Milagre o Testemunho da Verdade

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

APARIÇÃO DE MARIA AOS MUÇULMANOS E ORTODOXOS - IGREJA COPTA EM SHAUBRA, EGITO


As Aparições da Virgem de Zeitoun

Comemorado em 2 de ABRIL - O maior fenômeno sobrenatural de todos os tempos -A Santa que se deixou ser fotografada e apareceu na televisão em transmissão ao vivo.

Uma investigação oficial, concluiu que é incontestável; de uma forma clara e brilhante, a Virgem Maria Mãe de Jesus, tinha aparecido na igreja de Zeitoun (Zeitun) Egito, diante de milhares de mulçumanos e cristãos. (Disse o reporte do General Information and Complaints Department, Zeitun, Egito 1968)

A igreja de Zeitun, não é uma igreja católica, ela é uma igreja Copta Ortodoxa, dedicada a Maria Mãe de Jesus. O Chefe desta igreja na época das aparições era o Papa Kyrillos VI, patriarca de Alexandria. As aparições foram televisionadas ao vivo pela TV egípcia, mas na época não existia a facilidade dos vídeos cassetes. Muitas fotos foram tiradas por fotógrafos profissionais apesar da mídia do ocidente não ter dado muita importância para as aparições, que foram vista por mais de 2 milhões de pessoas entre padres, bispos, presidentes, ricos, pobres, muçulmanos e testemunhadas por outras religiões.



FOTO REAL

Foto real da aparição da Virgem Maria em Zeitun 

Desenho artístico da aparição da Virgem em Zeitun

Enquanto todos na América estavam assistindo à Convenção Democrática em Chicago ou vendo radiodifusões da zona de guerra ao vivo do Vietnã, a Mãe de Deus estava aparecendo para milhares de pessoas na terra das pirâmides, em uma igreja cóptica construída no local para comemorar a vinda de Maria, José e Jesus para o Egito, que fugiam de Herodes. As Aparições começaram em 2 de abril de 1968, quando estranhas luzes começaram a mudar a vida de milhares de pessoas. As aparições de Maria em Zeitun surpreendiam e emocionavam multidões. O milagre chegou ser televisionado pela TV egípcia, fotografada por centenas de fotógrafos profissionais e milhares e milhares de pessoas testemunharam o evento. O Próprio presidente egípcio Abdul Nasser, um marxista declarado, presenciou este milagre. As aparições seguiram por três anos, acompanhadas por numerosas curas registradas por vários profissionais médicos. A polícia local que inicialmente pensou tratar-se de uma farsa elaborada por um brincalhão, procurou descobrir qualquer tipo de dispositivo que poderia ser usado para projetar tais imagens. Mas eles fracassaram em sua busca.

MULÇUMANOS que viram as aparições cantaram versos do Alcorão; " Maria, Deus te escolheu. E purificou -lhe; Ele escolheu-lhe. Acima de todas as outras as mulheres ".

A Virgem foi vista acompanhado por uma pomba de luz em aparições que duraram de alguns minutos até nove horas seguidas. Kyrillos VI, o patriarca copta, formou uma comissão para investigar as aparições. Vários comissários observaram nuvens de fumaça alaranjada sobre a igreja na hora das aparições e a figura de uma mulher cercada por um globo muito luminoso acompanhado por pombas em forma de luz.

Kyrillos VI, anunciou publicamente um ano depois do início das aparições que ele não teve nenhuma dúvida de que a Mãe de Deus estava aparecendo sobre o telhado de IGREJA COPTA DE SANTA MARIA. Segundo sua santidade, para aqueles que, como o apóstolo Tomé, precisou ver para crer, a Maria ofereceu uma demonstração televisada inequívoca em Zeitoun. Ainda, por causa da indiferença da mídia ocidental, muito poucos tiveram a oportunidade de ir ao Egito, e o mundo não ficou sabendo dos aparecimentos surpreendentes da Santa Maria.

MARIA NA IGREJA COPTA DE St. DAMIAN, SHAUBRA, EGITO
Mais recentemente, o aparecimento de uma mulher coberta de luz foi observado sobre o telhado da Igreja de St. Damian em Shoubra, Egito, no subúrbio de Cairo. Começou em 1983 e foi vista com freqüência nos anos 80. A mulher apareceu para milhares de pessoas, sobre a igreja cercada por luz em aparições que duravam até cinco horas. Shenouda III, o chefe da Igreja copta na ocasião, estabeleceu uma nova comissão para investigar a Senhora de Luz. Em 1987, concluiu a comissão: Nós Agradecemos ao Senhor esta bênção. Nós também agradecemos a polícia e a o Departamento do Interior e os esforços incansáveis para manter a segurança e a ordem entre as milhares de pessoas que passaram dias e noites em oração. Nós pedimos para todas as pessoas que permaneçam tranqüilas. Assim todos poderão receber a bênção da Virgem merecidamente, de St. Damian e de todos os santos. Deus salve nosso país. Nós rezamos para que ele possa guiar o Egito e todas as crianças egípcias para a paz e a prosperidade. Este fenômeno é um penhor de bem-estar para todas as nações.

A DELEGAÇÃO DO PAPA DA IGREJA CÓPTA EM ZEITUN
"Em Zeitun, o testemunho silencioso da Mãe de Deus renovou a fé de milhares de féis muçulmanos e Cristãos.'"

H. H. Papa Kyrillos VI,
116º Papa de Alexandria IGREJA COPTA ORTODOXA
(de maio 1959 até 1971, março)

Alguns padres do alto grau foram delegados então pela sua Santidade Anba Kyrillos VI, Papa de Alexandria, para fazerem pesquisas e investigações naquele mesmo lugar onde surgiram às aparições. Eles ficaram lá durante várias noites investigando e investigando até que eles viram com os próprios olhos a aparição da Virgem santificada em sua forma perfeita andando sobre as cúpulas e abençoando as multidões na frente da igreja.

Durante aquele período Ela foi vista em formas diferentes, todo o corpo vívido e luminoso; às vezes apenas o busto,  às vezes em corpo inteiro, sempre cercada por um circulo reluzente branco ou fazendo o aparecimento dela nas aberturas das cúpulas ou no espaço entre as cúpulas nas quais Ela se movimentava andava e se curvava perante a Cruz no telhado de igreja. Ela também surgiu sobre milhares de pessoas que estavam na frente da igreja e as abençoou com gestos de suas mãos.  Às vezes a aparição estava na forma de um corpo celestial como uma nuvem branca brilhante ou na forma de luz precedida por algumas formas espirituais como pombas voando em grande velocidade.

Estas aparições foram acompanhadas e analisadas através de dois pontos importantes:

1.  Primeiro é a convicção forte em Deus, muitas pessoas se converteram e se regeneraram. Inclusive mulçumanos se converteram.

2. Segundo é a cura milagrosa que ocorreu em muitos enfermos. Estas pessoas foram examinadas por médicos e cientistas que comprovaram estas curas.

VIDEO DA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DA LUZ, NO EGITO

ANO 2009:  Neste incrível vídeo da reportagem do canal CTV, sobre a Aparição de Nossa Senhora da Luz entre 10 a 13 de dezembro de 2009, sobre a Igreja Copta Ortodoxa do Cairo podemos conferir:

0:00 - No inicio uma apresentação da importância de Maria; Mostra a multidão de se aglomerou diante da igreja, durante as aparições, milhares e milhares de testemunhas.
1:18  - Imagens da igreja, com suas cruzes no topo iluminadas pela luz elétrica..
Cenas do milagre
2:15  -  Imagens gravadas de celular da aparição de Nossa Senhora no alto da Igreja.
2:53  - O padre manda apagar as lâmpadas da igreja,  nesta parte do vídeo somente a Aparição da Virgem ilumina a igreja
3:06 -  A Virgem aparece na frente da Igreja, observa a multidão testemunhando.
3:17 - A equipe de reportagem conseguiu flagrar a revoada de pombos em forma de cruz, fenômeno sempre observado nos locais das aparições.
3:20 - A revoada bem nítida de um pombo, antes dele ficar luminoso.
3:40 - Em outro momento gravado, apareceram correndo no céu entre as nuvens,  bolas luminosas.
5:05 – RELEMBRANDO: Fotos reais da primeira aparição de Nossa Senhora da Luz em Zeitoun, Egito, ano de 1968

DEPOIS DE 5:20 do vídeo TEMOS UMA VINHETA COM MONTAGENS COMPUTADORIZADAS feita para apresentação do vídeo das aparições. Por favor, este trecho é apenas uma vinheta, com a revoada tradicional dos pombos em forma de cruz e as igrejas iluminadas com as aparições.



CURAS MILAGROSAS EM ZEITOUN:
Ao visitarem a Igreja cóptica de Zeitoun muitos pacientes que sofriam de doenças incuráveis milagrosamente tiveram sua saúde restabelecida. Membros do Comitê Papal examinaram as curas cientificamente e constaram muitos milagres.

Alguns dos muitos Depoimentos Documentados:

A VIRGEM RESTABELECE A VISÃO DE UMA MULHER:
Depoimento: Sra. S.S.T. estava ficando cega de uma das vistas. Os médicos não puderam ajudá-la. Certa noite, ela sonhou com a Virgem e Ela pediu-lhe que fosse até a Igreja de Santa Maria, onde as parições ocorriam.  A Virgem fez sua aparição sobre a cúpula de igreja, depois desceu até esta senhora, fez o sinal da cruz em cima dos olhos dela. A senhora, na alegria tentou abraçar a Virgem, mas as mãos dela não seguraram nada. A senhora voltou para sua casa com o coração cheio de alegria, sua visão foi restabelecida. O milagre ocorreu na frente de centenas de testemunhas e foi publicado nos jornais.

A VIRGEM E O FRASCO DE ÓLEO:
Depoimentos: Quando a liturgia terminou, eu estava conversando com minhas amigas em um altar lateral, quando uma senhora muito bonita vestida de branco, me ofereceu um frasco de óleo, ao olhar para o frasco, por incrível que pareça, eu vi a figura da Virgem no  óleo. A senhora sorriu e então desapareceu.

A BÍBLIA E A BALA:
Depoimento: M.H. é meu único filho. Ele se alistou no exercito e foi lutar na guerra de outubro (1973). A conselho de um diácono da igreja de Santa Maria dei para ele usar em seu bolso uma pequena bíblia, a fim de protegê-lo; Na batalha meu filho foi atingido por uma bala que poderia ter alcançado seu coração. Porém, seu trajeto foi parado pela Bíblia, apesar da força da bala ter sido tal que poderia ter penetrado uma parede. Eu mostrei a Bíblia com a bala a todos na igreja e ao Papa Shenouda III.

ESTE É SEU NOIVO:
Durante as aparições 5 casos semelhantes de conversão: Jovens que não pertenciam a congregação apareceram na igreja contando que sonhavam repetidamente com uma senhora de branco que lhes apontavam para a imagem de um Cristo e lhes diziam: “Este é seu Noivo”. Os sonhos eram praticamente idênticos e por incrível que pareça as jovens não se conheciam e nem tiveram contatos anteriores. Hoje elas são freiras.

A VIRGEM E O PESCOÇO COM O CÂNCER:
Depoimentos: O Deus! Como esta senhora chorou! Era quase uma inundação de lágrimas! Foi então eu me aproximei e lhe perguntei o que estava acontecendo.  Ela respondeu que tinha rezado para a Virgem , mas ela não a curou do tumor no pescoço. A mulher tinha filhos pequenos e os médicos disseram que só viveria por mais 40 dias.  Eu lhe assegurei que, se ela rezasse na aquela noite fervorosamente a Virgem iria curá-la. Então, eu a untei com óleo santo.  Naquela noite, a senhora em sua casa pediu a Virgem insistentemente pela  cura. Ela dormiu aos prantos. A Virgem veio a ela e em um tom misericordioso e amoroso declarou para ela: " Não tenha medo, eu vou curá-la". Em seguida a Virgem, tocou o pescoço da mulher com a mão e extraiu o tumor maligno e o colocou sobre um armário no quarto. No dia seguinte, a senhora se apressou até a igreja em grande alegria, levando o tumor em um lenço. Ela se levantou no meio da congregação e contou toda a história de seu milagre!

SETE CRUZES E A PALAVRA ' AVNOTI' EM CARTAS CÓPTICAS:
Depoimento: O filho tinha uma doença mental incurável e seu marido foi embora, a mulher vivia em depressão. Um dia esta mãe veio à igreja, dizendo que acreditava nas aparições, mas não era uma cristã. Eu lhe respondi que Deus estendeu sua clemência a todas as nações, a todos do mundo. Eu então lhe aconselhei a freqüentar um circulo de orações, para pedir ajuda a Virgem. Antes dela partir, pediu-me um pouco de óleo santo para a untar seu filho que estava muito agitado... Depois de 2 meses a mulher voltou a me encontrar na igreja, ela disse que seu filho de 15 anos estava completamente curado. Também, o marido voltou para casa. A família foi reunida e eles vivem felizes. Após ter usado o óleo, seu filho do nada, escreveu numa folha de seu caderno a palavra copta "Avnot" e desenhou sete cruzes, a partir dai, ele começou a melhorar, cada vez mais. Ela me entregou o papel e eu o mostrei a congregação, durante  todo aquele alvoroço do papel indo de mão em mão ele acabou desaparecendo, alguém sumiu com ele. Acho que deveria ter tido mais cuidado e evitado que tirassem o papel de minhas mãos.

DOENÇA NA ORELHA:
Depoimento: Sra. A.F. teve uma doença séria na orelha para a qual os médicos não achavam nenhuma cura. Ela encostou sua orelha no quadro da Virgem que tinha em casa e com grande fé, pediu a Virgem para curá-la, depois de ter recorrido à ajuda da Virgem, sentiu fé e esperança. Ela dormiu e à noite a Virgem veio em seu sonho e disse:, " Eu ouvi seu chamado e aqui eu estou.... eu vim curar-lhe". A senhora despertou, completamente recuperada.

OS MUÇULMANOS E OS MILAGRES DE  MARIA
Em muitas partes do Alcorão (Livro sagrado dos Mulçumanos), há referências de estima e de respeito extremo para com a Virgem Maria Mãe de Jesus. Ela foi escolhida por Deus enquanto outras mulheres foram lançadas fora. Ela não foi tocada por homem e Deus fez para Ela muitas maravilhas.  Os Mulçumanos que viram as aparições de Zeitoun cantaram os seguintes versos do Alcorão; " Maria, Deus te escolheu. E purificou -lhe; Ele escolheu-lhe. Acima de todas as outras as mulheres ".

A IMPRENSA ACOMPANHA AS APARIÇÕES DA VIRGEM EM ZEITOUN

Aparições de Maria no Cairo
The New York Times. domingo 5 de maio de 1968
NOTICIA PUBLICADA NA A GAZETA EGÍPCIA.
SEXTA-FEIRA, 11 de ABRIL de 1969,
Reporter : GEORGE SHAFIK

APARIÇÃO DE VIRGEM AINDA É UM MISTÉRIO (tradução)
"Mais de dois milhões de  estrangeiros assistiram uma cerimônia na Igreja da Virgem  Maria de Zeitun, perto do Cairo, em comemoração ao primeiro aniversário da aparição de Nossa Semhora. Embora tenha se passado um ano, as aparições ainda continuam acontecendo. O mais recente relatório do aparecimento dela ocorreu na sexta-feira 4 de abril, quando Ela foi vista durante trinta minutos entre a cúpula central e a cruz situada sobre o telhado da igreja.

Em três outras recentes ocasiões as aparições foram precedidas pelo aparecimento de nuvens brancas amoldadas como pomba, em seguida surgiu uma luz que cobriu a igreja.  Sua Santidade Kyrollos VI, o Papa de Alexandria e de toda a África e o Patriarca Ortodoxo cóptico fizeram uma declaração , nesta cerimônia durou doze horas; começou às 5:00 da tarde e continuou até a manhã seguinte. Em sua declaração o Papa dizia que as aparições da Virgem  Maria que estavam  ocorrendo ao redor da igreja Zeitoun desde abril de 1968 eram autênticas e que milhares das pessoas de vários outros países também tinha visto este milagre. O Papa declarou que muitas pessoas foram curadas depois de ver a Santa. O Papa também elegeu um  comitê para analisar as aparições que ainda se sucediam: O comitê informou que seus membros também tinham visto as aparições. E em base deste relatório e outras evidências, o Papa declarou que a Virgem a Maria tinha aparecido de fato novamente ao redor da Igreja de Zeitoun. Descrevendo a aparição,  o Bispo Athanasius da Beni Suef , Presidente do Comitê, disse que observou deslumbrado a nuvem branca se transformando na Virgem Maria. Muitos estrangeiros ainda vêm ao Cairo para ver as aparições, que para muitos é a renovação da história da fuga da Família Santa para o Egito."

A imagem da aparição, fotografia do Senhor Mr. Wagih Rizk e foi publicado por El-Ahram Egyptian Daily Newspaper (Issue 29731 - Maio 1968) O Departamento de Fotografia de El-Ahram considerou esta foto autêntica

Matéria publicada no The New York Times em 24 de abril de 1968

Matérias publicadas na época


Matéria publicada no El Akhbar, 5 de maio de 1968 e Matéria do Al Ahram, pulbicada em 27 de abril de 1968

Aparição de Nossa Senhora da Luz no Egito no Ano 2000, publicada pela BBC

NOTA DO AUTOR
Em 2007 durante uma palestra com o Padre Quevedo, um dos maiores parapsicólogos do Brasil, Eu (Mr.Tlaloc), perguntei a ele o que achava das Aparições da Virgem de Zeitoun. Ele respondeu que não poderia comentar sobre o assunto naquele momento, então mostrei-lhe algumas fotos dos fenômenos sobrenaturais produzidos pela virgem. Ele sussurrou:  “-Aconteceu algo muito bonito lá no Egito” - Em seguida  completou: “- Posso ficar com estas fotos?”  Respondi; - Claro, eu já havia separado uma cópia para o senhor....”

Este é um bom exemplo de como a igreja católica vê as aparições no Egito. Afinal não se trata da jurisdição do papa, Maria apareceu foi para a Igreja Ortodoxa Copta, é por isso que estes milagres são censurados e não devem ser divulgados.

Algo parecido ocorreu como site das Edições Paulinas, que possuía em seus calendário de Festas Marianas, o histórico das aparições da Virgem de Zeitoun e menção a sua data comemorativa, 2 de abril. Hoje quando acessamos este mesmo site, descobrimos que todos os textos publicados com referência a Nossa Senhora da Luz de Zeitoun foram apagados. Em seu lugar encontramos  outra Maria, a Nossa Senhora da Paz. Um mistério, pois a santa deixou fotos, vídeos e um legado que a torna  protagonista do maior fenômeno sobrenatural ocorrido em toda a face da terra, com milhões de testemunhas.

Abaixo, COPIA DO TEXTO CENSURADO:
Festas Marianas
02 de abril
Nossa Senhora da Luz de Zeitoun

A antiga tradição cristã narra que a Sagrada Família habitou em Zeitoun, uma pequena cidade próxima do Cairo, capital do Egito, durante a fuga do rei Herodes. Foram cinco anos de desterro. Os lugares em que viveram, mais tarde, se tornaram templos, hoje santuários de adoração para a cristandade.

A igreja ortodoxa copta de Zeitoun guarda o local onde a Virgem Maria, José e o Menino Jesus residiram. Entre 1968 e 1970 esse templo foi o cenário de uma série de aparições de Nossa Senhora. Elas aconteciam à noite, sempre precedidas por um cortejo de brilhos, ora em forma de pombas, ora em forma de cruzes ou estrelas, sobrevoando a sua cúpula. A imagem adquiria o contorno a partir de uma nuvem luminosa, que se movia fazendo aparecer a Mãe de Deus toda envolta em luz.

O local era invadido pelo suave odor de incenso que desaparecia, depois, com Ela. As aparições duravam minutos ou várias horas. Na mais longa, Maria permaneceu por nove horas. Algumas vezes Ela aparecia com Jesus ao seu lado, noutras segurava o Menino Jesus nos braços. Mas sempre manteve silêncio, sua mensagem foi a própria aparição.

Durante esses dois anos foram incontáveis as conversões e os milagres de cura. Tudo pôde ser testemunhado pelos cristãos e não cristãos, além de amplamente documentado por jornalistas, cientistas, médicos e teólogos de muitos países. A mídia egípcia filmou, fotografou e divulgou as manifestações luminosas pela rede televisiva, jornais e revistas. Inclusive o então presidente egípcio Abdul Nasser, um cético religioso, não contestou a aparição que foi presenciar.

A Igreja de Roma recebeu relatórios das missões católicas atuantes no Egito. Primeiro foi o reitor jesuíta do Colégio da Sagrada Família do Cairo, que narrou o que viu das milagrosas aparições da Mãe de Deus e declarou sua aceitação. Depois foi o parecer das religiosas católicas da Ordem do Sagrado Coração de Zeitoun. Para apurar a veracidade dos fatos em 1968, o Vaticano enviou um representante que tudo comprovou e transmitiu ao então Papa Paulo VI, ao retornar à Santa Sé.

Em 1973, três anos após as aparições terem encerrado, foram concluídas as rigorosas investigações científicas e teológicas, solicitadas pelo Patriarca da Igreja Ortodoxa Copta. Só então veio o pronunciamento oficial: "A Mãe de Deus de fato apareceu ao redor da Igreja da Virgem Maria em Zeitoun, no Cairo, Egito". Em seguida, a declaração do Papa da Igreja Católica de Roma ratificou esse pronunciamento.

Anualmente no dia 02 de abril, data da primeira aparição, se celebra a invocação de Nossa Senhora de Zeitoun. Essa devoção se propagou como a renovação da passagem do exílio da Santa Família no Egito.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

O amigo do padre Pio que voltou à vida após 3 horas no purgatório



O frei Daniele Natale foi um sacerdote capuchinho italiano que se dedicou a missionar em terras hostis durante a 2ª Guerra Mundial. Ele socorria os feridos, enterrava os mortos e salvava os objetos litúrgicos. Em meio a este cenário, em 1952, na clínica “Regina Elena”, ele recebeu o diagnóstico de câncer.

Com esta triste notícia, ele foi ver o Padre Pio, seu amigo e guia espiritual, quem lhe insistiu para que tratasse sua doença. O frei Daniele viajou a Roma e encontrou o médico que lhe haviam recomendado, Dr. Riccardo Moretti. Este médico, no começo, não queria realizar a cirurgia, porque tinha certeza de que o paciente não sobreviveria. Mas, influenciado por um impulso interior, acabou aceitando o desafio.



A intervenção foi realizada no dia seguinte pela manhã. Apesar da anestesia local, o frei Daniele continuou consciente. Ele sentia dor, mas não manifestava: pelo contrário, estava contente por poder oferecer seu sofrimento a Jesus. Mas, ao mesmo tempo, ele tinha a sensação de que esta dor estava purificando sua alma dos pecados.

Depois de algum tempo, ele sentiu que dormia. Para os médicos, ele havia entrado em coma, na qual permaneceu durante três dias, falecendo logo depois. Redigiram o atestado de óbito confirmado pelos médicos, e seus familiares se aproximaram do seu leito para rezar pelo defunto. No entanto, após algumas horas, o “morto” voltou à vida.



Três horas de purgatório

O que será que aconteceu com o frei Daniele durante aquelas horas? Onde esteve sua alma? O frade relatou sua experiência no livro “Fra Daniele reconta”. Deste escrito, compartilhamos os seguintes trechos:

“Eu estava em pé diante do trono de Deus. Pude vê-lo, mas não como um juiz severo, e sim como um Pai carinhoso e cheio de amor. Então, percebi que o Senhor havia feito tudo por amor a mim, que havia cuidado de mim do primeiro ao último instante da minha vida, amando-me como se eu fosse a única criatura existente sobre esta terra. Percebi também, no entanto, que eu não só não havia correspondido a este imenso amor divino, senão que havia descuidado dele. Fui condenado a duas-três horas de purgatório.

‘Mas como? – perguntei-me. Somente duas-três horas? Depois vou permanecer para sempre junto a Deus, eterno amor?’. Deu um pulo de alegria e me senti como um filho predileto. (…) Eram dores terríveis, que não sei de onde vinham, mas se sentiam intensamente. Os sentidos que mais haviam ofendido Deus neste mundo: os olhos, a língua, sentiam maior dor e era algo incrível, porque no purgatório a pessoa sente como se tivesse o corpo e conhece, reconhece os outros como ocorre no mundo.

Enquanto isso, não haviam passado mais que uns poucos minutos dessas penas e já me pareciam uma eternidade. Então pensei em pedir a um irmão do meu convento que rezasse por mim, porque eu estava no purgatório. Esse irmão ficou impressionado, porque sentia a minha voz, mas não me via. Ele perguntava: ‘Onde você está? Por que não consigo vê-lo?’ (…) Só então percebi estar sem corpo. Me contentei com insistir-lhe que rezasse muito por mim e fui embora.

Mas como? – dizia eu a mim mesmo. Não seriam só duas ou três horas de purgatório? Mas já se passaram 300 anos!’ – pelo menos esta era a minha impressão. De repente, a Bem-Aventurada Virgem Maria apareceu para mim e lhe supliquei, implorei, dizendo-lhe: ‘Ó Santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, obtém para mim do Senhor a graça de retornar à terra para viver e agir somente por amor a Deus!’.

Percebi também a presença do Padre Pio e lhe supliquei: ‘Pelas suas dores atrozes, pelas suas benditas chagas, Padre Pio meu, reze por mim a Deus, para que me liberte destas chamas e me conceda continuar o purgatório sobre a terra’. Depois não vi mais nada, mas percebi que o Padre Pio conversava com Nossa Senhora (…).

Ela inclinou a cabeça e sorriu para mim.

Naquele exato momento, recuperei a possessão do meu corpo. (…) Com um movimento brusco, me livrei do lençol que me cobria. (…) Os que estavam velando e rezando, assustadíssimos, correram para fora do quarto, para buscar os enfermeiros e médicos. Em poucos minutos, o hospital virou uma bagunça. Todos pensavam que eu era um fantasma.”

No dia seguinte pela manhã, o frei Daniele se levantou sozinho da cama e se sentou em uma poltrona. Eram sete horas. Os médicos geralmente visitavam os pacientes às nove. Mas, neste dia, o Dr. Riccardo Moretti, o mesmo que havia redigido o atestado médico de óbito do frei Daniele, havia chegada mais cedo ao hospital. Ele parou na frente do frade e, com lágrimas nos olhos, disse-lhe: “Sim, agora eu acredito em Deus e na Igreja, acredito no Padre Pio!”.



O frei Daniele teve a oportunidade de compartilhar sua dor com Cristo durante mais de 40 anos após estes acontecimentos. Ele faleceu em 6 de julho de 1994, aos 75 anos, na enfermaria do convento dos Irmãos Capuchinhos de San Giovanni Rotondo (Itália).

(via Facebook/São Padre Pio)

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Há exatamente 500 anos, Lutero dividia a Igreja de Cristo




“Acredito que levará séculos para desfazer o nó de confusão e estupidez que se atou quando os reformadores, de modo um tanto irracional, separaram a Bíblia da Igreja”.

Embora G. K. Chesterton seja admirado tanto por protestantes quanto por católicos, e até mesmo por não-cristãos, as linhas transcritas acima não são exatamente um modelo de ecumenismo. Mas, uma vez que assistimos este ano ao quinto centenário da Reforma, é conveniente que tentemos entender de que maneira Chesterton identifica o problema que há meio milênio vem atormentando o mundo cristão. O problema tem a ver com o melhor de todos os livros: a Bíblia Sagrada.

Cinco séculos atrás, Martinho Lutero, seguido por João Calvino e outro líderes do que se conhece como Reforma Protestante, operou uma enorme cisão na cristandade européia ao separar-se da autoridade da Igreja apelando à autoridade da Escritura. Os reformadores não apenas separaram a Bíblia da Igreja, a ponto de excluir a própria Igreja; eles separaram a fé da razão, a ponto de excluir a própria razão.

O que veio em seguida foi confusão. Protestantes começaram a acreditar que, de algum modo, a doutrina católica não tinha base “escriturística” e, consequentemente, se privaram dos sacramentos:

O Batismo e a Eucaristia tornaram-se meros símbolos, desprovidos de qualquer força sobrenatural.
Já não havia mais necessidade nenhuma da Confissão, uma vez que a salvação provém de um único ato de misericórdia na cruz, e Cristo foi então removido da cruz, para que as pessoas não ficassem presas a essa coisa desagradável ou, pior do que isso, viessem a adorar uma imagem esculpida em um crucifixo.
O casamento entre um homem uma mulher perdeu seu elemento divino e, por conseguinte, o sexo começou a ser algo alheio ao matrimônio, e assim teve início a dissolução da família.
De guias espirituais encarregados de conduzir as almas para o céu, os padres começaram a ser vistos como agentes do inferno e das trevas.
A separação protestante entre Bíblia e Igreja foi impulsionada pela invenção da imprensa — uma invenção católica em uma sociedade católica, destaca Chesterton, mas que “foi largamente utilizada para encher as livrarias de mentiras contra essa mesma sociedade”.

Os protestantes continuaram a protestar, não só contra a Igreja Católica, mas ainda entre si, na medida em que novos grupos iam-se desmembrando em seitas cada vez mais estreitas com interpretações ainda mais estreitas da Bíblia e daquilo que devia ser o cristianismo. Pureza e justiça foram substituídas por puritanismo e farisaísmo, de modo que, em vez de condenar o mau uso das coisas boas, as boas coisas foram condenadas em si mesmas.

A ênfase calvinista na absoluta soberania de Deus deu origem, sem querer, a uma longa série de filósofos fatalistas, em cujo pensamento não havia lugar para o livre-arbítrio. O que no início era um conceito puramente teológico de predestinação abriu caminho para todo tipo de determinismo, econômico, político, social e psicológico, onde ninguém é mais responsável pelas próprias ações, podendo pôr a culpa em qualquer instância externa que esteja fora de seu controle.

O caos do mundo moderno, diz Chesterton, “não nasceu da cristandade, mas da sua ruptura”.

Ao separarem a Bíblia da Igreja, os protestantes fizeram a Bíblia voltar-se contra a Igreja. Perdeu-se a memória de que foi a Igreja que nos deu a Bíblia. Esqueceu-se do fato de que a Bíblia foi, e ainda é, um documento católico. Ignorou-se, além do mais, que a Bíblia protestante não é mais do que uma redução da Bíblia católica. Os reformadores jogaram fora inúmeros livros, desprezando-os como “apócrifos”, ou seja, de caráter duvidoso. Dúvida: o oposto da fé.

No entanto, foram os estudiosos seculares que disseminaram as dúvidas por todo o restante da Bíblia. Começaram a desmontá-la peça por peça sob o pretexto da crítica textual, e assim os protestantes se deram conta de que a única autoridade por eles reconhecida havia ruído. Nada lhes restou. E muitos deles saíram em debandada.

O irônico de tudo isso é que as mesmas pessoas que alertaram contra a idolatria de escritos sagrados terminaram por criar uma cultura que sofre de uma idolatria de tudo o que vem por escrito. Como diz Chesterton,

Há quase tanta superstição em beijar a Bíblia quanto em consultar o dicionário. O homem moderno, sobretudo o homem da cidade, pensa que tudo o que está impresso passou de alguma maneira por um exame e recebeu um diploma, que é de algum modo verdadeiro em si mesmo… O homem moderno acredita antes na enciclopédia do que na testemunha ocular; dá mais crédito ao que noticia o jornal do que aos olhos de quem presenciou o fato. Ele compra o jornal na manhã seguinte para descobrir o que realmente se passou no evento de que ele mesmo participou na noite anterior.
Tudo isso pôs a Bíblia numa situação mais do que curiosa. Chesterton resumiu bem o problema há quase cem anos, mas a sua análise permanece ainda muito precisa. Ele está certo, de modo particular, ao dizer que “a ignorância sobre essas coisas está crescendo”.

Em primeiro lugar, há os fundamentalistas, que recorrem à Bíblia sem a menor consideração pela autoridade que, na verdade, fixou o cânon bíblico. Trata-se, segundo Chesterton, “de uma mitologia, segundo a qual o elefante se apoia sobre o casco da tartaruga, e a tartaruga, por sua vez, não se apóia em coisa nenhuma”.

Há, em segundo lugar, os setores mais laxistas, que são no fundo bastante estritos, para quem só algumas passagens da Bíblia podem ser ensinadas em público, ao passo que todo o restante é inapropriado.

Em terceiro lugar, há os modernistas, que acusam a Igreja Católica de ter feito na “idade das trevas” aquilo que os laxistas têm feito agora: selecionar arbitrariamente certos trechos da Bíblia e esconder o resto do povo. (Esta é a acusação à Igreja que se faz, por exemplo, no conhecido “O Código da Vinci”.) A Igreja, diz Chesterton, “tem sido acusada de esconder a Bíblia; mas, ainda que isso fosse verdade, seria algo muito menos surpreendente do que a fez a Reforma, que teve grande êxito em esconder tudo o mais”. O protestantismo foi muito bem sucedido em esconder da civilização ocidental a sua própria história.

E há, por outro lado, a única Igreja que manteve íntegra a Bíblia, enriquecendo com seus textos a liturgia, cantando dia após dia as suas orações, aplicando sua sabedoria atemporal a estes tempos. É a mesma Igreja que teve o cuidado de preservar outros documentos antigos que não só atestam a veracidade das Escrituras, mas ainda demonstram qual a diferença entre um texto inspirado e outro não. A Igreja Católica, que ainda ensina tudo o que está contido nas Escrituras, pode indicar em que parte da Bíblia se encontra o fundamento de cada um de seus ensinamentos:

o Batismo é um nascer de novo (cf. Jo 3, 5);
o vínculo matrimonial é indissolúvel (cf. Mc 10, 11) e reflexo da união entre Cristo e sua esposa, a Igreja (cf. Ap 19, 7);
é necessário confessarmos nossos pecados (cf. Tg 5, 16) a um sacerdote (cf. Mt 8, 4);
Jesus fundou uma Igreja, constituiu o seu primeiro chefe (cf. Mt 16, 18), conferiu a seus Apóstolos a autoridade de perdoar os pecados (cf. Jo 20, 23) e disse que, ao menos que lhe comamos o corpo e o sangue, não teremos em nós vida alguma (cf. Jo 6, 53).
Isto nos traz de volta ao ecumenismo no despertar da Reforma. Ainda temos o grande dever de apelar ao amor a Deus e ao seu Filho que temos em comum com nossos amigos protestantes; mas temos também a responsabilidade de fazê-los olhar com honestidade para a Bíblia e para o conjunto da história, para o que realmente aconteceu quando os reformadores separaram a Bíblia da Igreja.

Não se trata de uma missão impossível. Eu mesmo já a vi ser cumprida com sucesso. Foi um católico fiel, amoroso e sem medo de dizer a verdade que, com paciência, me levou da igreja batista para a Igreja una, santa, católica e apostólica. Ele primeiro apelou àquilo que tínhamos em comum; em seguida, fez-me cair na conta daquilo que me estava faltando. Ele conseguiu fazê-lo porque já havia percorrido o mesmo caminho. O seu nome era G. K. Chesterton.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

SANTO AGOSTINHO NUNCA NEGOU O PRIMADO DE PEDRO



Esta foi enviada pelo Geferson:
http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=4868195576406323253

A MENTIRA:
“…muitos eram a favor de que Pedro era o fundamento da igreja em Mateus 16:18, mas um número maior ainda era contra essa interpretação, como por exemplo, Agostinho, bispo de Hipona…” Sobre esta pedra – não como se referissem à pessoa de Pedro, mas sim a Cristo, cuja Divindade Pedro havia reconhecido e proclamado.
“… Exemplo disso é Santo Agostinho que, em uma de suas obras,13 expressamente afirma que sempre, salvo uma vez, ele havia explicado as palavras sobre esta pedra — não como se referissem à pessoa de Pedro, mas sim a Cristo, cuja divindade Pedro havia reconhecido e proclamado…”
PARA JUSTIFICAR A MENTIRA ELES CITAM O SERMÃO 295 DE ST. AGOSTINHO:
Numa passagem neste livro, eu disse sobre o Apóstolo Pedro: ‘Sobre ele, como uma pedra, a Igreja foi construída’…Mas eu sei que mui freqüentemente em um tempo atrás, eu expliquei que o Senhor disse: ‘Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Igreja’, que é para ser entendido como construída sobre Ele, a quem Pedro confessou dizendo: ‘Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo’, e assim Pedro, chamado depois esta pedra, representou a pessoa da Igreja que é construída sobre esta pedra, e recebeu ‘as chaves do reino do céu’. Porque, ‘Tu és Pedro’ e não ‘Tu és a pedra’ foi dito a ele. Mas ‘a pedra era Cristo’, em quem confessando, como também toda a Igreja confessa, Simão foi chamado Pedro. Mas que o leitor decida qual dessas duas opiniões é a mais provável. (The Fathers of the Church (Washington D.C., Catholic University, 1968), Saint Augustine, The Retractations Capítulo 20.1).
ONDE SE ENCONTRA A MENTIRA:
http://www.jesussite.com.br/acervoprint.asp?Id=200
http://www.celebrandodeus.com/Artigos/artigo_papas.asp
http://www.icp.com.br/70materia1.asp
A VERDADE DOCUMENTAL:
Para justificar a mentira os Sites enganadores usam o Sermão 295 de Santo Agostinho, utilizando de uma estratégia comum entre Protestantes, eles omitem o resto do Sermão e destacam o que lhe é de interesse.
Primeiramente leiam a parte que destaquei em vermelho no texto que os protestantes articulam…
Santo Agostinho termina com a seguinte frase:
Mas que o leitor decida qual dessas duas opiniões é a mais provável.
Nessa frase o Santo já deixa explícito que a afirmação de que Pedro não é a pedra é uma questão que o leitor deve decidir.
Utilizando deste sermão os manipuladores do texto criam uma imagem onde Santo Agostinho está no fim de sua vida e se arrepende de suas palavras, dizendo assim que Pedro não é a Pedra. Dessa forma articulam o texto inserindo uma “boa dose” de sentimentalismo, moldando um Santo Agostinho que já não é mais Católico e sim um “Santo Protestante”, e digamos de passagem santo protestante é algo que não existe.
Vejamos então outra parte do mesmo Sermão, que claro, é omitida pelo autor da mentira:
“… São Pedro, o primeiro dos Apóstolos, que amava Cristo ardentemente, mereceu escutar: Por isto eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja. (…). Dentre os apóstolos, somente Pedro mereceu representar em toda parte a personalidade da Igreja toda. Porque sozinho representava a Igreja inteira, mereceu ouvir estas palavras: Eu te darei as chaves do Reino dos Céus. Na verdade, quem recebeu estas chaves não foi um único homem, mas a Igreja uma. Assim, manifesta-se a superioridade de Pedro, que representava a universalidade e a unidade da Igreja (…). A ele era atribuído pessoalmente o que a todos foi dado. (…) No mesmo sentido, também depois da Ressurreição, o Senhor entregou a Pedro a responsabilidade de apascentar Suas ovelhas. (…) E dirigiu-se a Pedro, de preferência aos outros, porque, dentre os apóstolos, Pedro é o primeiro…”
Na continuação do Sermão vemos claramente que o Santo Bispo de Hipona não só acreditava no Primado de Pedro, mas afirmava que este representa toda a Igreja:“Dentre os apóstolos, somente Pedro mereceu representar em toda parte a personalidade da Igreja toda. Porque sozinho representava a Igreja inteira, mereceu ouvir estas palavras: Eu te darei as chaves do Reino dos Céus”.
Diante de tais afirmações fica difícil acreditar que Santo Agostinho negou o Primado de Pedro.O Santo ainda diz:“Uma vez que devemos considerar a sucessão dos bispos, com maior razão, mais verdadeiramente e com maior segurança nós enumeramos os bispos de Roma a partir do próprio Pedro, a quem, como que representando a toda a Igreja, o Senhor disse: ?Sobre esta Pedra construirei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela? (Letters 53:1:2 [A.D. 412]).
http://www.catholic.com/library/Origins_of_Peter_as_Pope.asp
Santo Agostinho não só cria no primado como afirmava que as “chaves do Reino” foram transmitidas não só a Pedro, mas a toda a Igreja através da sucessão apostólica. Isso fica explícito no Comentário ao Evangelho do III domingo da Páscoa feito pelo Santo Bispo de Hipona quando este combatia as heresias dos Montanistas e Novacianos que negavam o poder da Igreja de conceder o perdão dos pecados, segundo eles este poder era pessoal e teria desaparecido com a morte de Pedro. Eis o comentário de Santo Agostinho:
Comentário ao Evangelho do III domingo da Páscoa – ano C (Jo 21,1-19)
Quando interrogava a Pedro, o Senhor interrogava também a nós
Quando ouves o Senhor dizendo: Pedro, tu me amas? (Jo 21,16), lembra-te de um espelho e procura ver-te nele. Pois que outra coisa Pedro aí fazia se não representar a Igreja? Por isso, quando interrogava a Pedro, o Senhor nos interrogava também a nós, interrogava a Igreja. Para saberes que Pedro era figura da Igreja, recorda aquela passagem do Evangelho: Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei minha Igreja e as portas do inferno não a vencerão. Eu te darei as chaves do Reino dos céus (Mt 16,18-19).
É um homem só que as recebe. Quais sejam as chaves do Reino dos céus ele explicou assim: O que ligares na terra será ligado nos céus e o que desligares na terra será desligado nos céus (Mt 16,19).
Mas, se apenas a Pedro é que isso se disse, somente Pedro é que fez isso: morreu e partiu. Quem, portanto, liga e quem desliga? Ouso afirmar que também nós temos essas chaves.
http://www.osb.org.br/lectio9.htm
Vejamos ainda alguns textos que nos deixa claro a posição de Santo Agostinho em relação ao primado e ao Papado:
”Se a sucessão dos bispos for levada em conta, quanto mais certa e benéfica a Igreja que nós reconhecemos chegar até o próprio Pedro, aquele que portou a figura da Igreja inteira, a quem o Senhor disse: ‘Sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela’. O sucessor de Pedro foi Lino, e seus sucessores em ordem de sucessão ininterrupta foram estes: Clemente, Anacleto, Evaristo, Alexandre, Sisto, Telésforo, Higino, Aniceto, Pio, Sótero, Eleutério, Victor, Zeferino, Calisto, Urbano, Ponciano, Antero, Fabiano, Cornélio, Lúcio, Estêvão, Sisto, Dionísio, Félix, Eutiquiano, Caio, Marcelino, Marcelo, Eusébio, Miltíades, Silvestre, Marcos, Júlio, Libério, Dâmaso e Sirício, cujo sucessor é o presente bispo Anastácio. Nesta ordem de sucessão, nenhum bispo donatista é encontrado” (Santo Agostinho, Ep. 53,2).
Vemos então acima o Santo afirmar que Pedro “portou a figura da Igreja inteira” e ainda citar a ordem ininterrupta da sucessão apostólica a partir de São Pedro. O escrito acima foi feito pelo Santo Bispo de Hipona principalmente para combater os donatistas .
Vejam mais um texto onde Santo Agostinho trata sobre o Primado:
“Ainda prescindindo da sincera e genuína sabedoria…, que em vossa opinião não se encontra na Igreja Católica, muitas outras razões me mantém em seu seio: o consentimento dos povos e das gentes; a autoridade, erigida com milagres, nutrida com a esperança, aumentada com a caridade, confirmada pela antigüidade; a sucessão dos bispos desde a própria sé do Apóstolo Pedro, a quem o Senhor confiou, depois da ressurreição, o apascentamento de suas ovelhas até o episcopado de hoje; e, por fim, o próprio apelativo de ‘católica’, que não sem razão apenas a Igreja alcançou... Estes vínculos do nome cristão – tantos, grandiosos e dulcíssimos – mantêm o crente no seio da Igreja católica, apesar de que a verdade, por causa da torpeza de nossa mente e indignidade de nossa vida, ainda não se apresenta” (Santo Agostinho, C. ep. Man. 4,5).
Analisando as palavras do Santo vemos novamente o mesmo falar sobre o apostolado de Pedro e a sucessão apostólica, deixando novamente claro sua opinião sobre o assunto.
Assim mostramos rapidamente que Santo Agostinho não só acreditava no primado de Pedro, mas o defendia veemente. É claro que mesmo com toda evidencia que aqui deixamos sempre terá um protestante para contestar.
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Mas como falar que um homem que chamava a Igreja de Mãe escreveria contra a mesma? ”…Se a mãe viúva (de Naim) se alegrou com a ressurreição do jovem, nossa Mãe, a Igreja, alegra-se diariamente com a ressurreição espiritual dos homens.”[/blueSermo 98, 1-3(Patrologia Latina 38, 591-592)
http://www.osb.org.br/lectio_10junho07.html
Prosseguimos com outro sermão do Santo:
“Eis que o Senhor, depois de sua ressurreição, aparece novamente aos discípulos. Interroga Pedro e o obriga a confessar três vezes seu amor, a ele que, por medo, três vezes o negara. Cristo ressuscitou na carne, e Pedro segundo o espírito; pois, enquanto o Senhor morria sofrendo, Pedro morria negando. Cristo Senhor ressuscitou dentre os mortos, e Pedro ressuscitou graças ao amor de Cristo para com ele. Àquele que agora o confessava, interrogou sobre seu amor, e lhe confiou suas ovelhas. ”
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Mas, o que Pedro dava a Cristo, pelo fato de amar a Cristo? Se Cristo te ama, o proveito é teu, não de Cristo. Se amas a Cristo, é ainda para proveito teu, não de Cristo. Entretanto, o Senhor, querendo mostrar como os homens devem provar que o amam, manifesta-o claramente, mencionando suas ovelhas: Tu me amas? – Eu te amo. Cuida das minhas ovelhas (Jo 21, 16.17). Perguntou uma, duas, três vezes. Pedro nada lhe respondeu a não ser que o amava. O Senhor nada lhe perguntou a não ser se ele o amava. Cristo não confia a Pedro coisa alguma senão o pastoreio de suas ovelhas. Amemo-nos, e estaremos amando a Cristo…” Sermo Guelferbytanus 16, 1-2 (Patrologiæ Latinæ Supplementum 2, 579-580).
http://www.osb.org.br/lectio_22abril07.html
No sermão acima vemos mais uma ótima explicação a respeito do tema. Santo Agostinho diz : “…Cristo não confia a Pedro coisa alguma senão o pastoreio de suas ovelhas. Amemo-nos, e estaremos amando a Cristo…”. Com isso vemos explicitamente a opinião do Santo Bispo a respeito da missão dada a Pedro de apascentar as ovelhas, ora Cristo não tinha ovelhas, ou seja, é dado a Pedro a missão de ser a Pedra.
E em diversos sermões podemos ver a opinião de Santo Agostinho sobre o Primado e o poder concedido sobre Pedro e conseqüentemente sobre a Igreja através da sucessão apostólica, por isso Santo Agostinho afirmava que A Igreja era a Esposa de Cristo:“…Traje de festa recebe-se em honra da união do esposo e da esposa. Conheceis o esposo: é Cristo. Conheceis a esposa: é a Igreja. Honrai a esposa, honrai o esposo. Se os honrardes dignamente, sereis seus filhos. Portanto, procurai crescer no amor.” Sermo 90, 1.5.6(Patrologia Latina 38, 559.561.563)
http://www.osb.org.br/lectio_09outubro.html
Como ele poderia negar o poder dado a Igreja? Se para Santo Agostinho a Igreja é a Barca que transporta os discípulos:
“…A barca que transporta os discípulos, isto é, a Igreja, navega, e a tempestade das provações a tomam de assalto. O vento contrário, ou seja, o demônio que faz oposição à Igreja, não se acalma, esforçando-se por impedi-la de chegar ao repouso do porto. Grande é, porém, aquele que intercede por nós. Com efeito, durante a tumultuosa navegação em que nos debatemos, ele nos inspira confiança, vem a nós e nos reconforta, a fim de que, sacudidos pela barca, não nos deixemos abater e não nos lancemos ao mar.
Porque, mesmo se a barca é sacudida pelas ondas, é apesar de tudo uma barca, e somente esta barca transporta os discípulos e acolhe Cristo. Ela corre um grande risco no mar, mas, fora dela, imediatamente perecemos.
Conserva-te, pois, na barca e clama por Deus. Todos os conselhos podem falhar, o leme pode tornar-se insuficiente, as velas abertas mais perigosas que úteis – quando todos os socorros humanos falharem, só resta aos marinheiros rezar e elevar a Deus seus corações. Aquele que concede aos navegantes a graça de chegar ao porto, iria acaso abandonar a sua Igreja, em vez de reconduzi-la ao repouso? Sermo 75
 (Patrologia Latina 38, 475-476)
http://www.osb.org.br/lectio_25junho06.html
No sermão acima Santo Agostinho trata a Igreja como “A barca” uma alusão a “barca de Pedro” e diz que o vento contrário a Igreja é o demônio e é este que vem atacando a barca, sempre tentado derrubá-la com mentiras e calúnias e no final o Santo fala “Conserva-te, pois, na barca…”. Mostrando-nos o caminho para escaparmos da “tempestade” , pois quem está fora da barca não se salva.
Diante te todos os argumentos ainda pode vir um protestante alegar que o Santo negou o primado na obra “Retratações” esta que ele escreveu ao fim da vida, mas o que podemos perceber é que o Santo, não nega suas antigas afirmações de que Pedro é a Pedra, mas afirma que a Pedra era a fé de Pedro e que esta é uma questão em que o leitor deve decidir (vide trecho em vermelho no início do artigo), portanto ele aceita o primado na própria obra “Retratações”.
“…Santo Agostinho, de fato, propagou durante sua vida as duas interpretações citadas pelo protestante sobre o Primado de Pedro: a de que a pedra é a confissão de Pedro, e a de que a pedra é o próprio Pedro.
E, de fato, nas Retractationes, o santo apontou as duas interpretações como sendo possíveis.
Até aqui o protestante copiou bem. Mas faltou terminar de copiar… pois Santo Agostinho, depois de mostrar as duas fórmulas, termina com a seguinte frase… esquecida… pelo protestante:
“Que o leitor escolha das duas interpretações aquela que lhe pareça a mais provável” 
(Que le lecteur choisisse de ces deux interprétations celle qui lui semblera la plus probable.)
http://www.abbaye-saint-benoit.ch/saints/augustin/retractationes/index.htm#_Toc524190814
Note bem o que escreveu o santo: escolha o leitor – das duas interpretações – a que parecer mais provável!Ou seja: Santo Agostinho reconhece sua incapacidade em interpretar uma passagem bíblica, e propõe a seus leitores que escolham a que lhes pareça mais provável!
O que faz o protestante? Recorta o trecho indesejado! Apresenta as duas interpretações – insinuando que a segunda é que vale – e recorta estrategicamente a conclusão do santo, o trecho que esclarece a questão…”
(Comentário de Marcos Libório- Ass. Cultural Montfort)
E pra finalizar ficaremos com a célebre frase de Santo Agostinho que desmorona qualquer tentativa protestante que queira alegar que ele era contra o Primado…
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ROMA LOCUTA CAUSA FINITA EST. – “Roma falou, encerrada a questão(Santo Agostinho Sermão 131,10)
Diante de tudo que foi exposto temos evidencias suficientes para acreditar não só que Santo Agostinho cria no Primado de Pedro, mas que este também era um árduo defensor do Papado.
Vemos assim o argumento protestante ir por água abaixo mais uma vez…
Devemos, sobretudo, reter na memória aqueles textos mais decisivos no combate aos hereges, cujas ciladas não cessam de armar contra os que são mais fracos ou mais negligentes. Santo Agostinho- In I Epistolam Ioannis, Tractatus 2, 1(Sources Chrétiennes 75, 151-152)
E novamente desmascaramos os mentirosos sites protestantes e vemos que o protestantismo em si foi erguido em cima de mentiras e mais mentiras.
Por Jefferson Nóbrega
Roma Locuta Causa Finita Est
Sancte Michael Archangele, Defende nos in praelio
Ut inimicos Santae Ecclessiae humiliari digneris, te rogamus, audi nos!
Caiafarsa

Uma conversão pelo horror da guerra!


Geoffrey Leonard Cheschire, combatente da segunda guerra
Geoffrey Leonard Cheschire
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Geoffrey Leonard Cheschire foi um dos homens mais destacados de sua geração.

Militar audaz e admirado na Segunda Guerra Mundial, ele se tornou o mais jovem capitão de grupo da Royal Air Force e um dos pilotos dessa guerra mais altamente condecorados.
Entre as honras recebidas, está a Cruz da Vitoria — a mais alta condecoração concedida em toda a Comunidade Britânica por bravura em combate.

Ateu, ele se converteu à fé católica e fundou várias obras de caridade.

O capitão Leonard Cheschire, Barão Cheschire desde 1991, nasceu no dia 7 de setembro de 1917 em Chester, no Reino Unido, oriundo de uma família acomodada e de alto nível intelectual.
Seu pai, Geoffrey Chevalier Cheschire, era importante jurista que contribuiu de forma notável para a renovação do direito mercantil britânico.
Graduado em jurisprudência pela Universidade de Oxford em 1939, certa vez Leonardo apostou uma cerveja com um amigo, de que seria capaz de caminhar até Paris (excetuando-se o Canal da Mancha) somente com alguns centavos no bolso. E ganhou a aposta.
Outra vez, em 1936, em visita à Alemanha, quis assistir a um comício de Hitler, e escandalizou a muitos por não querer fazer a saudação nazista.
Quando a Segunda Guerra Mundial se aproximava, a RAF (Royal Air Force) recorreu aos campos universitários, para formar pilotos fora de seus quadros.

Cheschire alistou-se no esquadrão de sua escola, qualificando-se logo como piloto na Força de Voluntários da Reserva da RAF, em abril de 1937.

Promovido três anos depois a oficial aviador no Esquadrão 102, ele participou da Batalha da Inglaterra quando a RAF, em inferioridade numérica diante dos incessantes bombardeios da Luftwaffe, soube aproveitar-se dos erros do inimigo para impedir a invasão do país.
Após bombardear as instalações alemãs perto de Hamburgo, a perícia demonstrada por Cheschire ao voltar à sua base com um avião inteiramente avariado, mereceu-lhe a Ordem do Serviço Distinguido.
Ele a receberia em três outras ocasiões, além da Cruz do Serviço de Voo.
Promovido a líder de esquadrão, ordenou a realização de diversas melhorias no Esquadrão 76 da RAF, sob o seu comando, a fim de levantar o moral da unidade.
Inspirava tal confiança em seus subordinados, que eles exclamavam: 

“Somos os pardais de Cheschire”
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Depois de muitos atos de bravura e heroísmo, em julho de 1944 Cheschire recebeu a máxima distinção militar britânica — a Cruz da Vitória —, “pela valentia e determinação de um chefe excepcional”.
Ele cumpriu ao todo 102 missões de voo, e sua liderança no mítico Esquadrão 617 — um dos que arrasava as rampas de lançamento dos famosos misseis V1 e V2 alemães — tornou-o uma legenda.

Em junho de 1941 ele se apaixonou por uma atriz americana mais velha do que ele 21 anos, com quem se casou. 
Como ambos eram ateus, o casamento foi só no civil.

Isto deu ensejo a que mais tarde, com o fracasso dessa união e sua conversão à Religião católica, ele se casasse em abril de 1959 na catedral católica de Bombaim (Índia) com Sue Ryder, também uma convertida ao catolicismo. Eles tiveram dois filhos.
Embora em sua infância Cheschire pertencesse à Igreja da Inglaterra, ele se tornara ateu na juventude.
Em 1945, durante uma conversa em um clube de Londres, ele chegou a afirmar que era um absurdo crer na existência de Deus.

Alegava que foi o homem quem O inventou para explicar a voz de sua consciência.

Em sua 103ª missão, Cheschire foi como observador ao bombardeamento nuclear de Hiroshima.
A violência que presenciou com a bomba atômica levou-o a ter duvidas sobre o futuro da civilização. Queria então fazer algo por ela.
Por isso, pouco depois, embora sendo o capitão mais novo da RAF, decidiu abandonar o serviço ativo, alegando razões médicas.

Cheschire começou então a dedicar-se a obras filantrópicas, auxiliando especialmente os ex-combatentes que se encontravam em necessidade.

Isso desfechou na criação das Casas VIP, acrônimo do latim Vade in Pace, residências que ajudariam antigos combatentes a começar uma nova vida.
Ele foi auxiliado nessa inciativa por Joan Botting, viúva de outro piloto.
Considerando que suas obras ficariam sem sentido se não as amparasse um ideal mais elevado, com a ajuda dessa viúva começou a investigar muitas religiões, entre elas os Adventistas do Sétimo Dia, os Metodistas, a Alta Igreja Anglicana, à procura de uma resposta.
Mas não encontrou nelas nenhuma resposta que o convencesse.
Foi então que um ex-combatente da Segunda Guerra lhe pediu um local para morar, enquanto se restabelecia de uma cirurgia.
Ao saber que o doente tinha um câncer terminal, Cheschire dedicou-se a ele. E vindo depois a falecer, cuidou de seu funeral.
Esse ato de caridade lhe abriu o caminho para a fé, pois nessa ocasião conheceu o livro:
“Um Senhor, uma Fé”, escrito por um ex-pastor anglicano convertido ao catolicismo, que afirmava:
“Eu não pude resistir à reivindicação da Igreja Católica de ser a única verdadeira Igreja fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo para guardar e ensinar a verdade.
Só Ela possui a autoridade e a unidade necessárias para essa vocação divina”. 

Ao ler essas palavras, Cheschire procurou instruir-se na Religião católica, sendo nela recebido na vigília de Natal de 1948.

Ao ingressar na Igreja católica, Cheschire encontrou o sentido para suas obras.

Fiel a Jesus Cristo, dedicou os 44 anos seguintes de sua vida a tornar mais suportável a existência daqueles que sofriam alguma deficiência.
Daí surgiu a maior estrutura assistencial britânica para deficientes, excetuando o serviço de saúde publica.
Tornado barão de Cheschire em 1991, Leonardo Cheschire faleceu no dia 31 de julho do ano seguinte, aos 74 anos de idade, vendo sua obra irradiar-se por 50 países.
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Fonte: abim.inf.br