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terça-feira, 23 de março de 2021
𝘼 "𝙋𝙀𝘿𝙍𝘼" 𝙙𝙚 𝙈𝙖𝙩𝙚𝙪𝙨 16,18 é 𝙋𝙀𝘿𝙍𝙊, 𝙖𝙙𝙢𝙞𝙩𝙚𝙢 𝙚𝙨𝙩𝙪𝙙𝙞𝙤𝙨𝙤𝙨 𝙥𝙧𝙤𝙩𝙚𝙨𝙩𝙖𝙣𝙩𝙚𝙨!
segunda-feira, 1 de junho de 2020
Os Cristãos sempre venerou Maria

Como os primeiros cristãos já veneravam Nossa Senhora
Os autores do Novo Testamento dedicam a maior parte de sua atenção a Jesus e seu ministério, não à mãe dele. São óbvias as razões para isso: Jesus é Deus, Maria não. Mesmo assim, encontramos reconhecimento e devoção à mãe de Jesus desde os tempos apostólicos.
Os autores do Novo Testamento dedicam a maior parte de sua atenção a Jesus e seu ministério, não à mãe dele. São óbvias as razões para isso: Jesus é Deus, Maria não. Se a natureza e a supremacia divinas de Cristo não estivessem clara e solidamente estabelecidas, a devoção à sua mãe não faria sentido; pior, poderia se transformar no tipo de culto a divindades femininas, tão comum no antigo Oriente Próximo.
O mesmo princípio era verdadeiro para a Igreja antiga. Primeiro, era necessário estabelecer a primazia de Cristo; do contrário, a alegação de que os seus membros formavam o próprio Corpo de Cristo soaria como loucura. Mesmo assim, encontramos reconhecimento e devoção à mãe de Jesus desde os tempos apostólicos [1].
A mais antiga evidência histórica que possuímos da devoção mariana vem das catacumbas. Esses túmulos de cristãos, espalhados por todo o mundo mediterrâneo, dão testemunho da afeição a Maria, da esperança em sua intercessão e da confiança do lugar ocupado por ela no Céu. Já no primeiro século depois de Cristo começou-se a incluir Maria em afrescos nas paredes das catacumbas romanas. Às vezes ela aparece com o seu Filho; em outras ocasiões, aparece sozinha. Imagens comuns incluem Maria como modelo de virgindade e em postura de oração. Também estão nas paredes cenas de Maria na Anunciação e na Natividade.
Um dos afrescos mais importantes encontra-se nas catacumbas de Santa Inês, em Roma. Maria aparece de pé entre São Pedro e São Paulo, com os braços estendidos para ambos. Desde os primórdios do cristianismo, sempre que esses dois apóstolos aparecem juntos, simbolizam a única Igreja de Cristo, uma Igreja de autoridade e evangelização, uma Igreja para judeus e gentios. A posição proeminente de Maria entre os dois ilustra que a Igreja apostólica a enxergava como mãe da Igreja.
As muitas imagens de Maria e a sua presença nas catacumbas também deixam claro que os primeiros cristãos não viam Maria apenas como uma pessoa histórica, mas como uma fonte de proteção e intercessão. O uso simbólico de sua imagem aponta para a realidade do relacionamento que tinham com ela. Como a consideravam mãe da Igreja, entendiam que ela estava associada a todos os cristãos, fazendo o que faria qualquer boa mãe, protegendo-os, ensinando-os e ajudando-os em suas orações.
Cerca de cem anos após a morte de Jesus, os líderes e mestres da Igreja antiga começaram a descrever Maria como “a nova Eva”. O que queriam dizer com isso?
No Gênesis, Adão não pecou sozinho. Sua esposa desobedeceu a Deus antes dele e o tentou, então, à desobediência. O homem perdeu a graça, e o pecado original debilitou a natureza humana por causa do pecado de Adão; Eva, porém, teve um papel instrumental na Queda.
O mesmo acontece na redenção do homem. A possibilidade de recobrar a graça, purificando-se do pecado original, veio pela morte salvífica de Cristo na Cruz, ao pé da qual, no entanto, estava a mulher que tornara possível a morte de Jesus, justamente por ter dado um “sim” à vida dele. Com seu fiat ao anjo Gabriel, Maria, tal como Eva, teve um papel instrumental e secundário na redenção humana.
São Justino Mártir († 165), o primeiro grande defensor da doutrina cristã na Igreja antiga, usou essa metáfora, descrevendo Maria como a “virgem obediente” em contraposição a Eva, a “virgem desobediente”:
[O Filho de Deus] tornou-se homem por meio da Virgem, [para] que a desobediência causada pela serpente pudesse ser destruída da mesma forma que foi originada. Pois Eva, quando era uma virgem incorrupta, concebeu a palavra que procedia da serpente, e criou a desobediência e a morte. Mas a Virgem Maria ficou cheia de fé e alegria quando o anjo Gabriel lhe deu a boa nova […] e por meio dela Cristo nasceu.
Santo Irineu de Lyon († 202), outro grande defensor da ortodoxia cristã, também escreveu sobre Maria como a nova Eva que participou da obra salvífica de Cristo:
Assim como Eva, esposa de Adão, sendo ainda virgem, tornou-se por sua desobediência causa de morte para si e para toda a espécie humana, assim também Maria, desposada ainda virgem, tornou-se por sua obediência causa de salvação para si e para toda a humanidade […]. Dessa forma, o nó da desobediência de Eva foi desatado pela obediência de Maria, pois aquilo que a virgem Eva atou por sua recusa em crer, desatou-o a Virgem Maria por sua fé.
Mais tarde, Santo Ambrósio († 397) desenvolveu de modo mais profundo a compreensão cristã sobre a nova Eva:
Foi por meio de um homem e uma mulher que a carne [a humanidade] foi expulsa do Paraíso; foi por meio de uma virgem que a carne foi unida a Deus […]. Eva é chamada mãe da espécie humana, mas Maria foi mãe da salvação.
São Jerônimo († 420) resumiu de forma lapidar esse paralelo, ao escrever: “A morte entrou no mundo por meio de Eva; a vida, por meio de Maria”.
Além dessa compreensão sobre o papel de Maria na história da salvação, os primeiros séculos do cristianismo também nos proporcionam inúmeros exemplos de oração direta a Maria, como meio de intercessão para obter graças e a proteção de seu Filho.
Santo Irineu chamou Maria de “advogada” especial de Eva, que por meio da oração intercede pelo perdão e a salvação de sua antepassada, enquanto São Gregório Taumaturgo († 350) escreveu que Maria está no Céu rezando pelos que estão na terra.
Santo Efrém († 373), um dos maiores pregadores do Oriente, rezou diretamente a Maria em muitos de seus sermões, assim como São Gregório de Nazianzo († 389).
A partir da segunda metade do século IV, são abundantíssimos os exemplos de orações marianas, dos sermões de Santo Ambrósio aos de Santo Epifânio, Padre do oriente. A oração antiga mais completa a Maria remonta, porém, a um período ainda mais antigo: 250 d.C. É chamada de Sub tuum praesidium: “À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as súplicas que em nossas necessidades vos dirigimos, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita. Amém.”
Os primeiros cristãos sabiam que a mesma mulher que havia ninado o Menino Jesus, que o erguia quando caía e que segurou nos braços o seu corpo crucificado, também podia ajudá-los em suas próprias tribulações espirituais e temporais. Sua confiança e amor por Maria ficou mais do que evidente no ano 431, quando o Concílio de Éfeso — uma reunião oficial dos líderes da Igreja — defendeu formalmente o título de “Mãe de Deus”. Já havia catedrais dedicadas a ela em Roma, Jerusalém e Constantinopla, e depois do Concílio a devoção a Maria floresceu ainda mais no Oriente e no Ocidente. Orações, festas litúrgicas, ícones e pinturas marianas logo se espalharam por todo o mundo cristão.
O lugar do Filho estava assegurado, sua Igreja estava estabelecida e fortalecida. Agora, as sementes da verdade sobre a sua mãe, sementes prefiguradas no Antigo Testamento, plantadas no Novo Testamento e cultivadas na Igreja antiga, finalmente poderiam frutificar. Nada do que havia surgido poderia diminuir, de modo algum, a verdade e a glória de Cristo. Em vez disso, os frutos da autêntica devoção mariana só poderiam mostrar de forma mais clara e bela as possibilidades oferecidas ao homem pela graça salvífica de Cristo.
Fonte. Pe. Paulo Ricardo.
sábado, 1 de junho de 2019
sábado, 18 de maio de 2019
Nao somos a religião do livro.
terça-feira, 14 de maio de 2019
Bispo Dom Henrique Soares responde o pastor Silas Malafaia sobre a Igreja
São Paulo já ensinava a Timóteo: “Todavia, se eu tardar, quero que saibas como deves portar-te na casa de Deus, que é a Igreja de Deus vivo, coluna e sustentáculo da verdade” (I Timóteo 3,15).
A Igreja é esta coluna da Verdade. Não é o pastor, nem a Bíblia e sim a Igreja, será que o evangelho estar mentido, quando o mesmo diz que a Igreja é a coluna o sustentáculo da verdade.
Foi a Igreja que deu autenticidade da veracidade da Bíblia, foi ela que conservou o evangelho oral e escrito. Sem ela ambos não existia, ela é o corpo de Cristo, guiado pelo Espírito Santo. Foi a Igreja que escreveu a Bíblia, copiou e por mais de 1600 anos ensinou sem Bíblia, pois não existia a imprensa antes disso.
Foi a Igreja Católica que propagou o evangelho em todo o mundo oralmente e as igrejas heréticas nem fraldas tinha ainda. Foi ela que tornou Cristo conhecido no mundo.
Foi ela que testemunhou Cristo falar e foi ela que escreveu o que Cristo falou e só ela pode dizer o que ele ensinou. Ela é casa de Deus vivo, coluna e sustentáculo da verdade.
quinta-feira, 9 de maio de 2019
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
Igreja reconhece aparição de Nossa Senhora Medianeira nas Filipinas
A Senhora que vem do Céu
Quinze dias de aparições
“Confiai em mim. Amai-me. Acreditai em que tudo o que digo, porque sou vossa Mãe, uma Mãe amorosa que cuida de todas vós. Meu Filho sofreu por cada uma de vós. Aqueles que duvidam do Seu amor por cada alma do mundo fá-Lo sofrer de novo toda a dor do Calvário – tudo porque Ele muito ama os homens. Quando o Seu Coração sangra, o meu também sangra. Grande foi o meu sofrimento quando nossos olhos se encontraram no Seu caminho para o Calvário. Nossas mãos ficaram separadas por poucos centímetros. Eu quis tocá-Lo, para fazê-Lo sentir que eu estava lá por Ele até Seu último suspiro. Mas Deus não quis assim. Seus braços estavam muito fracos para mover mais um centímetro e tocar os meus. Meditai nisso, e vede o quanto Mãe e Filho trabalharam e sofreram juntos para salvar o mundo. Virá o tempo em que podereis revelar tudo.”
“Minha pequena, a palavra Fiat significa um sacrifício doloroso. Também significa desapego do que gostamos e de tudo o que é necessário. Isso é dedicação de uma vida inteira; significa uma participação amorosa e solícita no que o meu Filho quer fazer, isto é, a Redenção dos homens. Minha resposta ao anjo é de grande valor espiritual para a humanidade. ‘Faça-se em mim’ é uma completa entrega de mim mesma ao que Deus quis. É um compromisso a salvar e abraçar amorosamente o mundo. Minhas filhas no Carmelo de Lipa são chamadas a se unirem a esse compromisso por meio da penitência e do sacrifício para a salvação do mundo. Os pequeninos só podem oferecer o que têm. Ainda que pequenas, essas coisas, quando feitas com amor, são muito agradáveis ao meu Filho.“
“Minha pequena, diz às tuas irmãs para se amarem umas às outras. Consola-me ver todas vós em uma família – a família de Meu Filho. (…) Sede boas, simples, humildes e obedientes. Mas, lembrai-vos que o amor está acima de todas essas virtudes que mencionei. (…) Amai muito e generosamente, mas sem pensar no custo. (…) O mais precioso dom a oferecer é o dom de si mesmo – o vosso tudo, sem reservas.“
“Peço aqui o mesmo que pedi em Fátima”
O servo de Deus, bispo Obviar, e as irmãs do Carmelo de Lipa, em 1948. Detalhe para a noviça Teresita, à esquerda do capelão.“Reza, minha filha. As pessoas não ouvem as minhas palavras. Diz às minhas filhas que haverá perseguições, desordem e derramamento de sangue em vosso país. O inimigo da Igreja tentará destruir a Fé que Jesus estabeleceu e pela qual Ele morreu. A Igreja sofrerá muito. Rezai pela conversão dos pecadores ao redor do mundo. Rezai por aqueles que rejeitam a mim e por aqueles que não crêem em minhas mensagens em diferentes partes do mundo. Estou realmente triste, mas consolada por aqueles que crêem e confiam em mim. Espalhai o sentido do Rosário porque esse será o instrumento para a paz em todo o mundo. Dizei ao meu povo que o Rosário deve ser rezado com devoção. Espalhai a devoção ao Meu Imaculado Coração. Fazei penitência pelos sacerdotes e religiosas. Mas não tenhais medo, porque o amor de Meu Filho amolecerá o mais duro dos corações e meu amor maternal será a sua força para esmagar os inimigos de Deus. O que eu peço aqui é o mesmo que pedi em Fátima. Abençoo esta comunidade de uma maneira muito especial. Tudo isso pode ser revelado agora. Eu vos repito que sou Maria, Medianeira de Todas as Graças. Essa é a minha última aparição neste lugar.”
domingo, 13 de janeiro de 2019
A chave para entender o Protestantismo
Para os protestantes de plantão, que dizem que o padre generalizou, e que voces adoram a Cristo em carne, vou dizer uma verdade. Acreditar que o verbo se fez carne, nao significa o mesmo de adorar a humanidade dele e sim prestar o culto a esta humanidade que se concretiza como a manifestação da fé. Culto este que se realiza com culto de sacrifico, a qual mas perfeito, sublime e infinitamente mais espiatorio, do que o culto dos israelitas que ofereciam um cordeiro, o nosso é o cordeiro de Deus que é oferecido.
Saibam que nao existe culto de adoração sem sacrifício, vocês fazem e entendem de uma forma errônea.
Como explicou o ex pastor protestante, Scott Hans, em seu livro intitulado no Brasil como Todos os Caminhos Levam a Roma: "Os protestantes definem a adoração em termos de cantos, louvores e pregações. Assim quando os católicos cantam a Maria, lhe dirigem súplicas através da oração e pregam sobre ela, os protestantes interpretam que está sendo adorada. Mas os católicos definem a adoração como o sacrifício do sangue e do corpo de Jesus, e nao nunca ofereceriam um sacrifício de Maria ou a Maria sobre o altar. "
De fato vocês não adoram o verbo em carne, como assim, vocês pensam que adoram na interpretação de vocês, mas segundo a tradição dos apóstolos não adoram. Jesus faz presença em carne e divindade na eucaristia, e desde o primeiro séculos os Cristãos fazem este culto de adoração no domingo, quando o mesmo faz presença na eucaristia, verdadeiramente corpo, alma e divindade de Cristo.
O padre resumiu e eu estou resumindo mais ainda, para vocês entenderem melhor tem que estudarem a doutrina Católica, por isto este curso é para Católicos o padre ensina uma coisa, mas vocês entendem de outra maneira.
Agora eu pergunto em qual momento vocês fazem um culto de adoração do corpo de Cristo.
Em qual momento vocês fazem culto de adoração. A reposta não fazem, vocês fazem culto de louvores, cantos e pregações, achando estar fazendo, mas nao fazem, porque nunca fizeram. pregações sobre Deus nao é adoração, pois fazer palestra seja sobre qualquer assunto, ou cantar sobre qualquer coisa, nao torna um culto de adoração. Todo culto adoração existe sacrifício, como os israelitas faziam, sacrificavam um Cordeiro e ofereciam pelos pecados do povo.
Nós o fazemos, mas de uma forma perfeita como os as apóstolos fizeram, sendo que o cordeiro agora é Cristo, sendo feito um culto de adoração tendo todo o centro a eucaristia, sendo oferecido em sacrifício o Cordeiro de Deus que veio tirar os pecados do mundo, a qual o seu corpo na eucaristia é verdadeiramente sua carne que é unida a sua divindade, os dois sao um, a pessoa humana e divina de Cristo, uma so coisa, nao misturado, distintos, mas nao separado, o filho de Deus , o verbo que se fez carne, a qual o mesmo morreu por nos e é este sacrifico que é oferecido pelos pecados do mundo. A Santa Missa é a onde celebramos sua morte e ressurreição.
Portanto o Padre estar certo em afirma que vocês não adoram o Cristo na sua humanidade, vocês não acreditam na presença real e física de Cristo na eucaristia, logo como poderiam adorar esta humanidade unida a sua divindade. Portanto não o adoram.
Espiritualmente vocês direcionam preces ao mesmo, mas nunca fazem o culto de adoração eucarístico e mesmo que quisessem nao foram ungidos e ordenados pelos apóstolos para isto, sucessão apostólica passou isto aos bispos Católicos, que vem desde o primeiro seculo.
Portanto, acreditar que o verbo se fez carne, nao é o mesmo de adorar esta humanidade, nao é o mesmo de adorar o verbo que se fez homem, e que a sua humanidade pode ser cultuada na eucaristia que estar unida a sua divindade.
A sua humanidade pode ser sim contemplada nas representacoes artísticas, podemos sim contemplar, sua humanidade na sua realidade biológica do Deus que estar eternamente ligada a Maria, já que esta humanidade nao se separou de Jesus, sendo ela eternamente sua Mae, sendo Cristo ainda e eternamente atentos aos clamores e pedidos da sua Mae, nos Católicos atendemos o seu ultimo pedido feito ao discípulo na Cruz, dizendo discípulo eis aí tua mae, e como ele a recebemos em nossa casa. Se estou errado va, em qualquer sacrário na terra adorar a presença física e real, da humanidade em carne de Jesus, que é unida e ligada a sua divindade em uma so coisa, alma e corpo, Para vocês continua sendo um pão, para nós ela estar ocultada nas aparência do pão, mas como no milagre e em mistério, para nós é Deus conosco, que comungamos, não um Deus morto, mas que permanece vivo na sua carne e divindade dentro de Nós. Acreditamos em suas palavras isto é meu corpo, e muitos o deixaram pois entenderam muito bem o que ele falou no aramaico, e como Sao Paulo deixou claro, quem comunga o corpo de Cristo, sem fazer distincao do que estar comungando, estar condenado, pois eles a comungaram indignamente como se foce apenas pao, mas para nós é o corpo de Cristo. Esta entre outras é a humanidade de Cristo que é rejeitada por vos, se nao, entao comecem a contemplar pelo menos, as representacoes da humanidade de Cristo, como voces a fazem quando olham retrato de familiares, elas sao como espelhos, nao sao o mesmo, mas refrete a imagem do Cristo que se fez homem, nos fazem relembrar nas representacoes artísticas, como o presépio, a cruz a via sacra, o santo sudário, a sagrada face, tudo isto nos faz, meditar na humanidade de Cristo que padeceu por nos na terra, aqual ressuscitou em carne ao mesmo que é Deus eternamente.
Deve se adorar a Deus, sem separá-lo, da sua humanidade, a unica e santa trindade, o Deus pai, Espirito Santo e Deus filho que se fez homem, que no mistério são um, a qual o adoramos na eucaristia.
O culto da missa é totalmente direcionado a adoração eucarística, ali estar a humanidade de Cristo unida a sua divindade, é o mesmo Deus que estar no céu.

Bendita seja a Santa Face de Jesus.
Bendita seja a Santa Face na majestade e formosura de seus traços celestiais.
Bendita seja a Santa Face na Transfiguração do Tabor.
Bendita seja a Santa Face no suor de sangue de sua agonia.
Bendita seja a Santa Face nas humilhações da Paixão.
Bendita seja a Santa Face nas dores da morte.
Bendita seja a Santa Face na glória da Ressurreição.
Bendita seja a Santa Face nos esplendores da luz eterna.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
Lutero, Santo Tomás de Aquino e a interpretação pessoal da Bíblia – Livre Exame
O grande apologista cristão Peter Kreeft, escreve em uma de suas obras um dialogo entre Martinho Lutero e São Tomás de Aquino, onde a interpretação particular das escrituras é colocada em xeque, acaso o puro raciocínio lógico resolveria a questão? Vejamos:
AQUINO:
Ora, julgo que posso provar-te que a interpretação privada leva-nos ao erro se tu, apenas, permitires que eu faça-te algumas perguntas no estilo socrático.LUTERO:
Faze-as.AQUINO:
Tu pensas que meu Catolicismo vem de mim ou de Deus? É o Espírito Santo que me induz à submissão à Igreja Católica e ao Papa e a acreditar em todos estes ensinamentos que tu rejeitas ou é meu próprio espírito humano?LUTERO:
Teu espírito humano obviamente.AQUINO:
Então, ao assim proceder, caí em erro, tu dizes.LUTERO:
De fato.AQUINO:
Então, a interpretação privada leva-nos ao erro.LUTERO:
Isto é um sofisma!AQUINO:
Não, é apenas lógica. Um de dois contraditórios deve ser falso.Objetas a isto?LUTERO:
Não…AQUINO:
E nossas duas posições são contraditórias, tu o dizes?LUTERO:
Sim. Espere — suponha que eu diga não?AQUINO:
Então, recebo-te com braços abertos à união e à reconciliação com Roma!LUTERO:
E se eu disser que são contraditórias?AQUINO:
Então, um de nós foi levado ao erro.LUTERO:
Sim.AQUINO:
Logo, a interpretação privada leva ao erro.Na figura de São Tomás de Aquino, Peter Kreeft nos demonstra logicamente que, se não é o Espírito Santo que nos leva ao Catolicismo, e sim a nossa interpretação pessoal, o Sola Scriptura é falho; pois se a interpretação pessoal dos textos bíblicos é um equivoco, é mesmo de fato o Espírito Santo que nos conduz à religião Verdadeira, Católica.
Não nos esqueçamos que fazer uso do livre exame das escrituras e tirar conclusões pessoais - que contradizem a legítima interpretação das escrituras ensinada pelo magistério da Igreja - é perigoso e pode levar à ruína. A Bíblia isolada, separada da Tradição Apostólica, pode ser interpretada de diversas formas diferentes contraditórias à real interpretação, inclusive criando situações infundadas, baseadas em interpretações errôneas das Escrituras, assim como fez o próprio diabo:
o diabo o levou à Cidade Santa e o colocou sobre o pináculo do Templo e disse-lhe: "Se és Filho de Deus, atira-te para baixo, porque está escrito: Ele dará ordem a seus anjos a teu respeito, e eles te tomarão pelas mãos, para que não tropeces em nenhuma pedra". (Mt 4, 5-7)Logo, pode-se criar "base bíblica" para corromper, enganar, atacar a verdade, proibir o que não se deve proibir, liberar o que não se deve liberar. Ora, é possível deturpar as Escrituras para "transformar" mentira em verdade e vice-versa. É possível usar as Escrituras para arruinar a vida do próximo e até a própria vida:
Isto mesmo faz ele em todas as suas cartas, ao falar nelas desse tema. É verdade que em suas cartas se encontram alguns pontos difíceis de entender, que os ignorantes e vacilantes torcem, como fazem com as demais Escrituras, para a sua própria perdição. Vós, portanto, amados, sabendo-o de antemão, precavei-vos, para não suceder que, levados pelo engano desses ímpios, venhais a cair da vossa firmeza.(2 Pe 3, 16-17)Infelizmente essa é a realidade que vemos em milhares de grupos separados da Igreja Católica, que se apoiam nas Escrituras, mas que não se entendem entre si, pois não à interpretam da mesma forma: onde uns guardam o sábado, outros o domingo; uns batizam crianças, outros não; uns dizem que já estão salvos antecipadamente, outros não; uns calvinistas, outros arminianos; fora os Testemunhas de Jeová, Mórmons, Neo-Pentecostais, etc. A cada desavença vão fundando novas denominações e se separando cada vez mais, é a reforma da reforma sem fim, e cresce a cada dia o numero de "Desigrejados".
Raciocinemos, não é difícil de entender que entre numerosos contraditórios, apenas um pode conter a verdade integral, enquanto todos os outros são falsos, ou no máximo contém verdades incompletas. Ora, trata-se de lógica, um de dois contraditórios deve ser falso.
Acaso o Deus perfeito, deixaria seus textos Sagrados à mercê de tantos erros? É obvio que não, é necessário que exista uma legítima interpretação das Escrituras. Deus, em sua infinita perfeição, nos deixou sua Igreja visível na terra (cf. Mt 16,18), que através da Sucessão Apostólica permanece até os dias de hoje, e para garantir que as Escrituras sejam compreendidas corretamente por nós, Deus guia a autoridade de ensino da Igreja - o Magistério - para que esta possa interpretar perfeitamente a Bíblia e a Sagrada Tradição. É a mesma autoridade dos bispos, que reunidos nos primeiros séculos, aprovaram o cânon da Bíblia.
Peter Kreeft nasceu em família protestante (calvinista) e converteu-se ao catolicismo romano após viver uma profunda busca pela verdade, hoje é mestre e doutor pela Fordham University, e também considerado um dos maiores escritores apologistas dos Estados Unidos.
Triálogo de Peter Kreeft entre Lutero, Tomás de Aquino e C. S. Lewis, comentário por Veritatis Catholicus.



