque vai contra a palavra que está escrita na Bíblia, a qual afirma que se devem conservar as tradições e o que foi ensinado oralmente, sendo o que está escrito útil para ensinar, mas não suficiente.


CABEÇALHO ÍNDICE DAS MENTIRAS - CLIQUE NA IMAGEM  ACIMA




Prova-se que é falsa a tese protestante de que "só se deve crer no que está na Bíblia", pois isso é negado pela Bíblia.
Quem afirma que só vale o que está na Bíblia, assume que a Bíblia seria a única fonte da revelação, porém, essa proposição é refutada no Evangelho. No final do Evangelho de São João nos é dito:


   
João 21,25 Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez; e se cada uma das quais fosse escrita, cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que se escrevessem. Amém.

Está na Bíblia que nem tudo o que Nosso Senhor fez foi posto na Bíblia. Ora, se algo que Cristo fez e não foi posto na Bíblia não deve ser acreditado, então não se tem fé em Cristo, mas só na Bíblia. Seque-se que estão colocando um livro no lugar do Cristo testemunhado pela Igreja; Isto é idolatria, é bibliolatria.

Bibliolatria


Nosso Senhor Jesus Cristo anunciou que o Espírito Santo completaria a instrução dos Apóstolos:


"Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas vós não as podeis compreender agora. Quando vier, porém, o Espírito de verdade, ele vos guiará no caminho da verdade integral, porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e anunciar-vos-á as coisas que estão para vir" (Jo  16, 12-113).

Assim, o que Cristo ensinou e fez nos foi transmitido pela Tradição Apostólica numa época em que nem Bíblia havia.

Por isso, duas são as fontes da Revelação: a Sagrada Escritura e a Tradição (apostólica).

Também os Atos dos Apóstolos nos dizem que Cristo ensinou outras coisas mas que não foram postas nos livros sagrados, mas guardadas pela Tradição:


"Na primeira narração, ó Teófilo, falei de todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar até o dia em que, tendo dado as suas instruções por meio do Espírito Santo, foi arrebatado ao (céu); aos quais também se manifestou vivo, depois de sua paixão, com muitas provas, aparecendo-lhes por quarenta dias e falando do reino de Deus". (Atos 1, 1-3)

Ora, será que aquilo que Jesus fez e ensinou nesses quarenta dias não tem valor?

Falou, ensinou e fez Ele coisas inúteis?
As instruções que Ele deu e falou então aos Apóstolos sobre o Reino de Deus e a Igreja, não teriam nenhum valor?
É evidente que essas instruções e ensinamentos têm valor sim, porque provêm de Deus, apesar de não terem sido registrados na Sagrada Escritura. Eles nos foram guardadas pela Tradição Apostólica.

S. Paulo afirma que devemos seguir a tradição recebida dos apóstolos (2Ts 3,6): "Intimamo-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que eviteis a convivência de todo irmão que leve vida ociosa e contrária à tradição que de nós tendes recebido."
Mas.... os protestantes confundem tradição apostólica com tradição farisaica de rituais para assim acusar os católicos, contrariando a própria Bíblia que nega o princípio da "sola scriptura" protestante (levar em conta apenas o que foi escrito). São Paulo nega esse princípio protestante taxativamente:
"Permanecei, pois constantes, irmãos, e conservai as tradições que aprendesses, ou por nossas palavras ou por nossa carta" (2 Tess. 2, 14).
S. Paulo não diz nada sobre seguir apenas o que está escrito ou o que vier a ser escrito! E nem poderia, pois na época a escritura era apenas o AT, os livros sagrados do NT foram definidos pela Igreja Católica só no final do século 4 e a Bíblia impressa só surgiu depois do século 16!

Vê-se então como o consenso dos protestantes de nada vale, porque vai contra a palavra que está escrita na Bíblia, a qual afirma que se devem conservar as tradições e o que foi ensinado oralmente, sendo o que está escrito útil para ensinar, mas não suficiente.


Prova-se, portanto, que é falsa a tese protestante de que só se deve crer no que está na Bíblia, pois é negada pela própria Bíblia.


Podemos citar outros exemplos relevantes sobre práticas que não estavam registradas por escrito antes de serem praticadas, indicando que há práticas e ensinamentos adotados pelos Apóstolos que não foram registrados antes nas escrituras. Assim, por exemplo, a "imposição de mãos". Dela não se acha menção nos Evangelhos e, entretanto, os Apóstolos a praticaram. Teriam eles inventado tal costume? Claro que não! Cristo deve tê-los instruído a fazer a "imposição de mãos" (Atos 8, 14-17; e Heb 6, 1-2).

São Tiago -- embora os protestantes, seguindo Lutero, recusem essa epístola -- nos fala da unção sobre os enfermos: "Está entre vós algum enfermo? Chame os presbíteros da Igreja, e [esses] façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor; a oração da Fé salvará o enfermo e o Senhor o aliviará; se estiver com pecados, ser-lhe-ão perdoados" (S. Tiago 5, 15). Também a "unção dos enfermos" não aparece nos evangelhos ou nas escrituras antes da epístola de S. Tiago. Então por que Tiago descreve esse procedimento? Quem o instruiu a fazer isso?

Ora, nem a imposição de mãos (Sacramento da Confirmação), nem a unção dos enfermos (Sacramento da Extrema Unção) poderiam transmitir a graça, se não tivessem sido instituídos pelo próprio Cristo.

 Cristo legou aos Apóstolos um conjunto de verdades reveladas e de sacramentos instituídos por Ele mesmo que formam o "Depósito da Fé" e que deve ser guardado:
"Ó Timóteo, guarda o depósito (da Fé), evitando as novidades profanas de palavras e as contradições de uma ciência de falso nome, professando a qual alguns se desviaram da Fé" (1Tm 6,20).


E notem que S. Paulo instruía a Timóteo, visando a uma comunidade cristã local da época especificamente para que assim fosse evangelizada corretamente e não como gostam tanto de fazer os protestantes que pegam passagens da Bíblia para aplicá-las ou a eles mesmos indevidamente ou para acusar o catolicismo nos tempos atuais, tirando a passagem totalmente de seu contexto.

Concluindo: a Bíblia não é a única fonte da Revelação e quem substitui a Igreja, mãe da Bíblia, pela Bíblia, corre o sério risco de entender errado, ensinar errado e praticar bibliolatria.

Se eu dependesse apenas do protestantismo, jamais seria cristão, pois não poderia professar uma fé irracional.

Sou cristão graças à Igreja Católica Apostólica, cuja autoridade recebida de Cristo me garante ser a Bíblia palavra de Deus e a explica. A Bíblia comprova o que a Igreja ensina, nunca foi o contrário.

Claudio Maria

... E O DANADINHO NÃO SAIU DO CAIXÃO!




MACABEUS PEDE DESCULPAS

Eu Cris Macabeus peço desculpas aos protestantes (vocês estavam certos!).
  
Bem, meus irmãos, amigos e amigas, por motivos profissionais eu não estou podendo entrar na internet, esse tempo exilado me fez refletir muito, muito mesmo sobre tudo, e realmente eu tenho que confessar, vocês estavam corretos a todo o tempo, a igreja católica mente, os papas mentem descaradamente, e essa dupla João Paulo II e Bento XVI passaram todos os limites do mundo, alias, todos os limites do universo.





Autor: Cris Macabeus
12/4/2013




Mas eu peço encarecidamente a todos meus irmãos protestantes, perdoem de coração a João Paulo II e Bento XVI, esses dois não enganaram só a vocês. Eles ENGANARAM até Jesus Cristo! Se eles enganaram até a Jesus, que é o verbo encarnado, quanto mais a simples humanos como vocês?


Jesus foi enganado quando mandou João escrever que o 7 papa iria durar poucos tempo, e o danadinho do Bento XVI ficou 8 anos ao invés de 10 dias.







Jesus foi enganado quando disse que o 7.º papa iria cair (perder o seu mandado ou morrer) e o Bento XVI, simplesmente deixou o papado por si mesmo, por sua própria decisão (não existiu nenhuma queda).   






Segundo os evangélicos o trapézio é um símbolo satânico
Para ver clique aqui:  LIMPATRILHOS

Por último, Jesus mandou João escrever que João Paulo II iria sair do caixão durante o conclave e se tornar a besta do apocalipse, aí, o conclave aconteceu e o danadinho não saiu do caixão!

O POR QUÊ DA BRONCA CONTRA FELICIANO


“O PT e Dilma abrem mão da comunidade evangélica nas próximas eleições”O pastor Silas Malafaia, que se tornou também alvo da militância que pretende tirar o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, escreve na Folha de hoje um artigo sobre o tema. Encerra o texto com uma conclusão: “PT e Dilma Rousseff estão sinalizando que abrem mão da comunidade evangélica nas próximas eleições.”


  



 
Seguem trechos do texto.

Por que tanta pressão para que Marco Feliciano não continue na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados? Discordar é um direito, porém não podemos ser contra alguém em tudo só porque não gostamos dessa pessoa.

Eu mesmo tenho divergências com Feliciano, mas não permito que as diferenças se sobreponham ao meu senso de justiça e caráter. E, por trás dessa perseguição que mobilizou a opinião pública e a imprensa, sei que existe um sórdido jogo político para esconder questões sérias.

(...)

Toda essa mobilização [contra Feliciano] tinha um motivo maior: DESVIAR OS HOLOFOTES DO PT. Afinal, enquanto se discutia a posse de Feliciano na CDHM, dois deputados CONDENADOS pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão, João Paulo Cunha (PT-SP) e José Genoino (PT-SP), tornaram-se membros da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, A MAIS IMPORTANTE COMISSÃO DA CÂMARA.

No currículo desses parlamentares do PT constam condenações por corrupção. Mas...

a imprensa se voltou apenas para o caso do deputado que fez declarações infelizes (…).

Independentemente de concordar ou não com as declarações de Feliciano, não posso esquecer que ele foi eleito pelo povo e que tem o direito de expressar a sua opinião, sendo resguardado pelo inciso IV, do artigo 5º da Constituição Federal. Mais do que isso, a Carta Magna lhe garante o direito à liberdade religiosa (incisos VI e VIII do mesmo artigo) (…)


Pergunto: se a oposição pode acusar os que discordam deles de homofóbicos e racistas, por que o povo evangélico não pode chamar essa perseguição de evangelicofobia? Dentro desse Estado democrático de direito, onde a maioria é cristã, a democracia só vale para a minoria? O fato é que os ativistas gays e seus defensores não suportam o debate. Pode-se falar mal do presidente da República, do Judiciário, dos católicos, dos evangélicos, mas, se criticarmos a prática homossexual, somos rotulados de homofóbicos.


O crime de opinião já foi extinto de nosso país com o fim da ditadura militar. (…) Diante dessas manifestações, só podemos chegar a uma conclusão: PT e Dilma Rousseff estão sinalizando que abrem mão da comunidade evangélica nas próximas eleições.

Por Reinaldo Azevedo

PARA OS PROTESTANTES ESTAREM CERTOS, JESUS TEM QUE TER ERRADOR FEIO

Jesus errou?

(Anônimo) - Tantas e tantas coisas Jesus poderia ter feito em sua época para ajudar o povo a se santificar, a adorar mais a Deus.. E não fez, nem Ele, nem seus discípulos. Ele poderia ter feito... Jesus errou, quando não construiu um templo; Jesus errou, quando não criou uma denominação como Martinho Lutero; Jesus errou, quando não fez de Paulo um Presbítero, ou a João um Diácono...





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A ÚNICA REGRA DE FÉ
- JESUS ERROU quando se esqueceu de deixar claro que a Bíblia era a ÚNICA REGRA DE FÉ;

- JESUS ERROU por não informar que sua obra haveria de ruir completamente logo depois do século I e que, não obstante, haveria de ressuscitar, com o seu máximo esplendor, a partir do século XVI pela iniciativa de um bêbado, glutão, polígamo, assassino, blasfemo, etc., USADO POR DEUS;

- JESUS ERROU quando desejou a unidade de seus seguidores quando o "certo" é a sua dispersão em milhões de seitas e micro-seitas, cada qual  com sua fé particular, seu batismo, e seu próprio pastor;



- JESUS ERROU quando ensinou que para sermos salvos deveríamos praticar o bem, ignorando que as boas obras são inúteis e nocivas; que tudo o que vem dos homens é pecado (Denifle-Paquier III-47); que os votos e a caridade AGRAVAM A MALDIÇÃO (Denifle-Paquier III-101) - ver: QUANDO SURGIU A DOUTRINA...

- JESUS ERROU por ensinar que devemos ganhar a amizade dos habitantes dos Tabernáculos Eternos mediante benefícios de nossa administração dos bens do Senhor, quando o "correto" é não termos NENHUM CONTATO COM OS MORTOS;

- JESUS ERROU quando aceitou a intercessão de sua mãe nas bodas de Caná, ignorando o fato de que SOMENTE ELE É O ÚNICO INTERCESSOR, tanto na terra como nos céus;

- JESUS ERROU gravemente quando declarou que o pão que tinha em suas mãos era seu corpo e que o vinho contido no cálice era seu sangue quando deveria ter dito que tais espécies apenas REPRESENTAVAM seu corpo e seu sangue;

- Ainda sobre a Bíblia: - JESUS ERROU "esquecendo-se" de mandar seus discípulos, primeiro escrever o Novo Testamento, para depois enviá-los a ensinar por toda parte a observar tudo o que havia prescrito. Será que ele não sabia que a Igreja só pode ensinar o que ESTÁ ESCRITO NA BÍBLIA?;





- JESUS ERROU feio quando disse que deveríamos ouvir a Igreja sem deixar claro que  deveríamos obedecê-la somente quando, segundo o juízo de cada um, ela estivesse ensinando DE ACORDO COM AS ESCRITURAS SAGRADAS;


- JESUS ERROU quando disse: "A NINGUÉM CHAMEIS DE PAI", quando, na verdade, chamava a José de pai que sequer era seu pai (Lc 2,48);

- JESUS ERROU também quando, citando e decálogo, afirmava "HONRA TEU PAI E TUA MÃE" (Lc 18,20), enquanto ele mesmo, desonrava sua mãe chamando-a apenas de "mulher" recusando-se honrá-la com o sublime nome de "mãe".

ENFIM, JESUS COMETEU MUITÍSSIMOS ERROS, PORTANTO ELE NÃO PODE SER DEUS, SEQUER UM SEU PROFETA, POIS DEUS NÃO ERRA ASSIM COMO TAMBÉM SEUS ENVIADOS

FILHOS DE LUTERO, OU FILHOS DO DRAGÃO?



STEFANELO Seu pai Lutero...

Pr. IVAN - Em primeiro lugar Lutero não  é  meu  pai. Talvez  seja  teu (e ele não  era apóstolo) - Em  segundo lugar  sei  muito bem que  a  Bíblia  nao existia (assim como  voce  não  existe  pois  é simplesmente  um fake). E  já  que  voce  é metido a sabe  tudo; eu  disse metido,  porque  não  respondeu  voce  mesmo às perguntas? Se  voce  não  tem  o  que  fazer meu  caro, pega  uma lavagem  de  roupas e para  de  encher  a  paciência dos  outros.



expressão "PAI LUTERO" designa apenas que ele é o mentor das pessoas que o seguiram em sua rebelião contra a Igreja. Os seguidores desse movimento foram chamados de "Cristãos Reformados", "Protestantes", ou "Evangélicos". 


A unidade, porém, desse movimento durou pouco porque muitos de seus discípulos, como era de se esperar, passaram a interpretar livremente  a Bíblia, donde as muitíssimas divergências e consequentemente, o surgimento de outras sucessivas rebeliões de rebeliões.

Chamam-se, pois, filhos de Lutero, aqueles que aceitaram suas doutrinas ou que delas divergiram posteriormente. Os crentes que foram aparecendo na Suíça, Inglaterra, França, Alemanha, Estados Unidos, etc., sob a designação geral de "Protestantes", "Evangélicos", ou "Reformados" não têm como se esquivar de ser chamados "FILHOS DE LUTERO", da mesma forma que são chamados "FILHOS DE ABRAÃO" os israelitas, segundo a carne e os cristãos, segundo a fé,  conforme São Paulo:


Gal 3:7 - Sabei, pois, que os que são da fé são filhos de Abraão.


Os protestantes até podem alegar que Lutero não foi o primeiro rebelado e nisso têm razão. A Bíblia nô-lo apresenta: foi o grande Dragão, a antiga Serpente, o chamado Diabo, ou Satanás (Ap 12,9). Lutero, do qual originou-se a grande rebelião protestante, costumava entreter-se com o espírito das trevas aceitando que, muito do que lhe explicava, ele tinha razão, motivo pelo qual, não raro, lhe ouvia os conselhos.
 

O CRIME DE KERMIT GOSNELL


Entenda o crime monstruoso

Na Filadélfia, Estado da Pensilvânia, EUA, está em julgamento uma das maiores monstruosidades já vistas. Trata-se de uma série de crimes que ofende a todos, que nos diminui mesmo estando distantes de tudo o que se passou. O que vem a seguir é uma compilação das informações relevantes do caso que, inexplicavelmente, vem sendo negligenciado pela imprensa.





O Dr. Morte e sua equipe

Kermit Gosnell era dono e médico responsável em uma clínica de abortos. Mas ele não é um obstetra nem ginecologista, não tem nenhuma especialização, é apenas um clínico geral. Para ajudar em seu “serviço”, o doutor empregava também gente sem formação. Não havia anestesista formado em seu auxílio, assim como também não havia enfermeira. Eram pessoas comuns, uma vez ou outra estudante das especialidades. Uma pré-adolescente, semi-alfabetizada, trabalhava em sua clínica como anestesista ( ela estudava no correspondente brasileiro ao 7o ano ). Uma estudante do ensino médio de 14 anos ajudava na sala de cirurgia e na sala de repouso. Como isso foi possível?


As vítimas e o público do Dr.Morte

Kermit atendia basicamente pessoas pobres, pertencentes a minorias desfavorecidas e pessoas muito jovens. Jovens imigrantes e negros, sendo mais específico. Quando chegavam pacientes brancas, havia uma sala separada. A um funcionário que achou isto estranho o Doutor respondeu que infelizmente é assim que são as coisas no mundo.
Por que as pessoas buscavam seus serviços? Porque, agindo na ilegalidade, Kermit burlava a lei estadual que proíbe abortos após 24 semanas de gestação.


A monstruosidade

Os crimes de Gosnell partiram do desrespeito a normas sanitárias e alguns cuidados referentes ao aborto. Toda mulher que vai fazer um aborto na Pensilvânia deve receber aconselhamento sobre o ato no mínimo 24 horas antes de cometê-lo. Se o método abortivo for passível do risco do bebê nascer vivo, neste caso deve haver um outro médico na sala de cirurgia para cuidar do bebê. Após o aborto bem-sucedido, amostras do tecido do bebê com mais de 20 semanas devem ser enviadas a um patologista examinar. Nada disso era observado na Clínica do Dr. Morte.
E era neste ambiente de total desrespeito às normas por um aborto seguro que a atrocidade maior era cometida: Quando o processo indutor do aborto não funcionava e os bebês “nasciam vivos”( com o perdão da expressão, não encontrei outra ), Gosnell usava duas tesouras para matar os bebês. Com uma delas, perfurava a parte traseira do pescoço do bebê e cortava a medula.
O procedimento de matar os bebês que nasciam vivos (!) acontecia com certa frequência pelo uso desmedido de remédios indutores do trabalho de parto combinados a anestésicos. Por fim, muitas de suas clientes sofriam mutilações na mesa de parto de Gosnell.


A descoberta chocante

A polícia chegou ao Doutor Gosnell não por denúncia de seus pacientes. Como testemunhariam contra se ali eles estavam já a procura de algo ilegal? O que alertou as autoridades foi a alta procura de sua clínica por drogas abortivas e anestésicas. Havia também a suspeita do uso de remédios proibidos.
Ao chegar cumprindo um mandato de busca, encontraram sacolas e garrafas contendo bebês abortados espalhados por todo o prédio. Havia jarros com os pés decepados alinhados em uma prateleira. Os equipamentos eram velhos e encontravam-se sujos, muitos deles manchados de sangue e outros tantos quebrados.


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Foram encontrados restos de 45 bebês espalhados em sacolas, garrafas de água, garrafas de leite , geladeiras e freezers.


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A busca gerou a acusação formal de assassinato de 7 bebês, dos quais para 2 foram encontrados restos mortais. Para os outros 5 há o testemunho de seus funcionários.
Gosnell também responde pela morte de uma paciente. Ela não foi a primeira a morrer em sua clínica, o primeiro óbito registrado lá e não investigado ocorreu mais de 5 anos antes da batida policial que prendeu o criminoso.
Os testemunhos
A ex-funcionária Sherry West, ao testemunhar perante o tribunal, descreveu o episódio em que um bebê nascido vivo gritou após o fracasso do aborto e antes de ser assassinado. Ela disse também que para evitar e diminuir o trauma mental de tais procedimentos, tratavam os bebês como “espécies”.
A ex-funcionária Lynda William, também perante o tribunal, contou como Gosnell ensinou-lhe a virar o corpo do bebê e cortar o pescoço portando apenas um par de tesouras. Ela também lembrou-se de um caso em que teve que cometer o ato mas antes viu o bebê se mover “Ele pulou, o braço dele”, disse enquanto levantava o braço indicando o movimento ao júri.
A ex-funcionária Ashley Baldwin contou que começou a trabalhar na clínica aos 15 anos enquanto fazia um curso no Ensino Médio. Praticamente sem prática médica, a jovem começou a ajudar os abortos, inclusive aplicando drogas intravenosas. Ela contou do caso em que um bebê após nascer moveu o tórax antes de ser assassinado.
A mãe de Baldwin também trabalhou na clínica, onde dava remédios para iniciar as contrações nas pacientes, mas “nunca para as pacientes brancas e endinheiradas”. Para esses casos, Gosnell aplicava a medicação pessoalmente e em salas diferentes.
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Era assim que matavam bebês que logravam vir a luz vivos
Corte na nuca.
Eileen O’neil responde or trabalhar como médica mesmo após perder sua licença e como participante de uma organização criminosa. Ela contou que viu bebês abortados se mexerem muitas vezes, mas que Gosnell explicava que os movimentos eram involuntários.
A ex-funcionária Adrienne Moton admitiu ter cortado ao menos 10 bebês após eles serem entregues. Sempre seguindo as instruções do Dr. Kermet Gosnell, ela disse que o Doutor e outro empregado regularmente “cortavam a espinha para garantir a morte do bebê”. Moton viveu com a família de Gosnell durante seu colegial devido a problemas que enfrentava em casa. Recebia US$10/h, sem registro , para administrar drogas, fazer ultrassons, ajudar nos abortos e se livrar dos restos dos bebês entre 2005 e 2008.
Ela disse que teve que matar um bebê entregue no banheiro, cortando seu pescoço com tesouras. Ela é acusada de assassinato de terceiro-grau e está presa desde 2011 junto a Gosnell, sua terceira esposa e outros 8 empregados da clínica. A maioria já se declarou culpada e se ofereceu para testemunhar e colaborar com as investigações.
Cobertura da imprensa
Estranhamente, apenas ativistas contra o aborto e blogueiros têm tratado do caso. Abaixo, imagem da fileira no tribunal reservada à imprensa que poderia acompanhar o caso.
Mas o barulho e cobrança de pessoas na internet tem gerado uma reação. Muitos órgãos da grande imprensa começaram a ecoar a reclamação e, por consequência, cobrir o caso. Segue uma lista recente :


imageDia 10/04/2013 - Colunista do USA TODAY “We’ve forgotten what belongs on Page One.
Dia 11/04/2013 - Charles Krauthammer chama atenção para o caso na rede FoxNews
Dia 12/04/2013 - Colunista do Site Bloomberg “Why Is the Press Ignoring the Kermit Gosnell Story?
Colunista da National Review “Horror media can’t bring itself to cover
Site do Washington Times “Media won’t cover mass baby murder trial
Site Salon.com “There is no Gosnell cover up ”

A defesa


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O advogado de Kermit Gosnell diz que seu cliente estava prestando serviços à comunidade pobre e que só sofre todas estas acusações por ser negro.